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terça-feira, 13 de outubro de 2015

É disto que o povo gosta

5 de Outubro de 2010, RTP N, Trio D'Ataque
Rui Moreira versus António Pedro Vasconcelos





1 de Abril de 2013, SIC Notícias, Dia Seguinte
Dias Ferreira versus Rui Gomes da Silva



12 de Outubro de 2015, TVI 24, Prolongamento
Eduardo Barroso versus Pedro Guerra


Eduardo Barroso abandona em directo

Por que razão há programas destes (na RTP, SIC, TVI, CM TV, ...)?

Por que razão determinados “trogloditas” são convidados para estes programas?

A resposta é simples: porque o povo gosta.
E, claro, porque dá audiências (seria interessante, aliás, saber-se quais foram as audiências do “Show Guerra” nas últimas semanas).

Por isso, e enquanto assim for, não tenho dúvidas que este tipo de programas vão continuar a existir e a multiplicar-se nos vários canais televisivos.


P.S. Um comunicado oportuno, que põe o dedo na ferida e alguns pontos nos iis.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A maçã podre e o desprezível



O Izmailov tinha terminado o seu ciclo no Sporting, como tem sido falado por pessoas do seu clube e viu-se a sua utilização esta época. (...) As expectativas que temos são de esperança que ele seja uma mais valia para o FC Porto. (...) Ele enquadra-se na nossa forma de jogador.
Pinto da Costa, em declarações ao Porto Canal


Se Izmailov jogar com regularidade no FC Porto, é sinal de que se trata de um tipo desprezível, um péssimo profissional que se recusa a jogar dizendo que tem ‘dói-dói’...
Se [a troca] fosse pelo Kléber, aceitava.
Eduardo Barroso, presidente da Assembleia Geral do Sporting


Quero trabalhar muito e ganhar títulos. O FC Porto tem uma grande estrutura e os resultados provam que é melhor que os outros. Quero progredir, como jogador e como pessoa. Quero ganhar títulos e só posso prometer que vou dar o meu máximo.
Marat Izmailov, em declarações ao Porto Canal


Primeiro foi a "maçã podre"; agora é o desprezível...
Quem será o próximo?
O que irão chamar ao próximo?
Ainda não perceberam por que razão os melhores (e não só) querem fugir do covil?
Quantos mais leões esfomeados terão de sair de Alvalade, em busca de futuro e títulos noutro lado, para que eles percebam?

Agora imaginem estes dois ex-jogadores do clube do patético doutor Barroso, a brilharem juntos no meio campo dos dragões. É que poderá ser já no próximo domingo, num estádio próximo de si...

segunda-feira, 5 de março de 2012

SMS do Dia


Pateta e Patético atacam de novo. Como diria o Artur Jorge (a propósito de uma entrevista do Toni na televisão quando foi substituído no Benfica pelo referido A.J.), houve ali umas cenas lacrimosas, muito lisboetas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Manuel Serrão é que os põe em sentido!


"Foi você que me contratou? Não, pois não?? Então, eu falo do que me apetece!"


Manuel Serrão para Eduardo Barroso - hoje num expoente máximo de calimero - no programa Prolongamento da TVI24.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Atitudes simiescas"

No programa 'Prolongamento' de ontem, no meio de diversos ataques nojentos acerca do carácter de João Moutinho e do treinador do FC Porto, o representante do Sporting classificou o comportamento de André Villas-Boas no banco de "atitudes simiescas". E, ao contrário do que se possa pensar, não se tratou de um lapsus linguae, porque Eduardo Barroso repetiu esta expressão três ou quatro vezes.

O Dr. Pôncio Monteiro é, indiscutivelmente, um grandessíssimo portista mas, atendendo à sua idade, e depois do AVC que sofreu, é uma pena que já não tenha a energia para enfrentar este doutor de maus fígados e responder-lhe com o tom e conteúdo que ele merecia.

P.S. Penso que as afirmações alarves do dr. Barroso, mereciam uma resposta mais séria e contundente do que estas pequenas labaredas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

“Cruzadas” mediático-justiceiras anti-Porto (VI)

«Quando, há cerca de 18 meses, aceitei um desafio do Emídio Rangel para participar no painel de comentadores dos "Donos da Bola", fi-lo com convicção. (…)
Mas confesso que, ao longo das semanas, fui perdendo aquele "elan" inicial, e o prazer da comparência nos estúdios da SIC às sextas-feiras foi esmorecendo. As discordâncias com a linha editorial do programa foram cada vez mais nítidas e em algumas ocasiões ultrapassaram o recomendável. A hostilidade dos jornalistas do programa e de quem o dirige tornou-se insuportável por vezes. Até porque divergências e pontos de vista antagónicos não podem justificar ostracismo ou má educação. E sobretudo eu não o podia admitir, porque, pura e simplesmente, não lhes reconhecia esse direito. David Borges foi sempre a excepção. O seu grande profissionalismo e a sua educação e, porque não dizê-lo, a sua solidariedade amiga foi outra das razões do meu não abandono mais cedo. Percebo as razões comerciais que levam a SIC, a alto nível, a privilegiar o Benfica. Não acredito que Pinto Balsemão ou Emídio Rangel estimulassem o anti-sportinguismo e o anti-portismo de tão baixo nível que o programa traduzia. Não acredito que estivessem de acordo com afrontas pessoais e verdadeiras perseguições a que muitos agentes do futebol foram sujeitos.
Eu, confesso, estive para abandonar o programa em directo por três ou quatro vezes. E se soubesse a pouca vergonha a que chegou a linha editorial do programa e o baixo nível a que chegaram alguns deles, arrependo-me de não o ter feito. Quando, na quinta-feira, pela primeira página do jornal "A Bola", soube da substituição do painel, ainda me arrependi mais. Emídio Rangel teve a delicadeza de me garantir que fora traído pelos seus colaboradores, nesse gesto de indelicadeza e má educação de que fora obrigado a ser cúmplice. (…)
Um programa desportivo de grande audiência não pode maltratar injustamente dois dos grandes clubes nacionais. Não pode ter uma equipa de jornalistas que, para pretender mostrar serviço ao patrão, acaba por ser mais papista do que o Papa.»
Eduardo Barroso (comentador residente nos 'Donos da Bola' durante algum tempo)
in O Jogo, 16/03/1999


Escritas por um sportinguista fanático (como o próprio se classifica) e, ainda por cima, participante no programa em questão, estas afirmações têm outro valor.

Mas, 11 anos depois, o país desportivo (e não só) continua na mesma e frases como:
- razões comerciais levam a generalidade dos órgãos de comunicação social a privilegiar o Benfica;
- o anti-portismo de baixo nível que os programas traduzem;
- afrontas pessoais e verdadeiras perseguições a que agentes do futebol foram (são!) sujeitos;
continuam perfeitamente actuais.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sob a Mira


O nosso jovem e novo treinador está a ganhar o estatuto de inimigo público junto da comunidade mediático-bloguística verde-rubra. Por um lado isso é sinal de que, sem o admitirem, lhe reconhecem competência e o consideram um obstáculo aos seus objectivos desportivos. Por outro lado isso expõe-no demasiado e pode causar-lhe algum desgaste, tendo até em consideração a sua juventude e inexperiência.

Entre os exemplos de militância anti-AVB destaco o Dr. Eduardo Barroso, ressabiado com a suposta nega de AVB ao Sporting depois de, segundo o Dr. Barroso, com esse clube se ter comprometido. A exibição do Dr. Barroso na TVI24 após o jogo de Guimarães foi nesse aspecto lamentável, chegando ao ponto de dizer qualquer coisa como "quem reage como André Vilas Boas reagiu não pode ser treinador de futebol". Esse critério, se levado a sério, há muito teria excluído José Mourinho da profissão, por exemplo.

A histeria já atingiu, inclusivamente, blogues políticos, como pode ver-se aqui, local onde, num curto espaço de tempo ontem e hoje, André Vilas Boas teve direito a cinco "posts"! Para um blogue político não está nada mal! O que será quando finalmente o Orçamento de Estado for apresentado!

Por acaso até acho que Vilas Boas exagerou na sua reacção no fim do jogo, e entendo que isso pode ter sido devido à frustração pelo modo como deixámos fugir os dois pontos. Mas a verdade é que, mais uma vez, temos o treinador do F.C. Porto a dar o peito às balas, como já amiúde sucedeu com Jesualdo Ferreira, em vez de outros que o poderiam fazer em vez dele, poupando-lhe o desgaste e a distracção. Como, por exemplo, o Director de Comunicação, cujo tempo seria melhor dispendido nessa tarefa do que a descortinar penalties que, pelos vistos, ninguém mais descortina. Mas também é preciso que alguém o incumba da tarefa, claro.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Finalmente alguém o mandou calar!


Ao minuto 1' 26" deste vídeo salta a tampa a Eduardo Barroso, que assim expressa o que há muito ia na alma de milhões de portugueses. O tema em debate pouco interessa para o caso.