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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Maradona e o seu amigo Baldassi
"Baldassi não deixou Portugal chegar à área da Espanha porque cada bola dividida era para Espanha. Sou amigo de Baldassi, mas pareceu-me uma arbitragem horrível"
"Dizem que o golo de Tevez foi fora de jogo, mas o de Villa foi um fora de jogo tão grande como este Mundial. O árbitro esteve mal, mas o juiz de linha era o Andrea Bocelli"
Nota: Ouvir a partir dos 3:30
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Maldita Cocaína

O Deus do Futebol veio há poucos dias a Portugal. O roteiro inicial da viagem previa uma visita ao Dragão para ver o jogo FC Porto x Trofense para que pudesse analisar as prestações dos argentinos, nomeadamente Lucho e Lisandro, mas depois preferiu ir ver, no mesmo dia, um jogo importante da Liga Inglesa. Uns dias mais tarde acabou mesmo por vir a Portugal mas para ver um jogo da Farsa da Liga no estádio da luz onde acabaria por actuar esse novo portento do futebol argentino que dá pelo nome de Di Maria. Assim sendo, e porque Deus é omnipresente, lá tiveram Lucho e Lisandro que se deslocar à capital onde se encontraram num hotel de Lisboa. Dessa “conversa” disseram os protagonistas que Deus, sabiamente, “contava com eles” e que lhes queria “dar minutos de jogo” ao serviço da Selecção alviceleste.

Na passada quinta-feira, 12 de Fevereiro, a selecção Argentina deslocou-se ao Velodrome em Marselha para um jogo particular com a França.
A Argentina alinhou com: Juan Pablo Carrizo, Martin Demichelis, Jonas Gutierrez, Gabriel Heinze, Javier Zanetti, Emiliano Papa, Fernando Gago, Javier Mascherano, Maxi Rodriguez (Marcos Angeleri, 82), Sergio Aguero (Carlos Tevez, 82), Lionel Messi e venceu por 2-0 com golos de Jonas Gutierrez (41') e Lionel Messi (83'). Lucho e Lisandro, que foram convocados, e a quem Deus planeava “dar minutos de jogo”, ficaram a aquecer o banco de suplentes. Fazer duas substituições num jogo amigável é um sinal de que realmente se quer experimentar jogadores por ainda não existir uma equipa base.
Edit: Intervenção do Provedor do Reflexão Portista:“Com este título o autor deste texto tentou, de forma vil e mesquinha, escarnecer as escolhas de um seleccionador, ex-jogador de futebol, associando-as a um passado menos recomendável no que respeita ao consumo de alcalóides cristalinos, de cor branca, que se extraem das folhas de coca e que se empregam como anestésicos e como estupefacientes. Seria preciso que o referido seleccionador tivesse mesmo voltado ao consumo de tais substâncias para colocar em campo os jogadores em questão, dadas as pobres exibições dos rapazes esta época.”
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