Ao longo do dia de ontem, primeiro os accionistas da FC Porto SAD e depois os associados do Futebol Clube do Porto foram confrontados com diferentes cenários, em termos da distribuição de capital e direitos de voto na FC Porto SAD.
Os quadros seguintes retratam essa sequência de cenários e visam clarificar uma evolução que, para alguns, poderá estar ainda pouco clara.
«... ao Futebol Clube do Porto passou a ser imputável um total de 9.078.035 direitos de voto inerentes a 9.078.035 acções representativas de 60,52% dos direitos de voto e do capital social da Sociedade, incluindo, para além dos 8.818.185 direitos de voto inerentes a 8.818.185 acções representativas do capital social da Sociedade de que o Futebol Clube do Porto é titular, 250.000 direitos de voto inerentes a 250.000 acções representativas do capital social da Sociedade da titularidade de Jorge Nuno Lima Pinto da Costa e 9.850 direitos de voto inerentes a 9.850 acções representativas do capital social da Sociedade da titularidade de Reinaldo da Costa Teles Pinheiro, Presidente e Vice-presidente do Futebol Clube do Porto, respectivamente»
Se bem percebi a explicação do Dr. Fernando Gomes na Assembleia Geral, o facto do Clube ter ultrapassado os 50% dos direitos de voto e do capital social da FC Porto SAD, além de obrigar ao lançamento de uma OPA, irá fazer com que as novas 7500000 acções preferenciais sem voto, sejam convertidas em acções ordinárias. E, daí, resulta ao Futebol Clube do Porto passar a ser imputável acções representativas de cerca de 74% dos direitos de voto e do capital social da FC Porto SAD.
Nota: Se existir algum erro nos quadros anteriores, agradeço que usem a caixa de comentários para poder proceder à respectiva correcção.



