A bluegosfera deu pouca relevância à efeméride, salvo pontuais excepções, mas nem é isso que mais importa. O que se devia perguntar, é se ainda resta algo de Pedroto no aburguesado e unanimista FC Porto da actualidade, e porque é que desgraçadamente isso não interessa a ninguém? Porto é Pinto da Costa, e mais nada; o criador sobrepõe-se à obra, faz-lhe sombra e até dá origem a um culto encarniçado - o que diria Pedroto a isso?
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Tudo ao monte e fé em deus
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Pedroto
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
SMS do Dia
O anunciado empréstimo do Kelvin a um clube brasileiro, não tem ponta por onde se lhe pegue. Sabendo-se que nestes casos, é habitual ser o Porto a arcar com os salários, não havia um - um! - clube português que quisesse os préstimos do jogador? Nem unzinho?
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Kelvin
Regresso de Helton e estreia de Ivo
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| Os 18 convocados do FC Porto |
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| Onze inicial do FC Porto sem nenhum dos habituais titulares |
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| O regresso de Helton após 10 meses sem sujar as luvas |
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| A estreia (pouco feliz) de Ivo Rodrigues na equipa principal |
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| Jovens adeptos portistas |
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| Foram poucos (11510 espectadores) os adeptos que assistiram ao vivo |
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| Resultado final deste FC Porto x União Madeira |
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Fotos Curva,
Taça da Liga,
União Madeira
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Apresentação
Dá-se a coincidência de começar a escrever no Reflexão Portista no dia em que foi anunciada a vitória, pela terceira vez, de uma Bola de Ouro pelo Cristiano Ronaldo.
Foi com emoção que o ouvi falar em português...
Ao ouvi-lo pensei numa das suas características, tão patente em grandes nomes do nosso FCP: o espírito de sacrifício.
A capacidade de trabalhar, lutar e sofrer sempre fez parte das nossas equipas.
Lembro-me de ver o Frasco a ser cosido em campo; o André a jogar lesionado e ligado; o João Pinto a esgotar-se em campo. E tantos outros exemplos...
É preciso transmitir isto a quem cá chega, pois faz parte do código genético do FCP.
Será este, seguramente, um ponto para futuras "reflexões".
Hoje só queria desejar boa noite, agradecer o convite e prometer esforçar-me para procurar estar à altura do nível das reflexões. Sei que será difícil...
Para que me conheçam um pouco melhor:
- sou portista desde que nasci;
- cresci a ir ao Estádio das Antas;
- adorava a emoção da subida da rampa para a arquibancada;
- tenho saudades do cheiro a cerveja misturado com o cheiro a "beatas", no chão;
- ainda hoje digo, no Dragão, "É sientar que já num chobe", pese embora não chova na bancada;
- sendo absolutamente pacífico, recordo com alguma nostalgia a parte da saída do estádio em que, num espaço apertado, adeptos da casa e visitantes se cruzavam, sem qualquer controlo, com toda a tensão que isso representava.
Ser portista ajuda, portanto, a definir-me.
Foi com emoção que o ouvi falar em português...
Ao ouvi-lo pensei numa das suas características, tão patente em grandes nomes do nosso FCP: o espírito de sacrifício.
A capacidade de trabalhar, lutar e sofrer sempre fez parte das nossas equipas.
Lembro-me de ver o Frasco a ser cosido em campo; o André a jogar lesionado e ligado; o João Pinto a esgotar-se em campo. E tantos outros exemplos...
É preciso transmitir isto a quem cá chega, pois faz parte do código genético do FCP.
Será este, seguramente, um ponto para futuras "reflexões".
Hoje só queria desejar boa noite, agradecer o convite e prometer esforçar-me para procurar estar à altura do nível das reflexões. Sei que será difícil...
Para que me conheçam um pouco melhor:
- sou portista desde que nasci;
- cresci a ir ao Estádio das Antas;
- adorava a emoção da subida da rampa para a arquibancada;
- tenho saudades do cheiro a cerveja misturado com o cheiro a "beatas", no chão;
- ainda hoje digo, no Dragão, "É sientar que já num chobe", pese embora não chova na bancada;
- sendo absolutamente pacífico, recordo com alguma nostalgia a parte da saída do estádio em que, num espaço apertado, adeptos da casa e visitantes se cruzavam, sem qualquer controlo, com toda a tensão que isso representava.
Ser portista ajuda, portanto, a definir-me.
Balanço
Estranha temporada esta, onde tudo parece já decidido, mesmo se ainda nem a meio da mesma chegamos.
O nosso FCP está a crescer, sim. Bem vistas as coisas, aliás, era mesmo isso que precisávamos no início, quando as coisas não corriam tão bem: tempo.
Hoje em dia, quando finalmente "engatamos", o nosso jogo já flui com naturalidade e a promessa de boa qualidade técnica, que todos prevíamos em Agosto, agora sempre aparece.
O que ainda emperra, demasiadas vezes, é o tal "desbloqueador". O jogo de Barcelos é paradigmático: a nossa imensa superioridade poderia não ter sido reflectida no marcador final, caso o Gil Vicente tivesse concretizado uma das 2 ou 3 boas oportunidades de que dispôs nos minutos iniciais.
É precisamente isto que ainda falta resolver: reduzir drasticamente o número de benesses oferecidas a todo e qualquer adversário com quem nos cruzamos.
O slb, apesar de apenas ter deixado cair 5 até ao momento, acabará por perder os tais 7 pontos de que precisamos. O problema é que não perderá muito mais do que esses e, para que a coisa resultasse num "remake" das remontadas de 2011-12 e 2012-13, nós teríamos mesmo que fazer o pleno.
Ora, vendo a quantidade de bolas que Fabiano e os restantes deixam passar, tal não se afigura nada fácil.
Iremos continuar a ver mais goleadas da nossa parte mas o surgimento de mais um jogo semelhante àquele do Estoril, continua a ser uma ameaça que, infelizmente, se mantém bem latente.
É o tal primeiro golo que tudo muda, nesta nossa Liga Portuguesa. O nosso adversário raramente deixa passar muitos minutos para que esse tal momento-chave apareça. E, depois, já se sabe: o "trio" anda também por lá, se necessário for.
Quanto a nós, muito raramente contamos quer com um quer, muito menos, com o outro.
Realisticamente, resta-nos, pois, a Liga dos Campeões.
Mas os tubarões andam fortíssimos e tudo vêm devorando. Certo que este ano, não teremos qualquer desculpa: temos mesmo que passar aos "quartos" sob pena de, nos tempos mais próximos, ninguém nos levar a sério na Europa do futebol.
O nosso grande problema acontecerá, assim o esperamos todos, apenas quando atingirmos os "últimos 8". Aqui, e em primeiro lugar, teremos, a todo o custo, que evitar mais resultados daqueles que se têm tornado norma quando, por exemplo, visitamos terras inglesas. Isto será o mínimo aceitável. Contudo, a crua realidade diz-nos que não valerá a pena sonhar muito mais alto, por aqui também.
Como se constata, tirando um ou outro pormenor, esta presente época de 2014-15, parece estranhamente decidida...
E não tinha que ter sido assim. Ao contrário de 2009-10, este slb de rendimento mínimo, não parece talhado para grandes ameaças hegemónicas. Se vencer, este será um campeonato ganho mais ao estilo do Boavista de Jaime Pacheco ou do scp de Inácio.
O FCP, se mantiver este caminho, poderá muito bem ter encontrado novamente o trilho certo.
O grande segredo será não inverter este rumo, quando este for colocado em questão, se o pior acontecer, lá para Maio.
Manter as coisas como estão, poderá ser o "segredo" para mais rapidamente as coisas voltarem a ser como eram.
Por alguma razão, desta vez ninguém clama por "reforços" de Inverno com urgência. É sinal claro que não há grande coisa a mudar.
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2014/15
Guarda-redes de equipa grande
A seguir ao FC Porto x SL Benfica, jogo em que Fabiano teve responsabilidades directas no 2º golo dos encarnados, escrevi o seguinte:
«Fabiano é um guarda-redes grande, mas não é, nem nunca será, um grande guarda-redes. Debaixo dos postes é bom, mas o “gigante” brasileiro tem limitações que são conhecidas e que ontem voltaram a ser visíveis: é mau a jogar com os pés, é lento a executar e a reagir e, nas saídas da baliza, deixa muito a desejar. Por aquilo que já mostrou, Andrés Fernandez também não parece ser guarda-redes para uma equipa de top (Lopetegui identificou cedo o problema e, por alguma razão, queria que a SAD tivesse contratado Keylor Navas… antes do Mundial). Se Helton estiver fisicamente recuperado a 100%, não tenho dúvidas que é a melhor solução existente no plantel atual.»
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| O JOGO, 11-01-2015 |
Mas, para além das limitações técnicas que são conhecidas – dificuldades a jogar com os pés, lentidão e hesitações a sair da baliza – parece-me que Fabiano tem outro problema, que é crítico quando se é guarda-redes de uma equipa grande: “congela” e fica com as suas capacidades diminuídas, quando está muito tempo sem intervir no jogo.
Em muitos jogos do campeonato português, um guarda-redes do FC Porto é quase um espectador. Contudo, tem de ter a capacidade de se manter concentrado e “quente” para, quando for chamado a intervir, não complicar e, pelo contrário, conseguir evitar “golos feitos” na sua baliza.
Neste aspecto (e não só) um Helton a 100% dá (daria) mais garantias do que Fabiano.
Evidentemente, após 10 meses sem jogar, Helton não pode estar a 100%. Contudo, talvez esteja em condições para voltar à baliza do FC Porto num jogo da Taça da Liga, contra uma equipa da II Liga (União da Madeira) que, ainda por cima, vai ser disputado no Estádio do Dragão (na próxima terça-feira).
Será desta, que Lopetegui vai dar uma oportunidade a Helton?
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domingo, 11 de janeiro de 2015
Vontade de (não) jogar
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| Tarjas dos Super Dragões |
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| Lopetegui e as arbitragens (fonte: O JOGO) |
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| FC Porto x Belenenses - Ficha e estatísticas (fonte: O JOGO) |
Ao intervalo, o Belenenses tinha feito 4 ataques e 1 remate (não me lembro quando).
E, mesmo a perder por 2-0 desde o início da 2ª Parte, o Belenenses continuou em modo “contenção”, tendo feito o 2º e 3º remates já em período de descontos, quando os jogadores do FC Porto estavam em modo “descompressão”.
É por haver equipas destas (Belenenses) e treinadores destes (Lito Vidigal), que o campeonato português é pouco atrativo e muito pouco vendável.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Entrada de investidores nas SAD
“A ausência dos fundos é um problema para os clubes do Sul da Europa”
“Estamos no advento da entrada dos investidores nas SAD”
“Se os acionistas não forem capazes de suprir essas necessidades [de financiamento], terão de ser os investidores externos a fazê-lo”
“teremos de recorrer à entrada de investidores estrangeiros, que só seria evitável se as sociedades [SAD’s] fizessem um programa de ajustamento e viessem para um nível [de financiamento] mais baixo”
“Se os clubes tiverem de abrir o capital a investidores, eles vão definir as regras do jogo”
Por que saiu do F. C. Porto?
“Já disse em tempos o que tinha a dizer. Foram divergências de gestão na sociedade que determinaram o meu afastamento da SAD depois de 23 anos”
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| Angelino Ferreira (fonte: JN, 26-12-2014) |
Este conjunto de afirmações de Angelino Ferreira foram extraídas de uma entrevista de duas páginas, publicada no JN no dia 26 de Dezembro e, talvez por isso, tenha passado quase despercebida (foi muito pouco comentada).
Mas, penso que são afirmações que justificam alguma reflexão.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Remates por jogo
O jornal O JOGO fez um levantamento dos remates efetuados pela equipa do FC Porto e, dessa análise, constata-se que há uma tendência de aumento do número de remates por jogo.
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| O JOGO, 05-01-2015 |
Evidentemente, o jogo contra o Gil Vicente é um caso especial (conforme o SLB demonstrou inúmeras vezes nos últimos anos, jogar largos minutos em superioridade numérica facilita as coisas…), mas nos dois jogos anteriores (Rio Ave e Vitória Setúbal) o FC Porto já tinha superado a “barreira” dos 15 remates por jogo.
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| O JOGO |
Há indicadores de que este aspecto – remates de fora da área – tem vindo a ser trabalhado e, por exemplo, já tinha sido assim que Herrera desbloqueou o jogo de Borisov.
Voltando a Casemiro, é um facto que o seu processo de adaptação à posição 6 tem tido altos e baixos, mas parece que Lopetegui quer tirar partido da sua potência de remate. Recordo um livre direto no jogo anterior, em Vila do Conde, que o guarda-redes do Rio Ave foi incapaz de segurar e que potenciou uma recarga de Aboubakar que quase dava golo.
Em resumo, tal como Vítor Pereira já tinha demonstrado, um modelo de jogo baseado na posse de bola, não é incompatível com um futebol acutilante, que proporcione muitas situações de remate.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Partilha de risco
O futebol é uma atividade de (elevado) risco, em que o sucesso de um futebolista num clube de topo, como é o caso do FC Porto, depende de variadíssimos factores.
Um desses factores, que é crítico, são as lesões.
Esta época, tivemos três exemplos de jogadores jovens que, à partida, pareciam ter tudo para darem o grande salto nas suas carreiras e, afinal, têm passado o tempo quase todo lesionados ou a recuperar de lesões.
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| Gonçalo Paciência (fonte: O JOGO, 09-09-2014) |
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| Mikel (fonte: O JOGO, 05-01-2015) |
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| Otávio (fonte: O JOGO, 06-01-2015) |
Sou dos que penso que o recurso aos Fundos foi (é) fundamental para a competitividade das equipas portuguesas a nível europeu (o caso do SC Braga é o exemplo mais flagrante).
E uma das razões que me levam a ser favorável ao recurso aos Fundos (mediante regras claras) é precisamente a partilha do risco.
Porque investir, à cabeça, 8, 10 ou 15 milhões de euros no passe de um jogador, além de ser um investimento muito grande para uma SAD de um clube português, tem de ter retorno e não pode ficar demasiado sujeito a fatores imponderáveis, como é o caso das lesões.
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domingo, 4 de janeiro de 2015
Tello e a irritação de Lopetegui
«Coincidência, ou talvez não, foi quando Quaresma saltou para o aquecimento (entraria na segunda parte para o lugar do desinspirado Tello) que a equipa de Julen Lopetegui começou a despertar para o jogo.»
Nuno A. Amaral, JN, 04-01-2015
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| O JOGO, 04-01-2015 |
O facto de, ao minuto 35, Casemiro ter inaugurado o marcador à “bomba” e de três minutos depois Jander se ter “auto expulso”, adiou para depois do intervalo a substituição que o treinador do FC Porto tinha na cabeça. Mas bastou mais uma “atrapalhação” de Tello, logo no início da 2ª Parte, para se esgotar a paciência de Lopetegui. Imediatamente chamou Quaresma, o qual entrou ao minuto 51 para o lugar do “trapalhão” e “desinspirado” Tello.
Tello é mais um (bom) produto de La Masia e tem características – velocidade, boa técnica, um arranque espantoso – que podem fazer dele um excelente extremo. Contudo, nestes primeiros cinco meses como jogador do FC Porto, tarda em explodir (como, por exemplo, aconteceu com Brahimi e Óliver) e tem estado aquém daquilo que seria de esperar para um jogador do seu calibre.
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| O JOGO, 04-01-2015 |
Um jogador do nível do Brahimi é insubstituível, mas irá caber a estes três extremos/avançados e, particularmente a Tello, tornar a ausência de Brahimi menos penosa.
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Tello
5 obras de arte em Barcelos
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| Martins Indi a marcar o 2º golo de calcanhar |
54 ataques;
29 remates;
5 golos (na realidade foram 6, mas o sexto foi mal anulado, por pretenso fora-de-jogo de Jackson).
Um domínio avassalador, sensivelmente a partir dos 25 minutos e reforçado a partir dos 38 minutos, quando Jander se “auto-expulsou”.
"Não entramos bem mas, a partir dos 25/30 minutos, tivemos muitas ocasiões e marcámos um golo nesse período"
Julen Lopetegui
Ao 17º minuto, já o Gil Vicente tinha enviado uma bola à trave e construído mais duas boas oportunidades (ambas na sequência de lances de bola parada) e se tivesse marcado primeiro ninguém teria ficado surpreendido.
Os cinco golos dos dragões foram todos grandes golos, alguns dos quais autênticas obras de arte, mas houve demasiados lapsos defensivos (mesmo depois do FC Porto estar a jogar em superioridade numérica), os quais, noutras circunstâncias e contra adversários mais fortes, poderiam ter tido consequências… pontuais.
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sábado, 3 de janeiro de 2015
O mercado dos emprestados
Tiago Rodrigues (ex-Vitória Guimarães), que jogou a primeira parte desta época no FC Porto B, vai ser emprestado ao Nacional da Madeira.
Parece-me bem.
Olhando para outras hipóteses, referidas nos últimos dias…
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| O JOGO 28-12-2014 e 02-01-2015 |
Kelvin emprestado a um clube brasileiro.
Parece-me mal. Kelvin precisa de “crescer” como homem, amadurecer como jogador, melhorar a sua cultura táctica e o Brasil não é o melhor sítio para isso. Um clube europeu seria muito melhor.
Diego Reyes e o interesse do Parma.
Parece-me muito bem. Reyes precisa de jogar com regularidade para evoluir (o campeonato italiano é muito exigente do ponto de vista defensivo) e, nesta altura, é o 4º defesa-central do plantel principal. Além disso, se necessário, Lopetegui poderia recorrer a Igor Lichnovsky, jovem internacional chileno que joga na equipa B.
Daniel Opare.
Parece-me bem que o internacional ganês seja emprestado, se possível a um clube que pague o seu ordenado. Para Lopetegui, a alternativa a Danilo é Ricardo Pereira. Ponto final.
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| O JOGO, 03-01-2015 |
Ricardo Nunes e o interesse da Académica.
Parece-me bem o empréstimo, se possível a um clube que pague o seu ordenado. Com a recuperação plena do Helton, não faz sentido o plantel principal manter quatro guarda-redes.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
23 mil num treino
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| 23 mil adeptos no primeiro treino de 2015 (fonte: O JOGO) |
23 mil adeptos num treino é algo notável, quer seja no Porto, em Lisboa ou noutro local qualquer.
Um clube que atrai mais de 20 mil adeptos a um mero treino tem, seguramente, um grande potencial.
A questão é: como tirar (melhor) partido deste potencial?
Por exemplo, como transpor este entusiasmo, esta paixão, esta adesão, para maiores assistências no Estádio do Dragão?
No início de um novo ano, este é um desafio que a estrutura dirigente do FC Porto tem de ganhar.
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Feliz 2015!
Votos de um excelente ano para os leitores do RP, e de que 2015 traga aos portistas mais alegrias do que 2014!
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