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sábado, 2 de maio de 2015

UMA GRANDE ESTREIA E UMA GRANDE TIRADA



30 de Junho de 1968, Lourenço Marques (actual Maputo). Portugal defronta o Brasil num jogo amigável e sai derrotado por 2-0.

Este jogo tem especial importância para nós, portistas, pois tratou-se do jogo de estreia de Fernando Pascoal Neves (Pavão, na foto) na Selecção Nacional. O flaviense seria substituído aos 55' pelo nosso antigo jogador e futuro treinador Artur jorge, à altura jogador da Académica ("substituí o melhor em campo", diria Artur Jorge).

Mas a melhor peripécia veio perto do final do jogo. Faltavam dois minutos, e o seleccionador nacional, José Maria Antunes, mandou entrar o nosso jogador Rolando. Este, visivelmente agastado, virou-se para ele e disse: "Entre você!"

Pavão e Rolando foram durante alguns anos os solitários representantes do F.C. Porto na Selecção - e nem sempre. Neste jogo, também o guarda-redes Américo alinhou.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Tielemans e Praet, jogada de génio

O jornal italiano Tuttosport avança hoje a notícia que dois dos jovens mais cobiçados do futebol europeu estão atados ao FC Porto por um direito de preferência. Trata-se dos belgas Yuri Tielemans e Dennis Praet citando fontes dos belgas Sudpress. E tudo graças ao negócio Rolando.

Tielemans e Praet são jogadores da "cantera" do Anderlecht. Duas das maiores promessas do futebol belga, um país que tem actualmente uma das três canteras mais fortes da Europa (a par da espanhola e alemã) e um sem fim de talentos a surgir como cogumelos e que prometem dar que falar. Praet e Tielemans pertencem a esse grupo. São internacionais pelas categorias de formação, têm já bastantes minutos nas pernas na Jupiler League belga e no passado defeso foram alvo da cobiça de vários emblemas europeus. Praet, mais velho (tem 20 anos pelos 17 de Tielemans), recebeu inclusive ofertas de clubes como o Atlético de Madrid, Internazionale e AS Roma. O Manchester City e o Tottenham Hotspurs, por sua vez, fizeram propostas por Tielemans. O clube belga não vendeu nenhum dos dois jogadores dando a entender que esperaria sacar o máximo possível do seu rendimento até surgir uma proposta irresistível. Afinal são duas das suas maiores promessas em largos anos.



E aqui entra na equação Rolando.
O central há muito que era um jogador marcado e descartado. Não deu má conta de si em Itália mas no Porto seria difícil voltar a vê-lo a jogar tal foi a forma como as suas relações (e as do seu agente) chocaram com alguns membros da direcção (que não o Presidente). Sem ter sido colocado no mercado em Agosto, o central que brilhou ás ordens de AVB ficou sem ficha e a treinar sozinho. Encontrar uma solução era urgente e necessária e de um descarte o FC Porto conseguiu milagrosamente, segundo o jornal italiano, um negócio de ouro. Rolando foi emprestado ao Anderlecth que estava interessado também no empréstimo de Reyes que Lopetegui acabou por vetar. No final da época estará livre e poderá assinar pelo clube belga de forma definitiva. Ao mesmo tempo o Anderlecth assinou com o Porto um acordo de cavalheiros em que temos o direito preferencial sobre as duas jovens promessas do clube. Se o Anderlecht receber uma oferta por ambos, temos a possibilidade de a igualar e caso assim seja os jogadores são nossos. Isso não significa que terminemos por avançar para a aquisição de qualquer um dos dois, evidentemente, mas ter voto na decisão do futuro de duas das maiores promessas da sua respectiva faixa etária da Europa num negócio que envolvia colocar um descartado não deixa de ser uma jogada de génio.

Para os que menos conhecem o futebol belga basta resumir que Praet é um extremo esquerdo que pode também jogar atrás do ponta de lança e que já conta com mais de meia centena de jogos na liga belga e uma internacionalização sénior com os 20 anos recém-cumpridos. Já Tielemans, 17 anos, é um médio defensivo de fino recorte, boa leitura de jogo e que já está referenciado como um dos cinco melhores da Europa na sua posição entre os menores de 19 anos. Ambos encaixam no perfil do treinador, jogadores jovens de grande potencial futuro, e nas recentes aquisições do clube. Outro detalhe que é importante. Praet ocupa a posição de Christian Tello. Tielemans, por sua vez, a de Casemiro. Podemos estar diante da substituição de dois jogadores cuja prolongação do empréstimo é ainda um ponto de interrogação.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

SAD não precisa de vender Mangala e/ou Jackson

05-02-2014
A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, informou ter chegado a acordo com o Valencia Club de Fútbol, para a cedência dos direitos de inscrição desportiva de Otamendi, pelo valor de 12.000.000 € (doze milhões de euros).
Este acordo prevê o pagamento de uma remuneração variável, pelo que o montante global a receber poderá atingir os 15.000.000 € (quinze milhões de euros).

09-05-2014
O Kasimpasa oficializou a contratação, a título definitivo, de André Castro. Através do seu site, o clube turco revelou que o contrato com o ex-jogador portista é por três anos (estende-se até 2016/2017).
Os valores envolvidos na operação não foram referidos (a comunicação social referiu que o negócio envolve verbas na ordem dos três milhões de euros), mas sabe-se que Castro tinha sido cedido por empréstimo, com direito a opção de compra por parte do clube turco.

22-05-2014
A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, informou que o Hellas Verona Football Club exerceu a opção de compra dos direitos de inscrição desportiva de Iturbe, pelo valor de 15.000.000 € (quinze milhões de euros).

O JOGO, 23-05-2014

Resumo do encaixe da FC Porto SAD, com empréstimos e transferências, no exercício 2013/2014 (de 1 de Julho de 2013 a 30 de Junho de 2014):
- Rolando (empréstimo ao Inter): 1 milhão de euros
- Atsu (transferido para o Chelsea): 4 milhões de euros
- Otamendi (transferido para o Valência): 12 milhões de euros
- Castro (transferido para o Kasimpasa): 3,5 milhões de euros
- Iturbe (transferido para o Hellas Verona): 6,75 milhões de euros

Total (até 23-05-2014): aprox. 27 milhões de euros

O JOGO (capa), 23-05-2014
Para além destes jogadores, há o caso de Fernando, cuja saída (para Inglaterra) a RTP e O JOGO dão como certa (O JOGO fala numa verba que deverá rondar os 20 milhões de euros).

Entretanto, em 18 de Maio, em declarações à imprensa italiana, Piero Ausilio, diretor desportivo do Internazionale, afirmou: “Queremos manter o Rolando connosco, mas não vamos perder a cabeça. O Rolando vai fazer 29 anos e negociar com o FC Porto pode não ser fácil. Mas é verdade que queremos que ele continue connosco e esperamos que a nossa vontade e a vontade do jogador tenham algum peso nas negociações.

A imprensa italiana referiu que o Inter está disposto a oferecer até 5 milhões de euros pelo passe de Rolando.

Ou seja, a confirmaram-se as vendas dos passes de Fernando e Rolando (por montantes próximos dos referidos), o encaixe total da FC Porto SAD, com empréstimos e transferências, irá saltar para valores na ordem dos 45 a 50 milhões de euros.

Isto significaria que a FC Porto SAD fecharia o exercício 2013/2014 com um resultado líquido positivo, sem necessitar de vender mais qualquer jogador, nomeadamente os muito falados Mangala e Jackson Martinez.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ufa, finalmente Rolando!


«Il Napoli ufficializza gli arrivi di Rolando in prestito dal Porto e di Radosevic in prestito con diritto di riscatto dall'Hajduk Spalato.
La prima giornata di Rolando in azzurro è cominciata in mattinata a Castelvolturno. Dopo aver visitato il Centro Tecnico, il difensore ha sostenuto prima gli esami strumentali alla Clinica Pineta Grande e poi ha svolto le altre visite sotto la visione del dottor De Nicola al Centro Tecnico seguito dal Professor Marzullo e dallo staff sanitario del Napoli.
Successivamente il portoghese ha partecipato al primo allenamento col gruppo saltando solamente la parte tattica.
"Sono molto felice di giocare in azzurro - ha detto Rolando - ho voluto Napoli perchè è un grande Club con tanti campioni. Mi hanno parlato tanto della passione dei tifosi azzurri e non vedo l'ora di provare l'emozione del San Paolo".»
in www.sscnapoli.it


Ainda não há números oficiais (fala-se no pagamento de 1 milhão de euros pelo empréstimo), num negócio que parece ter sido feito nos mesmos moldes do efetuado há um ano atrás, quando Guarín saiu para o Inter.

Para já, é menos um problema e um salário que a FCP SAD tem de suportar. Se, em Junho, o SSC Nápoles exercer a opção de compra (nesse caso, fala-se num valor global de 8 milhões de euros), considero que será um muito bom negócio, atendendo ao binómio qualidade-idade do jogador (faz 28 anos em Agosto) e ao facto de as alternativas existentes no plantel portista serem jogadores mais novos e melhores.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Rolando parte a loiça

«During the summer window Hughes first attempted to bring Ricardo Carvalho back to the Premier League, from Real Madrid, then persuade Michael Dawson to move across London from Tottenham Hotspur. Both declined the invite, and thus ensued a tortuous attempt to sign the Portugal international Rolando.
Here was a robust but technical able defender in his mid-20s who had just gone to the European Championship. He had been a first choice for Porto throughout his four seasons there, winning trophy after trophy. And Porto were willing to let him leave for a surprisingly reasonable €2millon (Dh9.4m) loan fee with a €10m option to buy. Problem solved? Not quite.

An intelligent and strong-minded individual, Rolando was not keen on joining a small club that only just avoided relegation to the Championship. He did not appreciate the pressure exerted by Porto technical director Antero Henrique to leave for QPR, nor the threats from coach Vitor Pereira that he should not expect to be a starter if he refused to leave the club. Nor did he appreciate the calls informing him that Mohamed Afzal, a Portuguese-based agent registered in the tiny African state of Guinea-Bissau, and Kia Joorabchian, Hughes's controversial representative, wanted him to meet the QPR manager to discuss a move.

Though both clubs pursued the transfer until deadline day, Rolando dug in his heels and stayed put. “I didn't go to QPR for two reasons”, Rolando explains. “First, I don't go anywhere on loan. If I leave Porto I want to leave for good because it is difficult for a player who has been a first choice for four years and is a Portugal international to come back to a club after that club has sent him away on loan. Second, with all respect to QPR I didn't consider them to be a team for my level”. “What I find hard to understand is why Porto rejected an offer of €8m from Roma at the beginning of August and then told me to move to QPR for a €2m loan fee and an option of €10m. This I find hard to explain.

Hard to explain, easier to see the results. Paying for his strength of mind, Rolando has been exiled to Porto's reserves. Paying for his adviser's presumption, Hughes is unemployed.»


Evidentemente, esta é a versão do Rolando ou, provavelmente, do empresário do Rolando (que nas últimas semanas tem andado muito falador...).

Estranho é o facto de estas declarações surgirem num jornal inglês (The National). Se o Rolando, ou o seu empresário, têm queixas da FC Porto SAD e entenderam ser a altura para vir para a praça pública partir a loiça, acharia mais normal que o fizessem através dos canais habituais para esse fim: A BOLA, Record, ou o programa ‘Bola Branca’ (RR).
Aliás, gostava de perceber como é que esta entrevista é dada ao jornalista Duncan Castles (ex-Sunday Times). Ou seja, quem estabeleceu a ligação entre o Duncan Castles e o Rolando (ou o seu empresário)?

Falta saber qual é a versão da SAD portista e, principalmente, do Antero Henrique e do Vítor Pereira, que são diretamente visados nesta entrevista.

domingo, 4 de novembro de 2012

O regresso de Rolando?

O FC Porto partiu hoje para a Ucrânia, onde na terça-feira irá defrontar o Dínamo Kiev, no 4º jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões.


Sem os lesionados Alex Sandro, Maicon e Fernando, o destaque na lista dos 19 convocados são as chamadas de Rolando, Iturbe e do defesa esquerdo colombiano Quiño.

Atendendo a que, de acordo com as previsões, Fernando e Maicon irão ter pela frente uma paragem de várias semanas, Vítor Pereira vai ter de arranjar alternativas, não só para este jogo mas, provavelmente, até à paragem do campeonato em Dezembro.


Tendo apenas quatro médios disponíveis - Defour, Moutinho, Lucho e Castro -, uma das possibilidades será puxar Danilo para o meio-campo (no início ou durante os jogos), entrando Miguel Lopes para defesa-direito.

Contudo, a principal questão está relacionada com a utilização, ou não, de Rolando. A confirmar-se que Maicon só voltará a competir em Janeiro, penso que faria todo o sentido voltar a apostar em Rolando para jogar do lado direito da dupla de centrais, ao lado de Otamendi (que continuaria a jogar do lado esquerdo). Para além de ser uma dupla que já fez dezenas de jogos e do superior traquejo de Rolando relativamente à outra opção (Abdoulaye), seria uma oportunidade de ouro para Rolando se (re)valorizar, tendo em vista a sua desejada transferência na reabertura do mercado.

Assim, não podendo contar com Alex Sandro, Maicon e Fernando (e Hulk...), o meu onze para Kiev seria o seguinte:
Helton
Danilo, Rolando, Otamendi, Mangala
Defour, Moutinho, Lucho
James, Jackson Martínez e Varela

Imagens: ojogo.pt

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O fabuloso destino de Rolando

Quando, em Abril de 2008, Rolando foi contratado pelo FC Porto, a estrutura da SAD fez aquilo que muitos portistas defendem, isto é, estar atenta a jogadores que se destacam em clubes pequenos/médios do campeonato português. Foi o caso do Rolando, que era jovem (22 anos quando foi contratado), tinha nacionalidade portuguesa, era internacional Sub-21, titular do Belenenses e demonstrava potencial e aptidões físicas interessantes para a posição de defesa central (1,90m).
Por tudo isto, a que acresce o facto de a transferência ter sido feita por um valor a rondar 1 milhão de euros, na minha opinião a FC Porto SAD fez muito bem em ter contratado este jogador de origem cabo-verdiana.

É certo que o Rolando não atingiu o nível de outros grandes defesas-centrais que vestiram a camisola do FC Porto na última década (Ricardo Carvalho, Pepe, Bruno Alves) mas, nas últimas quatro épocas (2008/09 a 2011/12), período em que o FC Porto teve três treinadores diferentes – Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas e Vítor Pereira -, foi sempre titular, primeiro ao lado de Bruno Alves e depois de Otamendi.
Poder-se-á dizer que apenas foi titular por não haver alternativas melhores, mas recordo que, no mesmo período, também foi habitualmente convocado para a Seleção portuguesa, quer por Carlos Queiroz, quer por Paulo Bento onde, apesar de ser habitualmente suplente, já fez quase 20 jogos.

Atualmente, com a dupla Maicon e Otamendi consolidada (Maicon do lado direito e Otamendi do lado esquerdo) e a dar boa conta do recado, parece-me óbvio que Rolando não tem lugar na equipa. E também não tem lugar no banco de suplentes, porque o Mangala é mais polivalente e também pode fazer a posição de defesa esquerdo. Por tudo isto, com a excepção de jogos para competições secundárias (Taça de Portugal e Taça da Liga), será difícil que Rolando volte a ser titular no FC Porto.

Parece hoje óbvio que a altura ideal para Rolando ter fechado o seu ciclo no FC Porto teria sido a seguir à final de Dublin. Contudo, quem é que ia adivinhar que a época 2011/12 de Rolando ia ser marcada por altos e baixos e, principalmente, que o seu principal concorrente - Maicon - ia dar um salto qualitativo tão significativo e transformar-se no melhor defesa-central do plantel?


Apesar disso, e segundo a comunicação social, existiram propostas para o Rolando poder sair no último defeso. Terá sido o caso de uma proposta do Queens Park Rangers (empréstimo de 2 milhões de euros com opção de compra por 10 milhões) que, aparentemente, a SAD aceitava mas o jogador recusou.
Evidentemente, o jogador não é obrigado a aceitar toda e qualquer proposta que chegue à SAD portista mas, provavelmente por estar mal aconselhado, parece-me que não mediu bem as implicações de, no contexto atual, preferir ficar no plantel do FC Porto. É que não tendo lugar na equipa (nem no banco de suplentes), a primeira consequência foi deixar de ser convocado para os jogos da Seleção portuguesa.


E agora?
É possível que em Janeiro voltem a aparecer alguns clubes interessados no Rolando, mas não é fácil vender um jogador que não joga. Por isso, e tal como aconteceu há uma ano atrás com Guarín e Belluschi, eventuais propostas deverão ser de empréstimo mais opção de compra. Agora, se o Rolando continuar a achar que é melhor do que aquilo que realmente é…

domingo, 19 de agosto de 2012

Os 18 de Vítor Pereira


Lista de convocados para o Gil Vicente x FC Porto:

Guarda-redes (2): Helton e Fabiano;

Defesas (6): Danilo, Miguel Lopes, Maicon, Otamendi, Mangala e Alex Sandro;

Médios (4): Lucho, João Moutinho, Fernando e Defour;

Avançados (6): Jackson Martínez, James, Kleber, Hulk, Varela e Atsu.

Com todos os jogadores que (ainda) fazem parte do plantel disponíveis, no lote dos 18 convocados por Vítor Pereira para o 1º jogo do campeonato não entraram: Rolando, Abdoulaye, Alvaro Pereira, Castro, Iturbe, Kelvin e Janko.

E, claro, fora dos convocados ficaram também Bracali, Sapunaru, Belluschi e Djalma.

Juntando estes 11 jogadores excluídos, dava para formar o seguinte onze:
Bracali
Sapunaru, Rolando, Abdoulaye, Alvaro Pereira
Castro, Belluschi, Iturbe
Djalma, Janko, Kelvin

Provavelmente, seria o 5º melhor onze do campeonato português.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Sai Rolando e entra Ricardo?

«MILANO - Rolando si è promesso al Milan. «Aspetto una chiamata del club rossonero, accetterò solo questa soluzione per lasciare il Porto», ha fatto sapere il difensore portoghese alla vigilia dell’assalto del Fenerbhace che quest’oggi si presenterà nella sede del Porto per offrire 10 milioni di euro al club lusitano. Ma Rolando non ci sta, vuole solo il Milan che gli può garantire una maggiore visibilità a livello internazionale. Il club di via Turati, però, gli ha chiesto di pazientare perchè la sua situazione è in qusto momento in...coda ad altre due che devono essere affrontate e risolte in tempi brevi: la cessione di Ibrahimovic e il conseguente acquisto di un altro attaccante.
Quella relativa a Rolando rappresenta la prima e, almeno in questo momento, l’unica opzione che il Milan ha messo a fuoco. Il rapporto-qualità prezzo, le doti tecniche e l’età (compirà 27 anni il prossimo 31 agosto) del forte centrale nato a Capo Verde ma naturalizzato nel 2004 portoghese non si discutono. L’operazione è gestita in prima persona da Davide Lippi che, almeno per il momento, manterrà saldi i contatti fra il Milan, il Porto e Rolando in attesa di concretizzare l’operazione dove esiste, al momento, un solo ostacolo: il prezzo del «cartellino» di Rolando che la società portoghese ha fissato in 15 milioni di euro.»


«Fernando Gago y Ricardo Carvalho fueron este lunes dos protagonistas indirectos en la vuelta del Real Madrid al trabajo para dar comienzo a la pretemporada. Tanto el argentino como el portugués saben que tienen casi los dos pies fuera de la Casa Blanca, y este lunes volvió a quedar claramente demostrado. (...) la web del club informó de que la ausencia de Carvalho contaba con el beneplácito del cuerpo técnico, que le habría dado permiso. El veterano central luso está deshojando la margarita para decidir cuál será su destino, aunque tiene todas las papeletas para acabar lejos del Santiago Bernabéu.»
Marca, 17/07/2012


Juntando estas duas notícias, uma que chega de Milão e outra de Madrid, muitos portistas devem estar a pensar no cenário de Ricardo Carvalho regressar ao FC Porto e terminar a sua carreira de azul-e-branco.
E porque não?
Ricardo Carvalho fez 34 anos em Maio passado e, obviamente, já não tem a velocidade de outros tempos. Mas a qualidade continua lá e, se estiver bem fisicamente e aceitar reduzir significativamente o seu salário, penso que a sua experiência ainda poderia ser uma mais valia no plantel do FC Porto.

sábado, 14 de abril de 2012

As vontades não se moldam


A gesticulação descontrolada que Álvaro Pereira perpetrou quando verificou o seu número exibido na placa de substituições ao minuto 63 em Braga, fez-me trazer à ideia as muitas e calorosas discussões entre nós, adeptos portistas, sobre qual o modelo de gestão mais sustentável para a SAD nas épocas imediatamente seguintes onde se ganhou tudo o que havia para ganhar. Manter tudo ou renovar, é pois, um dilema eterno.

Um dos factores mais apontados pelo pesadelo vivido no “ano horribilis” de 2005, após a partida de Mourinho, foi o desbaratar de grande parte do plantel de sucesso, em especial os elementos que sustentaram as conquistas gloriosas de 2003 e 2004, deixando a equipa à mercê dos que não conseguiram bilhete de embarque, e seus baixos humores por verem a sua carreira e carteira não evoluir como os que se foram. Pressão sobre treinadores, as suas escolhas, indisciplina dentro do campo e fora dele, de tudo se viu ao longo desse período.

A inesperada partida de Villas-Boas no fim da época passada adensou as dúvidas sobre a ambição de Pinto da Costa em segurar o seu conjunto ganhador e, apesar de muita cobiça (e muitos escritos, também), salvou-se quase todo o recheio da casa, sucumbindo apenas Falcão após um negócio mais vistoso do que lucrativo pareceu ser. Entre todas as figuras proeminentes da equipa as declarações de interesse em sair não foram uniformes, mas constata-se que aqueles que mais ambicionavam e mais próximos estiveram de partir, são, simultaneamente, os que sofreram uma abrupta quebra no rendimento desportivo.



As portas de saída foram abertas a alguns elementos no passado mês de janeiro. Agora parece estar a ser mostrado o mesmo caminho a Rolando e Álvaro Pereira. Naturalmente, além da desmotivação refletida em campo, que não nos permite traduzir o número de pontos extraviados em campo – mas foram alguns, certamente - provavelmente haverá maior dificuldade da administração da SAD em vir a conseguir obter um encaixe financeiro desejado por estes atletas.

Um “produto” que era apelativo e com um potencial de retorno económico elevado, transformou-se desinteressante, tudo porque as aspirações dos jogadores, na sua ótica, não lhes foram atendidas. O nosso mercado é o que temos, curto, de imagem limitada e bolsa rota. Lá fora, aos jogadores lhes espera tudo isto em ponto grande. E não há volta dar, por mais prestígio que tenha e mais títulos que ganhe, o FC Porto estará umbilicalmente ligado à sua realidade. E se essa realidade tornar-se pequena para todos os que servem o clube, então melhor será indicar-lhes o seu caminho, antes que a sua ambição delapide a nossa.

quarta-feira, 28 de março de 2012

O irreconhecível Rolando

Na 21ª jornada, já no último terço do campeonato, os dragões venceram o slb por 3-2 e saíram da Luz como líderes isolados, com três pontos de avanço. Contudo, após ter feito aquilo que parecia mais difícil, nas três jornadas seguintes a equipa do FC Porto cometeu uma espécie de harakiri e desperdiçou 4 pontos (!), ao ceder dois empates inesperados (ou talvez não): em casa frente à Académica e na curta deslocação a Paços de Ferreira.

Evidentemente, houve vários motivos para este esbanjamento de pontos na fase decisiva do campeonato, mas há um jogador que está indelevelmente ligado a estes dois empates (ambos por 1-1), por ter estado diretamente envolvido nos dois golos sofridos: Rolando.
Primeiro contra a Académica, ao permitir que Edinho, nas suas costas, nem precisasse de saltar (!) para bater o desamparado Helton. No último jogo, contra o Paços de Ferreira, a falha ainda foi pior (por ser num lance de bola parada), ao deixar Melgarejo completamente à vontade marcar (também de cabeça), na sequência de um canto.

Rolando está a cumprir a sua 4ª época com a camisola do FC Porto e, apesar de não ser um defesa-central de top (nunca chegou ao nível atingido pelos centrais que o antecederam – Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Pepe e Bruno Alves), na época passada, após a saída do filho de Washington Alves para o Zenit, ganhou o estatuto de “patrão” da defesa portista, tendo feito dupla primeiro com Maicon e depois com Otamendi.

Infelizmente, o sucesso estrondoso que o FC Porto de André Villas-Boas alcançou na época passada, parece ter subido à cabeça de vários pseudo-craques dessa equipa, entre os quais Rolando e, logo em finais de Maio, a comunicação social começou a especular com clubes supostamente interessados na sua contratação (Liverpool, Juventus, Inter Milão, …). Mas, para que não se pense que a vontade do jogador em sair era fruto de mera especulação jornalística, o próprio Rolando tratou de desfazer as dúvidas quando, no dia 9 de Julho de 2011, no estágio em Marienfeld, fez questão de o dizer de forma cristalina:

Estou no FC Porto há três anos e sempre trabalhei em prol do grupo. A partir de certa altura, é normal que as pessoas comecem a ver-me a sair. Se tiver de sair, penso que é uma boa altura. Ganhei muito no FC Porto e quero continuar a ganhar. Se será aqui, ou não, logo se verá

A época de Rolando tem sido marcada por expulsões (já vai em três), inúmeras falhas defensivas (felizmente nem todas deram golos) e até comportamentos incorretos, como foi o caso do episódio que protagonizou aquando da sua substituição no jogo com a Académica. Apesar disso, continua a ser um dos indiscutíveis de Vítor Pereira, algo que só se explica por, na opinião do treinador do FC Porto, os outros três defesas-centrais serem piores, ou estarem em pior forma.


Na minha opinião, Rolando pode compor uma boa dupla, se estiver com a cabeça no lugar e jogar ao lado de um grande central, mas pura e simplesmente não tem categoria para ser o “patrão” da defesa portista. Contudo, também não é tão mau como tem demonstrado ao longo desta época e assim, no interesse do jogador e da SAD, tudo deveria ser feito para vender o seu passe no final desta época, não pelos completamente irrealistas 30 milhões da clausula de rescisão, mas por um valor aceitável (entre os 8 e os 10 milhões de euros), atendendo à enorme desvalorização que este “activo” sofreu esta época.

E, fechado o ciclo FC Porto (algo que na cabeça do jogador parece já ter acontecido no final da época passada), que o Rolando seja feliz nos clubes onde vier a prosseguir a sua carreira.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Vitória em Guimarães?



Alerta amarelo: o nosso jogo ofensivo não saiu com a fluidez que se vira contra Rio Ave e Lyon.
Para a supertaça, as contas correram bem. Contudo, no próximo fim-de-semana em Guimarães, se ocorrer um jogo em moldes semelhantes, algumas interrogações se colocam, por aquilo que se viu em Aveiro.

Tendo Hulk encontrado (pouco usuais) dificuldades em se livrar de Anderson (um lateral-esquerdo a ter debaixo de olho), mais ninguém pareceu capaz de tomar as rédeas.
Quando, sempre em esforço, lá conseguíamos aproximar-nos da baliza contrária, batíamos de frente contra o "superdotado" Proença, sempre pronto a evitar que o jogo tivesse o seu ponto final antes dos 90'.

Varela continua a milhas daquele da parte inicial da época passada. Moutinho, apesar do calcanhar, pouco mais existiu em termos ofensivos e Micael ainda não recuperou totalmente a confiança dos primeiros tempos no Dragão.

Juntou-se a isto um desinspirado Kléber (ok, ter Falcao no banco assusta qualquer um).
A opção de V.Pereira de manter o ponta-de-lança brasileiro até ao fim, compreende-se numa lógica de não desmoralização do atleta após uma boa pré-época mas, de facto, a sua bizarra colocação no lado esquerdo do ataque retirou-nos qualquer profundidade nesse flanco, onde só Fucile parecia jogar. É algo antinatural e que não deveria repetir-se.
Já Belluschi entrou demasiadamente tarde...

Guarín e Falcao estão ainda sem pernas. Todavia, e em relação ao segundo, devemos começar a mentalizar-nos que, mesmo ficando, dificilmente voltará a atingir números tão grandiosos como os da época transacta.

2010/11 será mesmo irrepetível para quase todos, de tão perfeita que foi.

Para mantermos a nossa sanidade, devemos evitar comparações com o ano de Villas-Boas. Como no cálculo das médias ponderadas, em que excluímos os melhores e os piores resultados, também nós devemos esquecer, por uns tempos, a época passada para obtermos comparações mais realistas e justas.

Em termos defensivos, a coisa melhorou.

Souza, embora ainda seja cedo para grandes conclusões, tem a vantagem de ser mais calmo que Fernando. Não deu muito nas vistas, mas isso até é capaz de ser algo de positivo. Curioso, também, que alguns conhecidos críticos exijam mais a Souza do que aquilo que alguma vez se exigiu a Fernando...

Muita gente fica com a pele arrepiada sempre que Maicon é titular. E existem boas razões para isso. Porém, compreendem-se perfeitamente as dúvidas quer de V.Pereira, quer já antes de Villas-Boas, em relação a Otamendi. O argentino terá que trabalhar e crescer muito. Está longe ainda de ser um central acima de qualquer suspeita.



Quanto ao "herói" Rolando, mantenho o que tenho dito: está longe de ser o grande central com que todos sonhamos para liderar a nossa defesa. Porém, é o que temos presentemente. Tem duas características positivas: a bem ou a mal (a tal arte de se esconder...), raramente surge como culpado principal de um golo adversário. Para além disso, será provavelmente o nosso jogador que mais bolas ganha, na área contrária, em sequência de cantos ou livres. Por isso é o defesa que mais golos factura. Aliás, se tivesse mais pontaria e tendo em conta o número de oportunidades que dispõe, poderia finalizar as temporadas com um total de golos muito interessante para um não-avançado.

Por fim, um elogio a V.Pereira: ter demonstrado que, como qualquer outro jogador, Moutinho também pode ser substituído.

E uma esperança: que, quando Álvaro Pereira voltar, as coisas regressem ao seu devido lugar: Sapunaru no banco e Fucile a titular no lado direito.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Rolando para o 18º caneco



Nada de novo. A ascensão de Vítor Pereira de adjunto a treinador principal visou a continuidade de um projecto. Um projecto ganhador, com muitos títulos, como o que foi garantido esta noite em Aveiro. Ainda um pouco aquém do brilho patenteado na temporada transacta, mas com larga margem para evoluir e crescer bem ao nível do desejo da massa adepta azul e branca. Erguer o caneco tornou-se nesta casa um exercício indispensável.

A arrancada esmagadora do FC Porto atarantou o espírito vitoriano. Velocidade, pressing e ambição agigantaram o poder draconiano para além do que os afonsinhos são capazes de suportar. Rolando fez balançar a rede bem cedo, mercê, por um lado, do tal espírito da nossa equipa, e por outro, do momento de magia, a toque de letra, protagonizado por Hulk.

O domínio do campeão explanou-se por um bom par de minutos. Os suficientes para que o Incrível fizesse de novo das suas. O bastante, à partida, para se chegar a um resultado mais airoso. Nada disso. A noite não estava destinada a passeios de parque. O incaracterísmo da partida nublou a assertividade portista, posta a nu em algumas perdas de bola comprometedoras. A defesa afligia-se nas bolas paradas do Vitoria. Foi aí, num desses lances perdidos, que Toscano cabeceou para o empate perante alguma apatia de Fucile.

Felizmente tratou-se de uma igualdade pouco duradoura. Quase sem respirar, Rolando, outra vez ele, foi lá frente carimbar o seu nome na taça e garantir a 18ª conquista da Supertaça para o FC Porto. Solto de marcação na grande área, o central portista chutou lá para dentro, com alguma felicidade no ressalto.



Os segundos 45 minutos situaram-se em bases idênticas às do 1º tempo. Dragão dominador e um Guimarães expectante. Os homens de Vítor Pereira corriam em busca de uma margem segura, mas a pressa e a ansiedade de querer fazer tudo rápido atraiçoava a equipa. E quando os nossos jogadores pareciam estar perto de algo bom, eis que o “lambidinho” de serviço fazia vista grossa às infracções na área, que, em tempos idos, era designada de rigor. É só para a malta se ir ambientando ao esquema.

No mais o fundamental foi garantido. Triunfo no encontro e a conquista do troféu. Manter o espírito e dinâmica de vitória, que por inerência fará elevar a confiança aos jogadores e a fluidez no futebol praticado, é o desígnio fundamental. Ainda estão muitos trunfos em processo de engrenagem – Falcao e Guarín – e outros tantos por chegar – Álvaro, James, Alex Sandro, Danilo – pelo que só temos razões para olhar para o futuro com relativa confiança.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

SCP = Sporting Calimeros Portugal

não houve motivo para ser assinalada grande penalidade. Rolando escorrega e cai ao perder o apoio, tocando a bola com o braço no movimento da queda, de forma não deliberada, ou seja, perfeitamente casual.
Pedro Henriques

Rolando escorrega e, na sua queda desamparada, toca acidentalmente com o braço na bola. Não há acção deliberada por parte de Rolando, pelo que a decisão da equipa de arbitragem é adequada.
Paulo Paraty

Rolando escorregou e, sem querer, tocou com a mão na bola e, portanto, não há posição de braços para ser analisada.
José Leirós


O único ex-árbitro que considerou este toque deliberado e intencional foi Jorge Coroado.
Intencional?
Num lance em que Rolando está sozinho, sem nenhum jogador sportinguista a menos de três metros e em que, após escorregar, toca com a mão na bola, num movimento de cima para baixo, não desviando qualquer remate ou cruzamento, é preciso alguma imaginação para considerar que foi um toque deliberado e intencional.
Artur Soares Dias e os ex-árbitros Pedro Henriques, Paulo Paraty e José Leirós consideraram aquilo que me parece óbvio, ou seja, que o toque com a mão na bola é fortuito, casual e completamente acidental.


Constatou-se que é fácil prejudicar o Sporting num jogo de futebol… Só é possível desejar que a visão do Artur Soares Dias melhore na próxima época. Sinto que o Sporting foi prejudicado, como sentem todos que viram o jogo. São lances que nem merecem discussão
Carlos Freitas, director-desportivo do SCP



Os árbitros têm de perceber que se não estão em condições de exercer a sua profissão, vão para a pesca mas não podem dirigir jogos deste gabarito. A dois metros do sítio não vêem um penálti tão claro… O que é preciso é haver pessoas competentes a apitar. Isto tem de acabar de uma vez por todas. Como? Com processos, processos-crime
Carlos Barbosa, vice-presidente do SCP


No jogo do passado domingo no Porto, quer os adeptos presentes, quer a equipa de futebol profissional não foram respeitados. Estamos a proceder à averiguação dos acontecimentos e iremos agir em conformidade
Godinho Lopes, presidente do SCP, no editorial no jornal do clube


Para mim, o lance de Rolando não oferece qualquer dúvida mas, na pior das hipóteses, admito que possa suscitar alguma (pouca) discussão. Agora, pegar num lance em que a maioria dos ex-árbitros consideram ter sido bem ajuizado e fazer disso escândalo, só mesmo de adeptos do Sporting Calimeros Portugal, ou então de fanáticos como o cineasta comentador, cujo fundamentalismo anti-Porto se confunde com a senilidade que já vai evidenciando semana após semana.

«O árbitro Soares Dias decidiu bem no lance da mão na bola de Rolando e as críticas dos novos responsáveis do Sporting mais não são do que uma primeira tentativa de tentarem marcar terreno, como infelizmente é hábito no futebol português.»
Bruno Prata, Público


Uns dias após a desastrosa arbitragem de Jorge Sousa no SCP x FC Porto da 1ª volta, com vários erros graves, prejudicando sempre a mesma equipa – o FC Porto – e que, por isso, teve uma enorme influência no resultado final, escrevi o seguinte:

«O que diria a comunicação social do regime e os “calimeros de Alvalade”, se o golo do FC Porto tivesse sido precedido de um fora-de-jogo indiscutível do marcador do mesmo, se um jogador azul-e-branco tivesse entrado por trás e cravado os pitões na perna de um sportinguista (como Maniche fez a Moutinho aos 60’) ou se, devido a um erro/precipitação do árbitro, a equipa leonina tivesse sido obrigada a jogar com menos um durante os últimos 25 minutos? Não é preciso ser bruxo, porque todos sabemos a resposta.»

Nem é preciso dizer mais nada e, para avivar a memória dos “calimeros” (*), recordo mais nove SCP x FC Porto deste século, marcados por arbitragens vergonhosas e campos inclinados.


(*) Calimero é um pintainho meigo mas infeliz (o único pintainho negro de uma família de galos amarelos), que anda com metade da sua casca de ovo na cabeça. A sua expressão mais celebre é: "Eles são grandes e eu sou pequenino. É uma injustiça, se é..."

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dupla de Centrais

Das 466 pessoas que participaram na votação, 87% entendem que Rolando e Otamendi formam a melhor dupla de defesas centrais do plantel actual do FC Porto. Não fiquei surpreendido.
E convém salientar que tendo a votação terminado no domingo, a esmagadora maioria dos votos foi antes do Braga x FC Porto.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Qual o melhor reforço da época 2008/09?


Para os participantes da sondagem efectuada pelo Reflexão Portista, "Rodríguez" é o melhor reforço para a época que se está a iniciar, com 44% dos votos (33 de um total de 74).

A segunda e terceira opção foram Hulk (17 votos, 22%) e Rolando (15 votos, 20%), que se destacaram dos demais reforços, apesar de em conjunto terem menos do que os votos de Rodríguez.
Muito atrás ficaram Benítez e Tomás Costa com 3 e 2 votos respectivamente. Com um voto cada ficaram os restantes reforços: Sapunaru, Fernando, Pelé e Guarin.