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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Com merecida estrelinha

Se no encontro com o slb nos queixámos, e com toda a razão, da falta dela, hoje não poderemos ter muita razão de queixa em relação à "estrelinha". Dizem que esta, habitualmente, protege os futuros campeões. Então que seja esse, novamente, o caso na presente época.



NES deu a mão à palmatória e apresentou (quase) o nosso melhor "11" de início. Só faltou lá Layun, do lado direito da defesa, e jogaríamos na máxima força. As únicas dúvidas pairavam sobre o estreante Soares mas este cedo as desfez. Dois grandes golos (principalmente o segundo, que é enorme) e já não está aqui quem falou.
Que tenha continuação e que não se repita a história de um outro herói de jogos contra o scp. Tello celebrou um hat-trick em 2015 mas, em boa verdade, pouco mais fez do que isso no resto do tempo em que pelo Dragão passou.
Que a Soares também não aconteça o que sucedeu a André André, que foi a nossa grande estrela, na vitória contra o slb na época transacta, mas que não mais actuou a esse mesmo grande nível.

Foi um jogo em sofremos, a bom sofrer, até à defesa final de Casillas (finalmente decisivo). E nada o faria prever quando chegámos ao 2-0. A táctica que NES utilizou, durante a primeira parte, foi atípica mas resultou, ao menos durante esse período: a posse de bola deixou de ser fulcral e a ideia era colocar rapidamente a bola na frente. Daí que até o nosso próprio guarda-redes tinha ordens para despachar a bola, com lançamentos longos com o pé, mal a recuperasse. Não foi, por isso, estranho termos perdido, em termos de percentagem de posse de bola, para o nosso adversário, ainda durante o primeiro tempo.
Ora, na segunda parte, e dada a melhoria gigantesca do nosso oponente, estes números agravaram-se de tal forma que a própria vitória (importantíssima para as contas finais) chegou a estar mesmo em causa. Aí valeu-nos o nosso poste e também algumas estrelas (outras) cá da terra.

As substituições, ainda que talvez defensivas em demasia, acabaram por equilibrar a nossa equipa em termos defensivos, apesar de que Óliver deveria ter sido um dos eleitos, de tal forma andou desaparecido desta partida.
Nota positiva, uma vez mais, para a entrada de João Carlos Teixeira. A ideia tem que ser esta mesma: para segurar resultados devem entrar jogadores que sabem guardar a bola e não um Rubén Neves ou um Herrera, que não passam, ambos, de um convite ao adversário para estes terem ainda mais posse e, como consequência, mais lances de possível perigo.

Ah, e não jogámos de amarelo desta vez...