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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A pouca vergonha do SL Paixão

Capa de O JOGO de 27-01-2015

«Num jogo com muito que analisar em termos de arbitragem (…)
Centro de Jonas, a bola bate na mão de Ricardo e Bruno Paixão assinala penálti. Este é o relato fiel. (…)
Chegou, então, o momento que decidiu o jogo. Abordagem displicente de Eliseu e penalti inequívoco sobre Hurtado, lançado minutos antes pelo Paços de Ferreira. Bruno Paixão hesitou segundos confrangedores, quando todos pareciam ter visto. Olhou na direção contrária ao lance (Manuel Mota, o quarto árbitro, ou o assistente?) e então apitou. Sérgio Oliveira marcou o golo que decidiu o jogo e manteve acesa a disputa pelo campeonato.
Ainda sobre o árbitro, uma última nota: medíocre como quase sempre. Dúvidas em dois lances com Cícero na área encarnada e o tom repetitivo de apitos que todos percebem ser de alguém com pouca mão no jogo. A Liga e um jogo tão vivo como este mereciam melhor.»


«Hurtado passou, correu, Sérgio devolveu a bola, ela chegou ao peruano e o lateral do Benfica esticou a perna. Estava na beira da grande área e acabou por rasteirar o avançado do Paços. De início não se ouviu apito — até ao auxiliar avisar Bruno Paixão e o árbitro, aí sim, soprar no apito. Era penálti.»


Bruno Paixão em acção: take 1 (fonte: Record)

Bruno Paixão em acção: take 2 (fonte: Record)

«A indicação do penálti que decidiu a partida terá sido dada pelo 4.º árbitro, Manuel Mota que, curiosamente, estava mais longe do lance do que Bruno Paixão e o seu auxiliar, Rodrigo Pereira.
O juiz hesitou após a falta de Eliseu e olhou para o seu assistente. Bruno Paixão só marcou a infração quando recebeu a indicação de Manuel Mota. Esta situação acabou por ser analisada por Jesus. “Não sei quem deu a indicação. O árbitro auxiliar do lado da bola não deu, o árbitro também não, e, passado alguns segundos, há a confirmação de que é penálti”.»
in record.pt


Jorge Maia, O JOGO, 27-01-2015

Não há muito a dizer sobre a escandaleira do FC Paços Ferreira x SL Paixão de ontem à noite. As decisões, as hesitações, as imagens, os FACTOS falam por si.

Ontem, em Paços de Ferreira, apesar da derrota do clube do regime, assistiu-se a um novo episódio do campeonato mais fraudulento dos últimos 30 anos (pelo menos).

E, perante a fraude, perante a falsificação de resultados, perante a instituição da mentira desportiva, o chefe dos árbitros, o senhor Vítor Pereira, continua como se nada fosse, sem dizer uma palavra.


"Apetecia-me mas não vou falar da arbitragem [de Bruno Paixão]"
Paulo Fonseca, 26-01-2015


P.S. Os intermináveis minutos de desconto dados por Bruno Calabote… perdão, por Bruno Paixão, após o Paços Ferreira ter marcado ao minuto 89…