Depois de duas épocas consecutivas, 2006/2007 e 2007/2008, em que fomos comprar os defesas esquerdos Ezequias e Lino, respectivamente, à Académica passámos outras duas épocas em que não adquirimos qualquer defesa esquerdo à ‘so called’ Briosa. Os referidos jogadores foram 2 laterais de sonho por isso confesso que vivi na esperança de voltar a um defeso com a chegada de defesas academistas. É uma tendência. É um clássico dos defesos portistas.
Na verdade contámos nessas épocas com Marek Cech mas a SAD achou por bem contratar defesas esquerdos a sério. No entanto acabou por ser Fucile a impor-se decisivamente nessa posição da defesa portista.
Em Janeiro de 2007, creio, a SAD decidiu reforçar a posição de lateral esquerdo do plantel e ofereceu ao então Prof.-Mestre esse fenómeno que dá pelo nome de Lucas Mareque. Mas o argentino teve poucas oportunidades de mostrar o seu inegável talento e acabou vendido(?) ao Independiente da Argentina.

Pelo meio a SAD contratou os portentos Nélson Benítez e David Addy mas a verdadeira dimensão do seu talento futebolístico não foi compreendida e já levaram guia de marcha. Entretanto Cissokho não se veio a revelar um lateral esquerdo com perfil para o FC Porto e por isso esteve cá pouco mais de meio ano.

E quando eu pensava que já não teria oportunidade de assistir a um defeso com a chegada de mais um defesa da Académica eis que a SAD decide contratar Emídio Rafael, o jovem promissor internacional sub-23 formado nas escolas do clube de Alvalade e que jogou a lateral esquerdo na época passada sob a liderança de André Villas-Boas. Que tenha pelo menos o talento dos seus antecessores provenientes de Coimbra.




