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quinta-feira, 7 de julho de 2016
As pernas vão-se mas o espírito fica
terça-feira, 6 de julho de 2010
FC Porto nos Mundiais (X)
Este, como jogador do Porto, nunca esteve num mundial, mas por muitos motivos apetece-me falar dele. Antes de mais por o mundial ser precisamente na terrinha, e como é o único elo que temos (que eu me lembre) à África do Sul, aqui vai.
E começamos por uma interrogação: como é que sendo uma oportunidade única - jogar um mundial em casa, ele acaba a época e chega ao pré-estágio com peso a mais?
Nestes anos já vi muito desperdício de talento, mas acho que ele é o pior caso que vi.
Sempre achei que potencialmente foi dos melhores jogadores que por cá passaram, tinha tudo para ser uma lenda, tinha tudo para ombrear/superar Drodba, Eto'o e companhias, tinha um clube que o adorava.
Por empatia "perdoei-lhe" coisas que a outros me levariam aos arames.
Tinha tudo ou melhor dizendo: tinha quase tudo. Faltava-lhe uma coisa: cabeça.
E a falta que faz a cabeça a um jogador - e não é propriamente para dar cabeçadas na bola (nunca hei-de esquecer aquela contra o Manchester).
E em alturas como estas, em que entram jogadores que também não foram ao mundial - apesar de todo o potencial que se lhe reconhece - é importante que acima de tudo tenham cabeça, que lhe mostrem estes exemplos e que lhe façam o acompanhamento necessário para que Vigo, cabeleireiras no estágio e vontades de empresários sejam histórias do passado. E que possamos ter exemplos destes, com "Vai Moutinho!":
E começamos por uma interrogação: como é que sendo uma oportunidade única - jogar um mundial em casa, ele acaba a época e chega ao pré-estágio com peso a mais?
Nestes anos já vi muito desperdício de talento, mas acho que ele é o pior caso que vi.
Sempre achei que potencialmente foi dos melhores jogadores que por cá passaram, tinha tudo para ser uma lenda, tinha tudo para ombrear/superar Drodba, Eto'o e companhias, tinha um clube que o adorava.
Por empatia "perdoei-lhe" coisas que a outros me levariam aos arames.
Tinha tudo ou melhor dizendo: tinha quase tudo. Faltava-lhe uma coisa: cabeça.
E a falta que faz a cabeça a um jogador - e não é propriamente para dar cabeçadas na bola (nunca hei-de esquecer aquela contra o Manchester).
E em alturas como estas, em que entram jogadores que também não foram ao mundial - apesar de todo o potencial que se lhe reconhece - é importante que acima de tudo tenham cabeça, que lhe mostrem estes exemplos e que lhe façam o acompanhamento necessário para que Vigo, cabeleireiras no estágio e vontades de empresários sejam histórias do passado. E que possamos ter exemplos destes, com "Vai Moutinho!":
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