“Saí porque o Sporting me deu excelentes condições, às quais o FC Porto minimamente se aproximou.”
E durante quatro épocas (até Maio de 2004) trabalhou em Alvalade, de onde saiu para a Luz na época 2004/05, novamente pela mão de José Veiga.
Em 5 de Julho de 2007, já como enfermeiro/cinesioterapeuta, e poucas horas depois de ter sido apresentado como membro do renovado departamento médico do Benfica, bateu com a porta afirmando à Lusa: “Apresentei a demissão por não estar de acordo com o funcionamento do departamento médico”.
Passaram nove anos desde que Rodolfo Moura saiu do FC Porto – actualmente está afastado do futebol, tendo montado o Centro Rodolfo Moura na Avenida da Boavista, em parceria com a Sonae – e, sem colocar em causa o valor dele, não me parece que se note a sua ausência.
A recuperação relâmpago do Hulk, ou a do Derlei na época 2003/04, são apenas dois exemplos que atestam a competência departamento médico do FC Porto, liderado pelo doutor Nelson Puga e do qual fazem parte os enfermeiros José Mário e Eduardo Braga, o fisioterapeuta Ângelo Castro, o massagista José Luís e o recuperador físico António Dias.
Conclusão: havendo competência, liderança e organização, não há insubstituíveis.