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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Para que serve um Dep. Comunicação?

Será que um departamento de comunicação é útil para isto...


Isto é, para debitar propaganda barata (que só convence os já convencidos), juntamente com uma mensagem de ódio aos adversários e, pelo caminho, transformar o seu Diretor de Comunicação numa estrela mediática (pelos piores motivos)?

Ou um departamento de comunicação deve, por exemplo, servir para isto...




Isto é, para transmitir mensagens pela positiva ("détecteur de talents", "ejemplo de gestión", "el presidente TOP", etc.), que capitalizem os muitos sucessos alcançados pelo clube, com o objectivo de obter maior notoriedade e reconhecimento, particularmente a nível internacional?

Alguém se lembra de uma grande entrevista dada pelo Diretor de Comunicação do FC Porto?
Aliás, não fosse ser um ex-jornalista da RTP e suspeito que a maior parte dos adeptos do futebol desconheceriam o nome do Diretor de Comunicação do FC Porto.
E porquê? Porque, ao contrário do slb, no caso do FC Porto o que interessa é a mensagem (uma mensagem forte, positiva e eficaz) e não um descabido protagonismo do mensageiro.


P.S. No auge da tentativa do slb em chegar à Liga dos Campeões através de manobras de secretaria, muitos benfiquistas disseram que o nome e prestígio do FC Porto estariam irremediavelmente manchados por muitos anos. Será verdade?
Quantos adeptos espanhois, franceses, italianos, ingleses, etc., saberão quem é Carolina Salgado, Leonor Pinhão ou Jacinto Paixão?
Em contraponto, qual é a tiragem de jornais como a MARCA ou o L'Equipe? (dois dos principais diários desportivos europeus onde, nos últimos anos, têm sido publicadas diversas notícias e reportagens altamente elogiosas para o FC Porto)
O problema da esmagadora maioria dos benfiquistas é terem A BOLA como referência e confundirem os seus desejos com a realidade.

terça-feira, 31 de maio de 2011

FC Porto Media (I)


«O actual director de comunicação do F. C. Porto, Rui Cerqueira, vai assumir as funções de director-geral do Porto Canal, estação que a partir de 1 de Julho passará para as mãos do clube. (...)
Em Julho, a F. C. Porto Media, criada pelo clube para o efeito, passa a gerir a estação adquirida à Media Luso, detida pelo grupo espanhol Mediapro, e desde logo será possível assistir a alterações gráficas, inspiradas no clube, e à introdução de novos programas. "Está previsto que se façam emissões desde um novo estúdio instalado no Estádio do Dragão", avança fonte ligada ao projecto, da parte do F. C. Porto. Outra das apostas será um "talk show" nocturno diário. (...)
Sem perder tempo, os novos gestores preparam ainda a contratação de um novo director de informação. A componente noticiosa, nomeadamente a desportiva, começará a reforçar a oferta da emissão de imediato, embora estejam previstas alterações faseadas. Reserva-se para Janeiro o lançamento de uma estação assumidamente focada no desporto.
A par da entrada em cena dos novos gestores, começaram os contactos com distribuidoras internacionais. E as conversações com uma operadora angolana tem corrido da melhor forma, revela a mesma fonte, o que significa que Angola deverá ser o primeiro dos destinos fora de portas. Em Portugal, o facto de o Porto Canal fazer parte da oferta de todos os operadores, do Meo, à Zon, à Vodafone Casa, torna a sua recepção mais universal do que a actualmente existente pelo Benfica TV, ainda excluído da maior plataforma, a Zon, por causa de um desentendimento antigo. (...)
A última grande aposta da estação tem sido as delegações no Norte, apresentadas como um veículo de proximidade com os cidadãos de uma região mais alargada.»
in JN, 28/05/2011


Para além de queimar várias etapas, a estratégia do FC Porto em comprar o Porto Canal e manter o seu figurino - um canal generalista, de cariz regional e com inspiração portista - parece-me bastante mais adequada do que criar de raiz um canal próprio. O público-alvo será, seguramente, mais alargado e, em termos de conteúdos, espero que nunca haja a tentação de imitar alguns programas da grelha da Benfica TV, concebidos e dirigidos para fundamentalistas dementes.

Embora sem descurar os acontecimentos a nível nacional e internacional, espero que o Porto Canal continue a privilegiar um olhar mais atento sobre a realidade regional (canais centralistas já temos muitos) e, nesse sentido, é muito importante manter as delegações existentes. É que apesar do nome, o Porto Canal há muito que ultrapassou as fronteiras do rio Douro e da circunvalação.

Contudo, num cenário de contracção do mercado publicitário e com as grandes empresas sediadas em Lisboa, preocupa-me os três milhões de euros de passivo que o canal possui e os cerca de cinco milhões de euros necessários para a exploração anual, mas estou certo que estes números foram bem estudados pelos dirigentes do FC Porto.

P.S. O artigo completo, publicado no JN de sábado, pode ser lido aqui.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Para a próxima não te fies no Rui Cerqueira


“Na sequência de uma série de imagens proporcionadas hoje pela TVI sobre o lance na grande área do Guimarães, e que originou a minha expulsão, confirma-se que não há realmente caso para grande penalidade. Nessa jogada as críticas são infundadas e injustas. No entanto, esta reapreciação não apaga uma sequência de erros, cuja referência mantenho e que devem ser analisados à 10ª jornada. Estaremos, pois, atentos ao rigor e à ponderação dados pelo presidente da Comissão de Arbitragem às faltas de Ricardo e João Alves sobre Falcao e João Moutinho, respectivamente, e à entrada violenta por trás do João Paulo sobre Falcao. Para além disto, houve dois foras-de-jogo mal assinalados, sendo que um dos quais deixava o Falcao isolado frente ao guarda-redes”

Comunicado de André Villas-Boas, in http://www.fcporto.pt/, 05/10/2010

Quando André Villas-Boas surgiu ontem na sala de imprensa do Estádio Afonso Henriques, veio acompanhado do Director de Comunicação do FC Porto, o ex-jornalista Rui Cerqueira. Aparentemente o treinador suportou as suas afirmações naquilo que lhe foi relatado por Rui Cerqueira que, a dado ponto da conferência de imprensa, interrompeu André Villas-Boas para dar o detalhe do segundo exacto em que tinha ocorrido o penalty então reclamado: 77' 53'' da transmissão da TVI.

André Villas-Boas é sensato. Depois de analisar as imagens concluiu que afinal foi induzido em erro, caso contrário não teria emitido este comunicado.

Já afirmei aqui que não vejo qualquer utilidade na pessoa de Rui Cerqueira como Director de Comunicação. Depois deste lamentável episódio o espaço do ex-jornalista no FC Porto esvaziou-se por completo. Não vejo como conseguirá Pinto da Costa conciliar agora a presença de Villas-Boas com Rui Cerqueira na estrutura do futebol profissional.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sob a Mira


O nosso jovem e novo treinador está a ganhar o estatuto de inimigo público junto da comunidade mediático-bloguística verde-rubra. Por um lado isso é sinal de que, sem o admitirem, lhe reconhecem competência e o consideram um obstáculo aos seus objectivos desportivos. Por outro lado isso expõe-no demasiado e pode causar-lhe algum desgaste, tendo até em consideração a sua juventude e inexperiência.

Entre os exemplos de militância anti-AVB destaco o Dr. Eduardo Barroso, ressabiado com a suposta nega de AVB ao Sporting depois de, segundo o Dr. Barroso, com esse clube se ter comprometido. A exibição do Dr. Barroso na TVI24 após o jogo de Guimarães foi nesse aspecto lamentável, chegando ao ponto de dizer qualquer coisa como "quem reage como André Vilas Boas reagiu não pode ser treinador de futebol". Esse critério, se levado a sério, há muito teria excluído José Mourinho da profissão, por exemplo.

A histeria já atingiu, inclusivamente, blogues políticos, como pode ver-se aqui, local onde, num curto espaço de tempo ontem e hoje, André Vilas Boas teve direito a cinco "posts"! Para um blogue político não está nada mal! O que será quando finalmente o Orçamento de Estado for apresentado!

Por acaso até acho que Vilas Boas exagerou na sua reacção no fim do jogo, e entendo que isso pode ter sido devido à frustração pelo modo como deixámos fugir os dois pontos. Mas a verdade é que, mais uma vez, temos o treinador do F.C. Porto a dar o peito às balas, como já amiúde sucedeu com Jesualdo Ferreira, em vez de outros que o poderiam fazer em vez dele, poupando-lhe o desgaste e a distracção. Como, por exemplo, o Director de Comunicação, cujo tempo seria melhor dispendido nessa tarefa do que a descortinar penalties que, pelos vistos, ninguém mais descortina. Mas também é preciso que alguém o incumba da tarefa, claro.

sábado, 28 de agosto de 2010

A Comunicação segundo Rui Cerqueira


«Super-flash» marca início de uma nova era

O F.C. Porto já tinha anunciado que se encontrava a proceder a uma reformulação da sua política de comunicação. Pois bem, algumas mudanças começam, de facto, a ser perceptíveis. Na última semana soube-se da entrada de Rui Cerqueira, ex-jornalista da RTP, para o cargo de director de comunicação e amanhã, quarta-feira, vai ser possível à comunicação social falar durante 15 minutos com um atleta.
A «super-flash» terá lugar às 9h45, antes do início do treino matinal, num dos relvados do Centro de Treinos Olival. Na quinta-feira será a vez de Jesualdo Ferreira abordar o encontro com o Sporting, a contar para a Supertaça.

Maisfutebol, 07/08/2007


Na altura escreveu-se também (Jornal O JOGO) que o FC Porto iria "refrescar o modelo de comunicação, adoptando um relacionamento mais aberto". A "nova era" durou pouco. Três anos depois, em 2010, ainda se espera que refresquem o modelo de comunicação, tanto para o exterior como para os sócios e adeptos.

Desde a entrada para a SAD do ex-jornalista Rui Cerqueira a única acção positiva que do Departamento de Comunicação terá vindo foi, em minha opinião, a criação dos "Super-flash" com a participação de um jogador num encontro com jornalistas nos dias que antecedem os jogos. É importante para o sócio e para o adepto do FC Porto saber o que pensam os jogadores e dito na primeira pessoa. Mais e melhor que isso, até hoje, não vi nada.

Para que serve, afinal, um Departamento de Comunicação?
Depois de Agosto de 2007 ainda se viveu grande parte do apogeu dos processos Apito Dourado e Apito Final da Liga. Nessa altura o Presidente estava amordaçado e o clube foi atacado por todos os lados: o slb e seus clubes satélites, a comunicação social lisboeta, o ministério público, as cunhas leais e os costas na liga de clubes e a trupe benfiquista na federação portuguesa de futebol. Ao Director de Comunicação nem uma palavra se ouviu. Zero. A única voz que durante tanto tempo se ouviu a defender - e muito bem - o FC Porto foi, honra lhe seja feita, o Prof. Jesualdo Ferreira. Esteve sempre impecável, com muita correcção, mas claro e objectivo a apontar as acções dos mal-intencionados. Um gentleman. À semelhança da desenvoltura de Jesualdo já pudemos constatar entretanto que também Villas-Boas se tem portado muito bem frente aos jornalistas e tem passado com eficácia as suas mensagens (para fora e para dentro).

Com treinadores que tão bem se expressam na comunicação social e com Pinto da Costa a surgir recentemente mais afoito junto da mesma comunicação social (a fazer lembrar outros tempos) é caso para perguntar o que estará lá a fazer Rui Cerqueira. Deve andar ocupado com a escrita do Labaredas, essa ideia peregrina que tanto sucesso tem tido. Parece que a internet e a blogosfera são uma paixão do ex-jornalista.

Por falar em Labaredas, a mais recente (eu chamar-lhe-ia fogacho) data de 23/08/2010 e versa o seguinte:

"Faça favor de marcar?!?

Diz Rafael Bracalli que Saviola lhe pediu para deixar «a bola entrar» no último Nacional-Benfica. A frase tem direito a destaque na edição de hoje do jornal Record. O Labaredas nem quer acreditar que o argentino esteja habituado a esperar benesses de um qualquer guarda-redes, quando os jogos são nós difíceis de desatar...
Perante isto, será que alguma procuradora vai entrar em campo? Ou será necessário que, em vez de «deixar entrar», seja o próprio guarda-redes a rematar para a sua baliza? O «Labaredas» estranha se a revelação de Bracalli não for investigada. Será que a justiça se está a tornar colorida na recolha de indícios?"


Perante uma época 2009/2010 em que a dois jogadores do FC Porto foi negado o direito de exercerem a sua profissão durante vários meses a mais daquilo que seria o correcto e com um modus operandi digno de um regime ditatorial o clube optou por se remeter ao silêncio. Labaredas, houve algumas, mas pífias. Mais recentemente e perante os "erros" inadmissíveis do João "pode ser o João" Ferreira na arbitragem da final da Supertaça o Clube (e o Labaredas) voltou a remeter-se ao silêncio. Passados uns dias e pela voz de Pinto da Costa na inauguração de uma casa do Clube (é sempre nestas alturas!) o caso foi tratado como a vitória "numa taça contra uns caceteiros". O Labaredas ficou-se mudo e calado. Porque é que não abordou a arbitragem da Supertaça e veio agora tossir fumaça sobre um "não assunto"?

Questiono seriamente a pertinência da existência deste Labaredas que não passa de um anónimo a publicar provocações nem sempre bem escolhidas no site oficial. É certo que a ideia que esteve na génese da sua criação até pode ter sido boa: uma forma hábil de combater o jornalismo de trincheira dos Grupos Cofina e Impresa. A verdade é que na prática o conceito não funcionou e deixa muito a desejar. Porque não acabar com o Labaredas e assumir de vez uma crítica presencial na sala de imprensa, sempre que se tornar necessário, dando a cara e a voz ao desagrado? Pode ser um Director, um Administrador ou o Presidente, é preciso é que seja alguém que se faça ouvir. Não seria uma estratégia de comunicação mais eficaz?

domingo, 14 de junho de 2009

Os homens da estrutura do FC Porto

«Antero Henrique, aos 41 anos, é ao mesmo tempo o cérebro e o operacional de toda a máquina de ganhar do futebol portista. Director-geral há quatro épocas, as do tetra, transmontano de Vinhais que fez todo o percurso profissional no FC Porto, desde a revista dragões, onde se iniciou em 1989, (...) Antero Henrique aplicou à equipa profissional a máxima de que o cliente (a equipa) tem sempre razão. Toda a estrutura e todos os sectores do clube são fornecedores da equipa profissional, que tem depois a obrigação de pagar os "mimos" com títulos. (...)

Com a figura tutelar de Pinto da Costa como referência, Antero Henrique rodeou-se de uma série de quadros que lhe reconhecem liderança, criatividade e inteligência. (...)

Acácio Valentim, de 33 anos, é o team-manager da equipa profissional e é um bom exemplo do caldo de cultura do FC Porto. É dele a responsabilidade para que nada falte à equipa e é a ele que cabe fazer a ponte com todos os outros sectores, gerindo o dia-a-dia do plantel profissional. Valentim chegou ao clube no final da década de 90 para um estágio profissional, mas acabou por ficar no departamento de comunicação. Depressa se constatou que o que lhe faltava em conhecimentos futebolísticos lhe sobrava em organização e capacidade de trabalho. Hoje é ele que responde a todas as necessidades da equipa e não há jogador que se atreva a pôr em causa a autoridade do team-manager.

O ex-jornalista Rui Cerqueira, de 37 anos, responsável pelo departamento de comunicação, chegou ao clube há apenas três anos, mas não teve dificuldade em integrar-se numa equipa em que o protagonismo é deixado aos jogadores e treinadores. Cerqueira nunca deu uma conferência de imprensa, nunca foi porta-voz de nada nem de ninguém, mas nunca houve jogador ou treinador que fosse para uma entrevista ou uma simples conferência de imprensa sem ter passado pela preparação com o director de comunicação, que zela para que toda a gente fale a uma só voz e que a imagem do clube não seja beliscada por declarações dissonantes. (...)

Menos conhecido e com funções quase secretas, Luís André, de 38 anos, é o psicólogo do futebol. Além do acompanhamento de todos os profissionais do clube, André ajuda a equipa técnica e a equipa médica na avaliação dos jogadores. E foi dele o parecer que aconselhou a que fosse accionada a opção do contrato do sempre ansioso Mariano González no final da temporada passada, dizendo que o atleta tinha finalmente condições para efectuar uma boa época.

O nutricionista Vítor Hugo é outra das peças-chave para o bom funcionamento da equipa, com um acompanhamento permanente na alimentação dos jogadores, para que estes comam o que gostam mas também o que o organismo de um atleta de alta competição necessita. O uruguaio Rodríguez é disso um bom exemplo. Quando chegou ao Dragão, vindo do Benfica, era mais lento, menos resistente e, acima de tudo, com menos capacidade de explosão. Um programa alimentar fê-lo perder seis quilos em meia época, tornando-se desde Janeiro um dos jogadores mais determinantes da equipa.

O economista Urgel Martins, de 35 anos, é outro dos quadros desconhecidos do grande público mas que desempenha um papel fundamental, seja na execução orçamental - é uma espécie de consciência, de grilo falante, que diz até onde se pode ir -, seja na coordenação no Visão 611, o projecto que reestruturou todo o futebol do clube logo a seguir à época falhada de 2005.

Com responsabilidades no departamento de scouting, João Afonso, de 42 anos, fecha o grupo de quadros mais jovens. Afonso tem como missão coordenar e acompanhar o extenso grupo de observadores do clube, tanto em Portugal, como no estrangeiro.

Nelson Puga, de 49 anos, é muito mais do que o médico do FC Porto. Ex-atleta do clube em voleibol, Puga alia o conhecimento médico à fisiologia, decisivo numa equipa profissional, e a uma paixão ao clube quase inimitável (...). A responsabilidade de Puga não se esgota na área médica. O lateral Cissokho, por exemplo, chegou ao Dragão sem saber respirar em esforço e corria curvado, aspectos que foram rapidamente corrigidos e, menos de dois meses depois, o inexperiente lateral francês corria direito e com um fôlego sem fim, até na Liga dos Campeões.

Luís Castro (47), responsável pelo departamento de formação, Luís Gonçalves (53), que lidera o departamento de scounting, e Vítor Frade (64), metodólogo de todos os escalões e responsável pela ponte entre o clube e a Universidade do Porto (é também professor na Faculdade de Desporto) fecham o núcleo duro que gravita em torno de Antero Henrique.»

Francisco José Marques
in DN, 12/09/2009

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É (era) pouco habitual haver artigos sobre os homens que trabalham na sombra dos sucessos azuis-e-brancos. Será um novo estilo adoptado pelo departamento de comunicação?
Aliás, um aspecto interessante é que para além de Rui Cerqueira, também Antero Henrique e Acácio Valentim iniciaram o seu trajecto ascencional dentro do FC Porto no departamento de comunicação.