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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

23 mil num treino

23 mil adeptos no primeiro treino de 2015 (fonte: O JOGO)

23 mil adeptos num treino é algo notável, quer seja no Porto, em Lisboa ou noutro local qualquer.

Um clube que atrai mais de 20 mil adeptos a um mero treino tem, seguramente, um grande potencial.

A questão é: como tirar (melhor) partido deste potencial?

Por exemplo, como transpor este entusiasmo, esta paixão, esta adesão, para maiores assistências no Estádio do Dragão?

No início de um novo ano, este é um desafio que a estrutura dirigente do FC Porto tem de ganhar.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Treinos em período de selecções


«Cumpridos dois dias de folga, o FC Porto regressou ao trabalho esta quarta-feira, no Olival, onde não marcaram presença os internacionais Rolando, Moutinho e Varela (Portugal), Djalma (Angola), Otamendi (Argentina), Defour (Bélgica), Hulk (Brasil), Guarín e James (Colômbia), Alvaro, Cristian Rodríguez e Fucile (Uruguai), e Mangala (Sub21 da França).
Para colmatar as ausências, Vítor Pereira contou com quatro jogadores dos Sub19: o guarda-redes Caio, o médio Fábio e os avançados Vion e Gonçalo Paciência.
Em termos clínicos, Kléber mantém-se em tratamento e Alex Sandro em treino integrado condicionado.»
in www.fcporto.pt, 05/10/2011


«O FC Porto cumpriu, esta quinta-feira, o segundo treino da semana, com destaque para as presenças repetidas, no Olival, de quatro atletas da Formação (...).
Quanto ao boletim clínico, não apresenta alterações (tratamento para Kléber e treino integrado condicionado para Alex Sandro).»
in www.fcporto.pt, 06/10/2011


«O FC Porto finalizou a semana de trabalho esta sexta-feira, com mais uma sessão cumprida no Olival. Os Dragões desfrutam agora de uma dupla folga, estando o regresso ao Centro de Treinos apontado para a próxima segunda-feira, às 16h00 (...).
Relativamente a esta manhã, além das ausências dos internacionais (...), de referir que Kléber e Alex Sandro mantiveram os respectivos planos de recuperação (tratamento para o avançado e treino integrado condicionado.»
in www.fcporto.pt, 07/10/2011


10 dias seguidos sem poder contar com a maior parte do plantel é algo que parece fazer pouco sentido, mas o calendário da FIFA é assim e, tal como no resto, no futebol manda quem pode.

Deste modo, com apenas 12 jogadores do plantel principal disponíveis, incluindo os guarda-redes, não deve ter sido grande a utilidade desta "semana" de treinos.
Para além da manutenção física, terá sido possível ensaiar alguma jogada?

P.S. Ao longo desta semana de três dias, Sapunaru nunca fez parte do boletim clínico. Se não se lesionar nas folgas, faço votos para que nenhuma mialgia de esforço o exclua da próxima convocatória...

sexta-feira, 5 de março de 2010

O treino, as indisposições e a recuperação

O FCP empatou com o Leixões, jogou a meio da semana com o Arsenal e logo a seguir cumpriu o jogo da Liga com o SCB, tendo feito o melhor jogo da época, apesar de ter contado com apenas 3 dias para preparação do jogo.
O SCP depois de uma série miserável de resultados, apareceu em grande com o Everton e apesar das 72 horas que mediou o jogo com o FCP, cilindrou-nos e venceu por 3-0, quando o FCP parecia estar em vantagem, pois teve uma semana inteira para preparar cuidadosamente o jogo.
Ambos os treinadores se queixaram, aquando de desaires anteriores, da falta de tempo para preparar as equipas tacticamente, tal a sucessão de jogos. Diziam que apenas lhes ficava tempo para recuperar os jogadores.

Estes dois exemplos relevam um aspecto curioso: que afinal a táctica pode ser menos importante que o bom trabalho de recuperar os jogadores, que hoje se realiza com uma grande sofisticação de meios. Poder-se-ia até concluir – se quiséssemos ser irónicos – que as prelecções e os exercícios tácticos são enfadonhos e contra indicados, e mais vale jogar, jogar e jogar que depois o trabalho de recuperação faz o milagre e põe os homens a jogar com uma temível gana competitiva. Que o diga o SCP.

Di Maria antes do jogo com o Hertha de Berlim teve uma indisposição gástrica no aquecimento. Recolheu aos balneários antes dos colegas. Recuperou e jogou, e fez um jogo de encher o olho. Os olheiros comprovam-no. A recuperação demorou breves momentos, ao que consta. Aimar não jogou com o Leixões e regressou mais cedo a Lisboa, devido a uma indisposição gástrica. Deve ter sido mais grave, porque não foi possível debelar com os cuidados médicos a ministrar no local.

Izmailov passou a véspera do jogo com o FCP no hospital por causa de uma gastroenterite. Em 24 horas recuperou, fez um jogo em cheio e sempre em alto rimo.

As principais equipas do pelotão mundial, são acompanhadas de autênticos laboratórios móveis na recuperação dos ciclistas. A ciência anda ao ritmo da exigência da competição e um passo à frente dos vampiros das forças anti-dopagem.

No mundial, diferentes observadores puderam testemunhar o nível altamente sofisticado usado na recuperação dos jogadores. A FIFA já prometeu uma mais próxima supervisão desses meios, porque teme que a dopagem esteja lá ou ande muito próxima.