João Gonçalves deixou um novo comentário na sua mensagem "Impressões sobre Julen Lopetegui, parte II":
«(…) A rotatividade é fantástica para o espírito de grupo e para a competitividade interna... com Lopetegui, todos os jogadores sabem que amanhã podem jogar... com VP todos os jogadores sabiam quem ia jogar amanhã... uma pequena diferença mas que demonstra claramente a razão de quando não jogavam o núcleo de 12/13 jogadores a equipa simplesmente não rendia. (…)»
Sinceramente, não me apetece voltar ao tema “Vítor Pereira” e muito menos à discussão acerca dos méritos e deméritos que Vítor Pereira evidenciou durante os três anos em que fez parte da equipa técnica do FC Porto, dois deles como treinador principal.
Contudo, há algo que é por demais evidente e que não pode ser ignorado. O “banco de suplentes” que Lopetegui tem à sua disposição (um “banco bom”), não tem nada a ver com o que existia na época passada, ou há duas épocas atrás (um “banco mau”).
Por exemplo, no recente Sporting x FC Porto, Lopetegui não pôde contar com Maicon (estava castigado) e, mesmo assim, veja-se qual foi o onze inicial e as alternativas que tinha no banco à sua disposição…
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| Onze inicial e suplentes do FC Porto, no Sporting x FC Porto da época 2014/2015 (fonte: zerozero.pt) |
… e compare-se com o banco de suplentes portista, no Sporting x FC Porto de há duas épocas atrás:
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| Onze inicial e suplentes do FC Porto, no Sporting x FC Porto da época 2012/2013 (fonte: zerozero.pt) |
Melhor ainda, compare-se com as opções que Vítor Pereira tinha no banco, no Benfica x FC Porto da época 2012/2013:
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| Onze inicial e suplentes do FC Porto, no Benfica x FC Porto da época 2012/2013 (fonte: zerozero.pt) |
Ou seja, Lopetegui recorre à rotatividade, porque quer e pode.
Com o plantel que tinha à sua disposição, como é que Vítor Pereira poderia, mesmo que quisesse, promover uma rotatividade alargada?









