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sábado, 28 de agosto de 2010
Ainda não há confirmação, mas...
No site da CMVM ainda não há confirmação da transferência de Raul Meireles para o Liverpool, e muito menos dos valores envolvidos na mesma, mas no site do Liverpool há uma notícia reproduzida do Daily Telegraph, que não representa a posição do clube inglês (it does not necessarily represent the position of Liverpool Football Club), mas que traduz a visão inglesa da situação e que vale a pena ser lida. Também recomendo uma vista de olhos às dezenas de comentários associados a esta notícia.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Vai-não-vai
Na sondagem aqui ao lado, a grande maioria (80%) disse achar que Raúl Meireles iria acompanhar B. Alves na saída (venda) do FCP. Muito distante e em clara minoria (um leitor em três) vem Fucile.No entanto, o que é certo é que o fim do período de transferências aproxima-se rapidamente e não há notícias nem sequer fortes rumores sobre uma venda iminente de R. Meireles (ou Fucile, já agora). Será que sai? Será que fica?
Sou da opinião que Meireles deve ser vendido, nem que seja por valores à primeira vista pouco entusiasmantes (digamos, menos de 10M€). Acima de tudo porque... faz muito menos falta do que o dinheiro.
Como "concorrência" Meireles tem Moutinho, R. Micael, Belluschi, Castro, Souza e Guarín. Para estes sete jogadores há apenas 2 lugares disponíveis na equipa-tipo (jogando-se em 4-3-3). Pessoalmente acho que estamos muito servidos sem Meireles, em particular com as opções Moutinho, Rúben e Belluschi que por si só podem ser conjugados em esquemas diversos (e em 4-3-3 um destes jogadores teria que ir para o banco); para além disso Castro e Souza dão-me indicações de ser duas boas opções para o banco, e finalmente Guarín é um jogador em que muitos (ainda) acreditam.
Se Villas Boas decidir usar 4 ou 5 médios mais regularmente temos uma situação em que se puxa da manta proverbial para cobrir a cabeça mas destapando os pés: nesse caso só haveria um lugar ou nenhum na equipa titular para Varela, Hulk, James, C. Rodriguez e Ukra.
Ora eu (como qualquer outro adepto) gosto muito de ter boas opções no banco, mas o que é demais é moléstia: excesso de qualidade no banco traduz-se num custo de oportunidade, desvalorizando-se assim bons jogadores e tendo-se gasto dinheiro que poderia dar maior rendimento em outras posições (que estão mais desequilibradas ou onde nem sequer temos garantias a titular).
Para além disso pode-se criar inadvertidamente uma distracção pouco aconselhável, nomeadamente com a gestão de expectativas de jogadores com algum estatuto e/ou foram caros. "Cebola", Hulk, Moutinho, James (só para falar nos que mais dinheiro custaram) são jovens com bastante ambição, e não sei como iriam reagir a uma época no banco ou na bancada.
E na continuação deste último ponto, e se Meireles acabasse por ser um dos "encostados"? Ele acaba de fazer um bom Mundial e está na "mó de cima". Para além disso, faz 28 anos em Março; não terá a monstra da LC nesta época; e a próxima grande competição de selecções é só daqui a 2 anos. Conclusão: o seu valor de mercado daqui para a frente será muito provavelmente sempre a descer, mesmo que seja titular; imagino se não o fôr.Suspeito que se porventura Meireles for preterido por outros jogadores (uma possibilidade bem concreta, muito mais devido à concorrência do que a defeitos próprios) teremos um ambiente menos saudável no balneário e um Meireles vendido em Dezembro ou no fim da época por uns meros "trocos".
Acho muito bem que a SAD tente "espremer a laranja" no processo de negociações de forma a retirar o valor mais alto possível numa venda. Mas depois de o ter feito e chegando-se ao fim do mês, espero que seja altura de cerrar os dentes e vendê-lo pela oferta mais elevada, mesmo que não passe de uns "meros" 7 ou 8M€. Como diz o provérbio, mais vale um pássaro na mão...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Meireles e mais dez
A selecção trabalha como eu quero, agora é que não falham sete a zero. Este era o refrão de uma lenga-lenga antiga, cantarolada como paródia às derrotas sistemáticas e gordas da nossa selecção principal nos anos 50. Desta vez, tem sentido contrário e serve para glorificar uma vitória concludente que me deixou feliz.De bestas a bestiais e vice-versa, é um pequeno passo no futebol. Houve melhorias na equipa, mas não dá para euforias. Meireles, com um golo e uma assistência primorosa para Simão, abriu as portas da goleada. Mostrou a sua valia e demonstrou que é na montra da selecção que se exibe em todo o seu esplendor.
Não há fome que não dê fartura. Foi uma boa vitória, a equipa esteve melhor e os coreanos abriram-se todos depois dos dois zero. Na primeira parte chegaram a incomodar e, depois de um começo mais activo de Portugal, não raras vezes se aproximaram com perigo da nossa baliza, experimentando com frequência o remate de meia distância que usaram a preceito e quase sempre com algum perigo.
Destaco as excelentes exibições de Ricardo Carvalho, Meireles, Tiago e Coentrão. Dizia um comentador na TV que o núcleo duro da selecção eram os dois centrais, o Meireles e o Ronaldo. Acrescentou que o Fábio Coentrão, entretanto, tinha agarrado o lugar de forma indiscutível. A rotação dos restantes não traria grande diferença à selecção. Estou, basicamente, de acordo com o homem atendendo à deficiente condição física de Deco.
Está tudo em aberto e o Brasil-Portugal vai ser complicado, mas os oitavos estão mais próximos. Talvez o segundo lugar no grupo nos conceda um prémio de consolação: o de evitarmos a Espanha na fase seguinte.
Sem espinhas, sem Scolari e sem a bênção de Jesus & Cia., esta vitória dá um gozo especial e uma satisfação que normalmente só dedicamos às vitórias do FCP.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Dr Jekyll & Mr Hyde
Comparando o Raul que, ao longo desta época, se arrastou com a camisola azul-e-branca, com o Meireles que ontem marcou dois golos aos Camarões e foi a figura do desafio, tal como já tinha sido no decisivo jogo na Bósnia, vem-me à cabeça a célebre história do Doutor Jekyll & Mr Hyde.Qual é a fórmula que transforma o tristonho Raul do FC Porto no "demoníaco" Meireles da Selecção, com uma disponibilidade física surpreendente, a jogar nos limites e a aparecer várias vezes na área adversária em situações de finalização?
Dizem-me (e eu não tenho razões para duvidar) que o apagado Raul é consequência do FC Porto não ter aceite a proposta do Marselha que, na mesma altura em que contratou Lucho, também queria levar o Meireles.
A espécie humana é complexa e tem as suas contradições, mas estou convencido que se estas aparições do Meireles continuarem na África do Sul, é muito provável que o problema se resolva após o Mundial e a contento de todas as partes.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Meireles é um médio de cariz defensivo?
No último Bósnia x Portugal, Raúl Meireles repetiu o bom jogo que já tinha feito na 1ª mão mas, na ausência de Deco, foi ainda mais incisivo em termos atacantes. Assim, para além do golo, surgiu várias vezes em zona de remate e, pelo menos em mais duas ocasiões, esteve na iminência de marcar mais golos.
Por isso, e depois do que vimos neste jogo, quem se atreve a continuar a dizer que o Raul Meireles é um médio de cariz defensivo?
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Nuvens carregadas

Muito raramente uma vitória teve um sabor tão estranho como esta última do passado Sábado. Isto devido a uma exibição tão pobre, durante 75 minutos, que não pode augurar nada de bom.
Fez lembrar - e de que maneira - aquela outra, no primeiro jogo oficial de Fernandez como nosso técnico, em que também vencemos por 1-0, contra o slb na final da Supertaça. Também na altura, tivemos direito a um grande golo (Quaresma) mas tudo o resto foi confrangedor.
Seria, aliás, a perfeita antevisão do desastre que aconteceu em toda essa época de 2004/05.

Contra o scp, coube a Falcao marcar o golaço. Em tudo o mais, o colombiano esteve pouco menos do que desastrado. Só oportunidades flagrantes de golo teve 3, em todas elas ficou aquém do esperado. Pode ter sido apenas um dia mau (sim, apesar do golo), mas fica a nítida sensação de que se trata de uma avançado muito melhor com a cabeça do que com os pés.
Estaremos na presença de um novo Mike Walsh?
Mas o que verdadeiramente assustou foi a nossa total incapacidade para trocarmos 4 ou 5 bolas que fossem, consecutivamente, entre os nossos jogadores. Uma posse de bola aterradora, de tão baixa. E nós que até já estamos habituados a pouco neste campo...
E como jogamos, muito tempo, contra 10 homens apenas, então só pode ser mesmo incompetência de base.
Mesmo naqueles escassos instantes em que chegaram a ser 10 contra 9, onde ainda seria - teoricamente - mais evidente a nossa superioridade numérica (com "hectares" de relva livres para se jogar), ainda assim eram sempre os de verde que tinham a bola.
Bem, também não deixa de ser verdade que, para muita gente, ter Mariano e este Meireles, em simultâneo em campo, equivale a jogar com menos 2...
Como foi possível chegar a um ponto destes, pergunta-se?

E tudo tinha começado tão bem. Foram 15 minutos de luxo, cortesia única e exclusiva de Hulk, o tal que muita boa gente (e O JOGO...) queria ver, de castigo, no banco de suplentes.
A partir daí, foram uns longos 75 minutos de súplica para que aquilo acabasse o mais rapidamente possível, dada a pobreza reinante.
Impossível usufruir de qualquer prazer intelectual, perante um futebol de submissão daqueles.
O resto - as duas expulsões e quejandos - são o folclore habitual e não nos dizem minimamente respeito. Que ninguém perca um segundo que seja a debate-los. Isso são problemas "deles" e só deles.
Nós, por cá, já os temos que chegue.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Meireles, um lider na penumbra
No balneário do Dragão todos o tratam por “lingrinhas” e, com efeito, a sua estrutura física franzina, esguia, pouco comum no protótipo desejado por todos os treinadores deste futebol moderno a fugir para o científico, já lhe valeu algumas desconfianças no inicio da sua carreira se teria capacidades em singrar nos grandes palcos da bola. Estereótipos que Raul Meireles tem-se encarregado de desmitificar ao longo da sua carreira.
Contratado ao Boavista no Verão de 2004, o médio portista não deslumbra ao primeiro olhar e, só após longas e apuradas maratonas de observação, é possível concluir com exactidão ate onde vai a dimensão do jogo deste Tripeiro de gema da colheita de 83. Não é imponente na vertente física, nem excêntrico a jogar, mas está quase sempre presente em todos os momentos do jogo da equipa azul e branca.
“Na equipa e no jogo, Raul Meireles faz parte de uma categoria de jogadores que, silenciosamente, colocam a máquina do onze em movimento. Eles são como a «caixa negra» da equipa onde fica gravada a estratégia treinada durante a semana e os segredos da vitória ou da derrota no jogo.”
Luís Freitas Lobo, in Planeta do Futebol

“Tem visão, sentido posicional, tempo de entrada aos lances, astúcia na utilização do corpo e técnica evoluída. Não é só o funcionário cumpridor que assume a segunda marcação, zela pela segurança da casa, trata dos equilíbrios e intercepta linhas de passe; é um quadro superior que desempenha várias funções por todo o campo, nem todas dependentes do guião definido. O passe curto é ofensivo; a condução é primorosa (dá, acompanha, vai buscar à frente…) e o perigo aumenta porque pega cada vez melhor na bola, parada ou em movimento – é um dos marcadores oficiais de cantos e livres laterais do FC Porto.”
Rui Dias, in Record
Num período que tanto se fala do assédio dos “Tubarões” Europeus às grandes estrelas do plantel portista, existe uma tendência na generalidade da comunicação social, e adeptos tambem, em menosprezar a preponderância de jogadores como Meireles - que fazem da discrição no seu jogo a sua melhor arma -, para que essas grandes figuras possam ter um brilho ainda mais cintilante.

Não escondo uma simpatia especial por elementos que se entregam ao jogo e as necessidades de um grupo de corpo e alma em detrimento do capricho pessoal, talvez por ser uma imagem de marca do FCP ganhador dos últimos 25 anos. E, com Raul Meireles, estamos perante um desses casos.
Alem disso, o médio Português e portista, é já dos elementos com mais anos de casa no actual plantel. Com o final de carreira de P. Emanuel próximo, e com a saída de B. Alves eminente, à importancia que Meireles representa hoje em dia na equipa de Jesualdo, torna-se imperioso reforçar-lhe o papel no capitulo da liderança dentro do grupo de trabalho, não fosse ele o ultimo bastião da alma lusa e tripeira no plantel do FC Porto após o provavel adeus das duas figuras da nação azul acima citadas .
Fotos: Record, fcporto.pt
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
SMS do dia - XXXIV
Em Português: Raul
Em Castelhano: Raúl
Como o homem não é Argentino, nem Uruguaio e muito menos Espanhol, fica simplesmente: Raul Meireles.
Em Castelhano: Raúl
Como o homem não é Argentino, nem Uruguaio e muito menos Espanhol, fica simplesmente: Raul Meireles.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Qual a melhor opção para médio-defensivo?

Raul Meireles foi eleito por maioria (44%, correspondendo a 68 votos) como "a melhor opção para médio-defensivo" para esta época no FC Porto.
Num honorável segundo lugar, a grande distância tanto do primeiro, como de todas as outra opções, surge Fernando com 43 votos (28% das opções). A terceira opção mais votada vai para a "Outro (a contratar)" com 13% das votações (20). Ibson com 8 votos (5%), Tomás Costa com 6 votos (3%) e Guarín com 5 (3%) ficaram com as posições seguintes.
Destaque para o último lugar de Bolatti que parece ter caído em descrédito, tendo obtido apenas 1 voto. Com um voto também fica a opção "Outro (do plantel)" que previa o desvio de outro atleta para aquele lugar.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Análise do plantel 2007/2008: Médios de transição/ataque
O FC Porto contou esta época com Lucho, Raul Meireles e Kazmierczak para o lugar de médios de transição, e com Leandro Lima para a posição de médio de ataque. Até ao dia da publicação deste artigo, este quatro jogadores tinham participado no seguinte número de jogos:
Devido à estrutura táctica implementada na maioria da época, o FC Porto actuou preferencialmente com 2 médios de transição à frente do médio defensivo. Lucho e Meireles foram sempre as primeiras opções, sendo Kaz mais e Leandrinho menos usados. A esta posição foi também adaptado esporadicamente Mariano González.

Lucho González é um dos jogadores mais utilizados e mais aclamados pela crítica. Apesar de ter funções mais ofensivas, é um típico box-to-box, sendo comum encontrá-lo em missões defensivas junto à sua área. Apelidado de "falso lento", é um jogador que apesar de não ser rápido na movimentação, é rapidíssimo na execução, sendo o principal executante da transição defesa-ataque jogando de cabeça levantada (como está bem expresso na imagem acima). É um jogador bem dotado tecnicamente, com boa leitura de jogo, qualidade de passe, capacidade de remate, bom jogo de cabeça... É um jogador perto da perfeição!
Foi Raul Meireles o companheiro de meio campo de Lucho González, ocupando o meio campo canhoto. Afirmando-se definitivamente na equipa titular, é um box-to-box com as características que complementam Lucho. É um jogador mais defensivo, com boa capacidade de corte, antecipação e que dobra bem as subidas do lateral. Apesar de mais defensivo, é um bom transportador de bola, sendo capaz de excelentes passes de longa distancia, lançando a bola nas costas do lateral adversário. Tem um remate poderoso que tem valido à equipa alguns golos.
Vindo de uma boa época no Boavista FC, Kazmierczak foi sempre tido como um jogador forte fisicamente, de processos simples que se enquadrava no estilo de jogo pretendido por Jesualdo Ferreira: Kaz é certo no passe e com um estilo de jogo que favorece a rapidez. Apesar de se lhe reconhecerem algumas qualidade nao se conseguiu impor no seu ano de estreia.
Leandro Lima era uma aposta de futuro (e pode continuar a ser, apesar do "escândalo" em que se viu envolvido) para a posição de médio atacante. Na sua primeira época de futebol europeu, e ainda com a falta de processos defensivos que costuma prejudicar a adaptação dos futebolistas sul-americanos, não se conseguiu impor na equipa. É um jogador bom tecnicamente, com remate fácil e boa qualidade de passe, tendo como aspectos negativos o facto de segurar a bola em demasia.
Lucho e Meireles são dois jogadores que parecem completar-se e assegurar a qualidade do meio campo portista. Apesar disso parece ser necessário a contratação de alternativas, já que as actuais mostraram-se ineficientes sempre que foram chamadas à equipa.
Com a possível saida de Lucho González torna-se peremptória a contratação de alternativas!
| | CP | LC | TP | TL | ST | LI |
| Lucho González | 28 | 07 | 03 | 00 | 00 | 00 |
| Raul Meireles | 28 | 08 | 02 | 00 | 01 | 00 |
| Kazmierczak | 11 | 01 | 03 | 01 | 01 | 06 |
| Leandro Lima | 08 | 02 | 00 | 01 | 01 | 02 |
Devido à estrutura táctica implementada na maioria da época, o FC Porto actuou preferencialmente com 2 médios de transição à frente do médio defensivo. Lucho e Meireles foram sempre as primeiras opções, sendo Kaz mais e Leandrinho menos usados. A esta posição foi também adaptado esporadicamente Mariano González.

Lucho González é um dos jogadores mais utilizados e mais aclamados pela crítica. Apesar de ter funções mais ofensivas, é um típico box-to-box, sendo comum encontrá-lo em missões defensivas junto à sua área. Apelidado de "falso lento", é um jogador que apesar de não ser rápido na movimentação, é rapidíssimo na execução, sendo o principal executante da transição defesa-ataque jogando de cabeça levantada (como está bem expresso na imagem acima). É um jogador bem dotado tecnicamente, com boa leitura de jogo, qualidade de passe, capacidade de remate, bom jogo de cabeça... É um jogador perto da perfeição!
Foi Raul Meireles o companheiro de meio campo de Lucho González, ocupando o meio campo canhoto. Afirmando-se definitivamente na equipa titular, é um box-to-box com as características que complementam Lucho. É um jogador mais defensivo, com boa capacidade de corte, antecipação e que dobra bem as subidas do lateral. Apesar de mais defensivo, é um bom transportador de bola, sendo capaz de excelentes passes de longa distancia, lançando a bola nas costas do lateral adversário. Tem um remate poderoso que tem valido à equipa alguns golos.Vindo de uma boa época no Boavista FC, Kazmierczak foi sempre tido como um jogador forte fisicamente, de processos simples que se enquadrava no estilo de jogo pretendido por Jesualdo Ferreira: Kaz é certo no passe e com um estilo de jogo que favorece a rapidez. Apesar de se lhe reconhecerem algumas qualidade nao se conseguiu impor no seu ano de estreia.
Leandro Lima era uma aposta de futuro (e pode continuar a ser, apesar do "escândalo" em que se viu envolvido) para a posição de médio atacante. Na sua primeira época de futebol europeu, e ainda com a falta de processos defensivos que costuma prejudicar a adaptação dos futebolistas sul-americanos, não se conseguiu impor na equipa. É um jogador bom tecnicamente, com remate fácil e boa qualidade de passe, tendo como aspectos negativos o facto de segurar a bola em demasia.
Lucho e Meireles são dois jogadores que parecem completar-se e assegurar a qualidade do meio campo portista. Apesar disso parece ser necessário a contratação de alternativas, já que as actuais mostraram-se ineficientes sempre que foram chamadas à equipa.
Com a possível saida de Lucho González torna-se peremptória a contratação de alternativas!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Mais um a despertar interesse...
Enquanto nós por cá tudo na mesma, que é como quem diz, fala-se de viciação de resultados, apitos para todos os gostos em mais uma maratona jornalística , com toda a pompa e circunstância, diante a porta do Tribunal de Gondomar e, toda suspeição costumeira em redor do FC Porto. Lá por fora preferem dar destaque aqueles que realmente fazem deste Porto a melhor equipa do futebol Português. Agora até é um jogador que nem sequer é dos mais mediáticos do plantel a despertar o eventual interesse de uma equipa estrangeira, neste caso o Raúl Meireles para o Atlético de Madrid. Parece que afinal, segundo a imprensa internacional, o verdadeiro “Sistema” do FC Porto é ter no seu plantel grandes jogadores.
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