
Para o segundo encontro referente à Peace Cup, o FC Porto apresentou-se em Sevilha, diante do Besiktas, com 4 alterações no onze inicial relativamente ao jogo com o Lyon. Beto, Miguel Lopes, Guarín e Farias tiveram oportunidade de se mostrar ao treinador, que, para esta partida, optou por retirar os alas puros da equipa, dando um cariz mais musculado ao meio campo. Uma espécie de 4-4-2, que se revertia pontualmente em 4-3-3.
Mercê dessa alteração táctica os Dragões evidenciaram alguma desorganização durante grandes períodos do jogo. A equipa Turca foi quem mais assumiu o controlo das operações, mas ao longo de todo o encontro, só foi criando algum frisson junto à baliza de Beto a partir de lances de bola parada.

Do lado do Porto, com Meireles a evidenciar pouco fulgor físico, Belluschi intermitente – apesar de pontualmente fazer uns apontamentos de classe – foi Guarín quem se mostrou mais esclarecido do que aquilo que lhe é habitual ver. Fernando, esse, varre tudo o que lhe aparece pela frente. Na dianteira, Farias passou longos minutos longe do jogo, e só Hulk fez valer a sua velocidade de ponta. Tivesse o árbitro a graduação dos seus óculos calibrada, e teria assinalado 2 penalidades claríssimas sobre o avançado portista.
Na verdade, esta é uma daquelas partidas que não deixará saudades a ninguém. Ao ritmo tradicionalmente lento destes típicos jogos de pré-temporada, junte-se a pouca predisposição das 2 equipas em jogar o jogo pelo jogo. É certo que ao FC Porto servia-lhe um empate para seguir em frente nesta competição, bem como as nuances tácticas impostas nesta partida por parte de Jesualdo possam ter afectado o rendimento colectivo, mas isso, por si só, não justifica uma exibição tão descolorida.

Mercê dessa alteração táctica os Dragões evidenciaram alguma desorganização durante grandes períodos do jogo. A equipa Turca foi quem mais assumiu o controlo das operações, mas ao longo de todo o encontro, só foi criando algum frisson junto à baliza de Beto a partir de lances de bola parada.

Do lado do Porto, com Meireles a evidenciar pouco fulgor físico, Belluschi intermitente – apesar de pontualmente fazer uns apontamentos de classe – foi Guarín quem se mostrou mais esclarecido do que aquilo que lhe é habitual ver. Fernando, esse, varre tudo o que lhe aparece pela frente. Na dianteira, Farias passou longos minutos longe do jogo, e só Hulk fez valer a sua velocidade de ponta. Tivesse o árbitro a graduação dos seus óculos calibrada, e teria assinalado 2 penalidades claríssimas sobre o avançado portista.
Na verdade, esta é uma daquelas partidas que não deixará saudades a ninguém. Ao ritmo tradicionalmente lento destes típicos jogos de pré-temporada, junte-se a pouca predisposição das 2 equipas em jogar o jogo pelo jogo. É certo que ao FC Porto servia-lhe um empate para seguir em frente nesta competição, bem como as nuances tácticas impostas nesta partida por parte de Jesualdo possam ter afectado o rendimento colectivo, mas isso, por si só, não justifica uma exibição tão descolorida.

De positivo, fica o registo de mais uma prestação imaculada da defesa azul e branca, sendo claramente o sector mais entrosado da equipa. Beto muito seguro. Miguel Lopes em estreia, com algum nervosismo à mistura, que lhe valeu algumas más acções. A dupla de centrais esteve irrepreensível, como é hábito. Álvaro Pereira muito bem no flanco esquerdo.
Segue-se como adversário o Aston Villa, nas meias-finais da Peace Cup.
Fotos: Getty Images
Segue-se como adversário o Aston Villa, nas meias-finais da Peace Cup.
Fotos: Getty Images




