...que Lopetegui conseguiu uma reviravolta. Segundo jogo mais complicado na presente temporada e segundo empate. Continua a faltar muita coisa a esta equipa.
Desde logo, convém que Brahimi deixe de começar a fintar tão perto da nossa baliza e o faça no lugar próprio: uns bons 60 metros à frente.
Bem longe do relvado, do alto do seu lugar no camarote, era de esperar que o basco fosse mais lesto na terceira substituição. Enquanto pensou e voltou a pensar no assunto, no relvado Danilo cometeu um erro de principiante e, do nada, este monocórdico Dínamo lá conseguiu a tal bola parada que tanto necessitava. Depois, a passividade de Casillas e o árbitro fizeram o resto. Sim, o marcador do golo veio de trás mas, se o atacante que se encontra parado e em posição de fora-de-jogo, não interfere na jogada (a bola veio direitinha para ele), então isto tudo começa a deixar de fazer qualquer sentido.
E os amarelos, senhor? Mais uma catrefada deles para as nossas cores. E isto contra Aroucas e Dínamos de Kiev. O que acontecerá quando encontrarmos um verdadeiro "grande"? Muito possivelmente não chegaremos ao fim com 11 em campo. Houve dualidade de critérios, sim, mas tal não explica tudo.
De positivo temos Maxi que continua a surpreender pela positiva e Aboubakar que se confirma como um avançado de qualidades interessantíssimas. Teve apenas o azar de aparecer após um "monstro" como Jackson Martinez, o que poderá dar azo a comparações absurdas.
Não será por ele que as coisas não funcionarão.
Mas que dizer da defesa e destes tremeliques de Casillas? Que dizer de um Danilo verde-verdinho para este tipo de (altos) voos? Idem aspas para Rúben Neves. Todos nós desejamos muito ver portugueses (e portistas) no nosso "11" inicial mas, a não ser que se tenha a qualidade ímpar de um Futre ou Domingos, a um jovem promissor com apenas 18 anos aconselha-se outro tipo de percurso.
O pequeno-grande Rui Barros, sentado naquela cadeira de sonho por uma só noite, que o diga.






