“O FC Porto foi super, super, super superior a partir dos vinte minutos. Até lá, conseguimos ser equilibrados e sempre que conseguimos dar três ou quatro passes consecutivos encontrámos soluções na frente.
Tenho a certeza que foi o nosso pior jogo de toda a época. Continuamos vivos depois deste mau jogo, é verdade que continuamos vivos, mas o FC Porto foi muito superior. Não é que tenha criado um número de situações claras de golo, mas foi superior depois do vigésimo minuto. (…)
Felizmente esta eliminatória ainda não está resolvida e a minha grande alegria é essa. O FC Porto podia ter resolvido a eliminatória, porque foi claramente superior. A minha equipa não conseguiu encontrar-se e não teve a personalidade que costuma ter.”
Paulo Sousa, treinador do FC Basel
“Sinceramente, não tinha visto uma equipa tão forte neste estádio nos últimos dois ou três anos
Não, nem mesmo no jogo do Bernabéu, em que perdemos 5-1. O Real é incrível do ponto de vista individual, mas coletivamente o FC Porto é mais impressionante. A forma como eles correm, como crescem, como são do ponto de vista técnico… É difícil acompanhá-los.”
Fabian Frei, médio do FC Basel, em declarações à imprensa suíça
O quadro seguinte, publicado no jornal O JOGO de hoje, ajuda a sustentar as declarações que, quer Paulo Sousa, quer Fabian Frei, fizeram no final do FC Basel x FC Porto, a propósito da exibição dos dragões no St. Jacob Park.
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| O JOGO, 20-02-2015 |
Conforme escrevi há uns dias atrás, a este FC Porto de Lopetegui faltam pequenas afinações e um dos aspectos que necessita de “afinações” é a eficácia (a taxa de aproveitamento das oportunidades criadas é baixa).
Ou, como diria o saudoso Sir Bobby Robson, é preciso incutir nestes jogadores um saudável Killer Instinct.




