Não foi pesadelo, foi mesmo real. O FC Porto foi à ilha da Madeira “oferecer” a vitória ao Marítimo, com um “prego” de Rolando a ditar o resultado final. Um golo solitário e insólito, mas que só levantará duvidas sobre a justiça do marcador para quem não assistiu ao encontro. Os insulares controlaram quase sempre as operações, podendo ficar a dever a si próprios a razão de não terem conseguido uma vantagem mais confortável. O Dragão, esse, conseguiu a proeza de ser um conjunto mais pálido do que aquilo que já vinha evidenciando nos últimos encontros.
Como já referido, a equipa Madeirense mostrou em largos períodos saber como manter sob rédea curta este Porto de pacotilha, pelo que desde cedo começou a pegar no jogo, criando perigo a partir de incursões laterais, tentando servir o móvel avançado Baba. Em 2 momentos esteve perto de marcar. O infortúnio (ou será melhor dizer o previsível?) aconteceu, com o auto-golo do central portista. Nem assim os homens de Jesualdo espevitaram.

O Dragão, mergulhado numa letargia profunda, não sabia o que fazer com a bola. Na verdade, a equipa portista parece que caiu num buraco negro, sem qualquer processo de jogo definido, ou construção de jogadas vindas do laboratório de ensaio. O número de passes errados, demonstra como os jogadores estão à deriva, sem uma linha orientação de equipa abrangente, ou pontos de referência em seu redor. Cada jogador está por sua conta, quando a bola lhe cai nos pés. Não admira que tudo saia mastigado e aos repelões. Ou então, vai um pontapé longo em busca de um milagre.
A falta de criatividade, fantasia e espontaneidade desta equipa torna-se gritante, o que facilita, e de que maneira, a vida aos adversários. A linha do meio campo que iniciou o encontro, bem como toda trupe da zona intermédia que foi a combate no decorrer do mesmo, só tem características e está formatada para pensar o jogo no domínio de ocupação dos espaços, Mas nem isso souberam fazer convenientemente. Nenhum dos que actuaram poderiam vir a causar desequilíbrios, pois não têm engenho para tal. Foi este o caminho que Jesualdo escolheu para tentar dar a volta ao rumo dos acontecimentos. Não admira, pois, que em 90 minutos, o FC Porto tenha apenas criado uma única situação de golo iminente, tornando-se presa fácil para o Marítimo.

A fórmula esgotou-se, e há elementos da equipa que demonstram alguma dificuldade em lidar com as contrariedades, ou sem estofo para assumir as operações. Chegou o momento de o Professor definir outro rumo ao processo de jogo da sua equipa, pois com este, está visto que a probabilidade de voltar a perder pontos é enorme. As lesões de alguns jogadores, a baixa de forma de outros não explicam tudo, porque o que se viu esta noite, não tem ponta por onde se lhe pegue.
Como já referido, a equipa Madeirense mostrou em largos períodos saber como manter sob rédea curta este Porto de pacotilha, pelo que desde cedo começou a pegar no jogo, criando perigo a partir de incursões laterais, tentando servir o móvel avançado Baba. Em 2 momentos esteve perto de marcar. O infortúnio (ou será melhor dizer o previsível?) aconteceu, com o auto-golo do central portista. Nem assim os homens de Jesualdo espevitaram.
O Dragão, mergulhado numa letargia profunda, não sabia o que fazer com a bola. Na verdade, a equipa portista parece que caiu num buraco negro, sem qualquer processo de jogo definido, ou construção de jogadas vindas do laboratório de ensaio. O número de passes errados, demonstra como os jogadores estão à deriva, sem uma linha orientação de equipa abrangente, ou pontos de referência em seu redor. Cada jogador está por sua conta, quando a bola lhe cai nos pés. Não admira que tudo saia mastigado e aos repelões. Ou então, vai um pontapé longo em busca de um milagre.
A falta de criatividade, fantasia e espontaneidade desta equipa torna-se gritante, o que facilita, e de que maneira, a vida aos adversários. A linha do meio campo que iniciou o encontro, bem como toda trupe da zona intermédia que foi a combate no decorrer do mesmo, só tem características e está formatada para pensar o jogo no domínio de ocupação dos espaços, Mas nem isso souberam fazer convenientemente. Nenhum dos que actuaram poderiam vir a causar desequilíbrios, pois não têm engenho para tal. Foi este o caminho que Jesualdo escolheu para tentar dar a volta ao rumo dos acontecimentos. Não admira, pois, que em 90 minutos, o FC Porto tenha apenas criado uma única situação de golo iminente, tornando-se presa fácil para o Marítimo.
A fórmula esgotou-se, e há elementos da equipa que demonstram alguma dificuldade em lidar com as contrariedades, ou sem estofo para assumir as operações. Chegou o momento de o Professor definir outro rumo ao processo de jogo da sua equipa, pois com este, está visto que a probabilidade de voltar a perder pontos é enorme. As lesões de alguns jogadores, a baixa de forma de outros não explicam tudo, porque o que se viu esta noite, não tem ponta por onde se lhe pegue.
Fotos: Agência Lusa, uefa.com



























