domingo, 5 de outubro de 2014
Equipa Ab “esmaga” Olhanense
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Mais uma derrota
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| O JOGO, 05-05-2014 |
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| O JOGO, 18-04-2014 |
domingo, 4 de maio de 2014
Tortura #572152
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Podia ter sido 10-0
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| Carlos Eduardo, FC Porto x Olhanense (fonte: Maisfutebol) |
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Mais uma ameaça de greve antes do... SLB!
Público, 29/03/2013
É um déjà vu recorrente, a cada época, no campeonato português. O sindicato dos jogadores é liderado por Joaquim Evangelista, um capacho do 5LB, que todas as épocas desportivas se aproveita de um clube em dificuldades financeiras e com salários em atraso para reivindicar greves (ou ameaças de greve) na véspera de estes clubes defrontarem o clube do regime.
Esta situação já se vem repetindo desde 2005 e tem sido denunciada aqui no Reflexão Portista desde 2008. Agora é a vez do Olhanense. O clube algarvio tem salários em atraso há cerca de 3 meses. O Evangelista aproveita para semear a desorganização em semana de jogo contra um adversário que está a disputar o primeiro lugar, incitando os jogadores à greve e desviando a sua concentração do trabalho que têm de desempenhar (o Olhanense, estando em penúltimo lugar, não deveria descurar um único jogo).
A greve é um direito inalienável dos trabalhadores e está consagrada na Constituição. Não tenho dúvidas de que, em última instância, a greve pode ser encarada como uma forma de luta justa e compreensível. O que não é compreensível é que todos os anos lá venha o pastor evangélico incitar os jogadores de um clube em situação financeira difícil a fazer greve antes de um jogo com o 5LB. Isto acontece pelo menos desde 2005.
A lista é longa e o adversário dos putativos grevistas foi sempre o mesmo:
- Em 2005, à 14ª jornada, os jogadores do Vitória de Setúbal apresentaram um pré-aviso de greve antes do jogo com o… 5LB;
- Em Novembro de 2008, à 8ª jornada, os jogadores do Estrela da Amadora não treinaram nessa semana e ameaçaram não comparecer ao jogo na Luz contra o… 5LB; (curiosamente neste caso o presidente do clube conseguiu um “sponsor” que pagou os salários: a empresa Obriverca)
- Em Abril de 2009 Evangelista entregou aos jogadores do Vitória de Setúbal o dinheiro do Fundo de Garantia Salarial, apenas três dias depois de estes serem goleados em casa pelo… 5LB e quatro dias antes de uma deslocação ao Dragão; (curiosamente os jogadores estiveram sem treinar toda a semana que antecedeu o jogo contra o... 5LB!)
- Em Abril de 2012 o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol avisava em comunicado que os jogadores do União de Leiria iriam “paralisar por completo o trabalho” se não recebessem 3 meses de salários em atraso. Faltavam 3 jogos para o fim do campeonato e um deles era na Luz contra o… 5LB!
Ver mais em:
O evangelho segundo Joaquim
“Contribuir para a estabilidade do grupo”
Os tentáculos do slb
Obri-quê?
A aliança entre Evangelista e Vieira
O presidente
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
As estatísticas dos últimos 3 jogos
O jogo em que o FC Porto fez mais remates (29) foi contra o Olhanense.
O jogo em que houve uma maior diferença entre os remates efectuados e os remates consentidos (26 = 29 - 3) foi contra o Olhanense.
O jogo em que o FC Porto fez mais remates enquadrados com a baliza (13) foi contra o Olhanense.
O jogo em que o guarda-redes da equipa adversária fez mais defesas (12) foi contra o Olhanense.
Os jogos em que o FC Porto teve mais cantos a seu favor (12) foi contra o Vitória Guimarães e Olhanense.
O jogo em que o FC Porto teve maior percentagem de posse de bola (78%!) foi contra o Olhanense.
Não é possível chegar-se a estes números fazendo um "mau jogo".
Pois é mas, apesar destes números avassaladores, contra o Olhanense o FC Porto marcou apenas um golo, enquanto que nos dois jogos anteriores tinha marcado nove (uma média de 4,5 golos por jogo).
De facto, por mais que uma equipa jogue e domine o adversário, se não houver eficácia...
E, na minha leitura do jogo de ontem, foi essencialmente isso que faltou - EFICÁCIA - porque oportunidades de golo o FC Porto criou as suficientes para golear (só o Jackson falhou um penalty e dois golos feitos, um em cada parte).
domingo, 1 de abril de 2012
Com um brilhozinho nos olhos …..

Foi um jogo entretido. O FCP fez as despesas do jogo, o Olhanense foi de tração atrás. Sem impor um ritmo alto, o FCP manteve o domínio, esteve mais solto, soube acelerar com critério e levar o pânico à defesa adversária que teve a liberdade para jogar de forma rude, demasiadas vezes.
Criamos muitas situações de golo que fomos desperdiçando, muito por mérito do guarda redes adversário que fez uma excelente exibição.
Começamos o jogo com uma perdida, e essa foi uma constante durante a partida. Mantivemos a pressão atacante e a iniciativa durante todo o jogo e conseguimos estar mais tempo no meio campo adversário que o habitual. Lucho esteve mais activo e Moutinho fez uma exibição de encher o olho. O meio campo produziu mais e melhor. James e Hulk estiveram em bom nível e a defesa mais concentrada.
Notei que Fernando ainda não está no seu melhor e Janko sempre muito esforçado não foi feliz e esteve muito desencontrado com as movimentações dos colegas. Foi a exibição menos conseguida.
As substituições foram bem vistas: não esgotar Lucho, dar descanso a Alvaro e tempo a Varela, continuando a praticar a opção Hulk no eixo do ataque.
Saí mais satisfeito, embora a vitória tivesse sido escassa em função das muitas o ocasiões perdidas. Não foi uma exibição de encher o olho, mas deixou um brilhozinho nos olhos dos adeptos portistas e alguma alma para o próximo jogo.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Amarelos cirúrgicos
“Vai ser extremamente difícil para o Olhanense, porque as pessoas têm de perceber isto: quando toda a gente falava que só o Javi Garcia fazia falta ao Benfica, e que o Benfica não era a mesma equipa sem um jogador, é evidente que sem quatro ou cinco jogadores, para o Olhanense não é difícil, é extremamente difícil”.
Três das ausências certas são-no devido a acumulação de amarelos. De facto, no recente Vitória Guimarães x Olhanense, o árbitro Vasco Santos “acertou em cheio”. Dos quatro cartões amarelos que mostrou à equipa de Olhão, três foram a jogadores que estavam à bica e, por isso, André Pinto, Wilson Eduardo e Cauê ficam de fora do desafio contra os encarnados. É a vida…

Aliás, a “coincidência” de jogadores das equipas adversárias do slb ficarem impedidos de jogar contra o “clube dos 6 milhões”, devido à acumulação de amarelos, é algo que se está a tornar regular. Não faltam exemplos que atestem esta “regularidade” e ainda há cerca de um mês falei de um caso semelhante, a propósito da deslocação do slb a Coimbra.
Mas, numa altura em que este assunto foi abordado por muitos blogues portistas (a comunicação social do regime, evidentemente, nem ao de leve lhe toca), importa dizer que este padrão já existia na época passada.
A memória dos adeptos é curta, mas eu ainda me lembro do meio-campo totalmente “renovado” que o Paços de Ferreira teve de utilizar na recepção ao slb, na sequência de uma arbitragem “cirúrgica” do agora famoso Marco Ferreira (num Beira-Mar x Paços Ferreira).
De uma coisa tenho a certeza: a sequência destes casos não entrou, nem entrará, para a história do futebol português. A “verdade desportiva” é algo muito sério…
sábado, 5 de novembro de 2011
Nulidade completa!
É ele o principal culpado?
Não sei mas, nesta altura, isso interessa?
Perante a situação a que a equipa chegou só vejo duas alternativas: fazer mudanças profundas no plantel (como? quando? quem sai? quem entra? com que custos?) ou a SAD tentar arranjar um treinador que consiga pôr estes jogadores a jogarem o que já mostraram saber.
No jogo de hoje, tendo beneficiado de 15 ou 16 cantos, em quantos deles a equipa do FC Porto conseguiu criar perigo real? Zero!
Mais. Se não estou em erro, tirando o lance do penalty, o FC Porto não fez um único remate enquadrado com a baliza. É obra!
E até uma equipa cheia de limitações como este Olhanense, que acima de tudo se preocupou em defender o empatezinho, nas poucas vezes que atacou fez tremer a defesa do FC Porto. É inadmissível!
No final do jogo, em declarações à TVI, Vítor Pereira afirmou: "O FC Porto tentou tudo, circulou, movimentou-se. Não posso apontar absolutamente nada aos meus jogadores."
Como?!!! E no próximo jogo, a ideia é repetir a dose do "trabalhámos muito durante o jogo", "circulámos", "fizemos pressão", etc?
O FC Porto está doente, profundamente doente. Já sabemos que o treinador está num estado autista e vê uma realidade diferente, mas a Administração da SAD tem obrigação de actuar. Se o não fizer, para além do apuramento para os 1/8 da Liga dos Campeões estar comprometido, também o campeonato irá ficar.
P.S. Não quero, nem penso que se justifique, individualizar as más exibições (e foram tantas!), mas qual terá sido a lógica de optar por Maicon em detrimento de Otamendi para lateral-direito?
sábado, 26 de fevereiro de 2011
A fibra de que se fazem campeões

Na sua disposição inicial os azuis e brancos voltaram a manter-se fiéis aos seus princípios. O 4-3-3 clássico, e por demais recalcado, foi tarefa relativamente fácil para os rapazes de Daúto Faquirá. Reconheça-se, em boa verdade, que a nossa equipa na fase inicial do encontro foi inconsequente o suficiente para permitir que o adversário “controlasse” ao largo a partida. Uma menor rotação e interacção entre os elementos de construção ofensiva, aliada a uma ineficaz circulação de bola, deixava o nosso Porto sem capacidade para derrubar a organização da equipa de Olhão.

A este Dragão, pese o todo empenho e aplicação patenteados nos primeiros 45 minutos, faltava-lhe claramente um “golpe de asa” que fosse capaz de desmontar o bem estruturado conjunto Algarvio. Villas-Boas com uma leitura perfeita, avançou para jogo James e Fucile, conseguindo com isso impôr uma dinâmica que até aí não se vira.
O “miúdo” Rodriguez colou-se atrás do duo da frente Falcao e Hulk, servido de plataforma de circulação de jogo. Um papel bem interpretado que muito foi contribuindo para o desatar do nó de um novelo muito emaranhado. Depois da dupla ameaça de El Tigre a evidenciar o domínio portista, surgiu o pontapé em arco e em grande estilo de Belluschi a dar cor ao futebol positivo que, por essa altura, a nossa equipa praticava.

Se o mais difícil de conseguir – o golo - levou mais tempo do que todos nós julgávamos a alcançar, o descanso veio mais rápido. Após uma assistência de Hulk, Falcao, bem ao seu estilo, rapinou a defesa do Olhanense, conseguindo voltar aos golos neste seu regresso aos jogos da Liga Portuguesa.
Com duas bolas no saco, a cambada de Villas-Boas começou finalmente a respirar fundo, depois de ter sido obrigada a ir aos limites da sua persistência. O terceiro tento, que dita o resultado final, não mais passa do que mera cosmética estatística que por estes dias é muto valorizada. A verdade é que este foi um triunfo suado e exigente. Mas só foi possível alcança-lo com uma exibição convincente.
Fotos agasalhadas em: uefa.com
domingo, 26 de setembro de 2010
A receita para o vencedor do costume

Polémicas de parte, a vitória portista teve muito mais do que o show do avançado brasileiro, a começar pela estreia de Otamendi. E logo com um golo. O regresso de Fucile à asa direita. O incremento sustentado da influência de Moutinho na manobra da equipa. Mas, acima de tudo, assumpção vincada do conjunto de Villas Boas de que gosta de assumir as rédeas do jogo, através de uma posse e circulação de bola muito orquestrada e bem apurada. A consequência fica à vista de todos, um jogo que só teve um sentido, a baliza de Moretto.

O entusiasmo em que vive o actual futebol azul e branco, contrastando com o desgaste paulatino dos conceitos da anterior equipa técnica, cava logo à partida de cada encontro uma diferença gritante na sua abordagem. A vários níveis; Nos jogadores, mais descomplexados, mais motivados e confiantes com a nova ordem libertina que Villas Boas implementou. No treinador, que sente o seu grupo a corresponder com aproveitamento aos seus conceitos de jogo. Nos adeptos, aumentando os seus níveis de confiança e de crença na sua equipa.
A filosofia de jogo é tudo. E a do Porto do “Cenourinha” exprime as suas particularidades desde logo num só jogador. Fernando. A amplitude de jogo concedida ao nosso médio mais recuado enquadra todo um perfil de jogo personalizado, que vai em busca dos seus objectivos, sem perdas de tempo em futilidades de 2ª linha. O condimento final assenta na soma e características das individualidades de Varela, Belluschi, Álvaro Pereira ou Hulk, só para citar alguns exemplos.

Na verdade, de tão rotineiras, de tão práticas e tão simples se vêem transformando estas vitórias do Dragão, que corre-se o risco de crer que dificilmente haverá algo ou alguém capaz de travar este Porto. Pés assentes no chão, porque o desafio mental seguinte a este plantel chama-se sobranceria.
Fotos: uefa.com, A Bola
sábado, 6 de março de 2010
É favor fechar o tasco para balanço

Ó Falcão, desculpa lá estares a levar por tabela, até porque estás a ser um pequeno oásis neste turbilhão de mediocridade que te rodeia. Com excepção do esforçado Rúben Micael, e mais um ou outro fogacho, o resto não se aproveita nada. De fio a pavio. Estado de espírito? Estado de alma? Motivação? Culpa em parte do treinador por não vos incutir “ganas” no ego. Mas com este “deixa andar” com que vocês estão encarar estes jogos, parece-me que o vosso futuro neste ramo poderá ser ainda mais curto do que aquilo que já é.
O adversário que vocês defrontaram esta tarde, que por acaso até tinha lá pelo meio uns “putos” desta casa, que sabem quanto vale esta camisola, que sonham um dia poder estar ao vosso lado (será vocês merecem?), e foram preteridos por critérios que a própria razão desconhece, provou ser eficiente quanto baste para anular-vos, sem subterfúgios ou desculpas de cartilha que já estamos todos fartos de ouvir. Ambição, atitude e querer não são coisas que compram. Nem com o dinheiro dos vossos afanados ordenados. Ou se tem, ou não se tem. Façam o favor de oferecer as vossas camisolas a esses miudos.
Dito isto, falar do jogo é pura perda de tempo. Das bacoradas de Miguel Lopes, ao corredor de “via verde” patrocinado pela dupla Bruno Alves e Maicon. Da inutilidade de Tomás Costa a trinco, passando por um restante meio campo sem nervo e pouca capacidade de desiquilibrio. De um Mariano que voltou a afundar-se, ou de um Rodriguez que tenta reerguer-se de mais uma lesão, valha-nos a pontaria de Falcão.
Jogo, pouco ou nada se lhes viu fazer. Mesmo a perder por 2 bolas de diferença. É preciso ter calma, que aqui a cambada não tem pressa e não stressa. Muito atabalhoamento e pouco discernimento. Um empate caído do céu, que bem vistas as coisas, até é um brinco. O povo é sereno, e 3º lugar está garantido. É favor fechar o tasco, que este ano o pessoal foi de férias mais cedo.
Fotos: Agência Lusa, uefa.com
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Porto B e as teorias da conspiração
Antes e depois do último Olhanense x SLB, os benfiquistas catalogaram a equipa de Olhão como sendo um Porto B e, inclusivamente, montaram em torno disso uma teoria de conspiração a que os “ingénuos” e “puros” jogadores encarnados não souberam responder.
Contudo, (re)vendo o jogo, verifica-se que dois dos jogadores do Olhanense emprestados pelo FC Porto estiveram particularmente infelizes.
Que diriam os benfiquistas, e a comunicação social que está ao seu serviço, se contra o FC Porto o Ventura tivesse sofrido dois golos daqueles (o primeiro foi um verdadeiro peru)?
E pior ainda, imagine-se que tinha sido contra os dragões que o Tengarinha tinha falhado o golo da vitória de forma anedótica, precisamente no último minuto do tempo de descontos. Ia ser bonito, caía o Carmo e a Trindade...
A paranóia tem destas coisas mas até para a cegueira há limites.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Será desta que a Liga vai intervir?
O jornal OJOGO revela na sua edição de hoje que Tomás Costa vai mesmo ser operado amanhã numa altura em que o hematoma que tem no nariz já o deverá permitir. Os exames efectuados revelaram a fractura dos ossos próprios do nariz e o afundamento do septo nasal.
Esta lesão foi causada pelo jogador Guga no jogo com o Olhanense. O jogo foi transmitido em canal aberto e por isso todo o país pode ver a forma brutal como o Tomás Costa foi atingido quando se aproximou do atleta da equipa algarvia. O mais impressionante foi a (não) actuação do árbitro Pedro Henriques que não marcou falta nem sequer se deu ao trabalho de interromper o jogo, quando se disputavam os derradeiros minutos e o FC Porto vencia por 3-0 (Tomás Costa não estava certamente a "queimar" tempo). E lá ficamos a assistir ao triste espectáculo do jogador portista deitado no chão de barriga para baixo com o sangue a escorrer-lhe pelo nariz como uma torneira aberta.
O CD da Liga vai intervir e repor a justiça aplicando ao Guga a sanção que o árbitro não aplicou dentro do campo ou vai mais uma vez assobiar para o lado e fingir que nada de anormal se passou neste lance?
A Liga vai proteger os jogadores ou vai continuar a permitir que os "caceteiros" fiquem impunes pelos seus actos violentos?

O CA da Liga vai punir o Pedro Henriques ou vai continuar a nomea-lo para apitar partidas, ele que além de deixar jogar também deixa partir e agredir com total impunidade?
domingo, 4 de outubro de 2009
Olhando em frente

O FC Porto entrou com a mesma equipa que na passada quarta-feira defrontou o Atl. Madrid, à excepção de Tomás Costa que cedeu o lugar a Fernando, que cumpriu um jogo de castigo. Está visto que Belluschi é mesmo necessário no meio campo portista visto que lhe confere mais imaginação, passes de ruptura e, neste jogo em concreto, mais duas assistências. O jogo foi aberto desde o início uma vez que, como já se disse, o Olhanense é uma equipa sem complexos. Aos catorze minutos e depois de uma jogada de insistência em que Belluschi vai buscar a bola sem esperar pelo pontapé de canto cruzando para o cabeceamento certeiro de Falcao no centro da área o FC Porto chega ao 1-0. Nesta altura já Fucile e Alvaro Pereira faziam perigosas incursões em ambos lados do ataque do FC Porto. A partir daí e até ao intervalo o jogo foi sendo controlado pelo FC Porto exceptuando um canto marcado pelo Olhanense em que o Helton, com a tremedeira do costume em bolas pelo ar, sacode mal e Bruno Alves não consegue afastar ficando a bola à mercê de Sandro que atirou ao poste. De lamentar na primeira parte um falhanço de Hulk que corre isolado desde o meio campo e à entrada da área tenta fintar o guarda-redes acabando por perder a bola. Falta nestes lances alguma calma e frieza ao Hulk para finalizar com golo. A rever. Em cima dos 45 minutos Bruno Alves fica na área em mais uma jogada de insistência e marca um excelente golo com um cabeceamento à ponta-de-lança ao segundo poste a corresponder a cruzamento de Belluschi.
Na segunda parte o Olhanense entrou com outra motivação e com duas alterações e conseguiu durante largos minutos o controlo do jogo sem no entanto criar lances de perigo iminente por alguma falta de objectividade da linha avançada. O FC Porto tardou a encontrar-se e só depois das substituições operadas por Jesualdo Ferreira é que a equipa voltou a controlar o jogo. Entretanto a equipa de Olhão perdeu frescura física e discernimento e com isso qualquer hipótese de reduzir a diferença. Já perto do final Hulk atirou duas bolas ao poste e depois de uma boa jogada com Fucile assiste Falcao para o seu segundo golo e o terceiro do FC Porto.Há ainda a destacar a defesa da noite por intermédio de… Alvaro Pereira! Depois de um livre marcado do lado esquerdo do ataque do Olhanense a bola sai muito larga e vai cair ao segundo poste onde aparece Alvaro Pereira a cortar in extremis de cabeça. O Helton, esse, ficou a vê-la passar mais uma vez, em lance muito semelhante ao do golo do Braga. Depois venham dizer que era “indefensável”.
A arbitragem de Pedro Henriques foi completamente desastrada a todos os níveis (técnico e disciplinar). Há um penalty por assinalar contra o FC Porto porque Bruno Alves agarra de forma ostensiva e repetidamente Rabiola (quando estava 2-0) dentro da área. As faltas sobre o Hulk era sempre a mandar jogar mas em lances semelhantes com jogadores do Olhanense o árbitro não se coibia de marcar falta contra o FC Porto. Há também uma agressão ao Fucile que Pedro Henriques ignorou e uma murraça de Guga ao Tomás Costa em que lhe parte os ossos do nariz e provavelmente o obrigará a uma intervenção cirúrgica e que o árbitro e 4º árbitro fizeram de conta. Péssimo serviço.
Positivo: Fucile e Pereira nas laterais, Hulk e Falcao no ataque.
Negativo: Helton e Mariano







