
Colocando-se à margem de sobressaltos, ou riscos desnecessários, o FC Porto apresentou-se com o melhor alinhamento possível diante da Oliveirense, equipa que milita na Liga de Honra. Ainda assim, Jesualdo Ferreira, fez avançar para o 11 inicial Orlando Sá, que fez a estreia (pouco feliz) com a camisola azul e branca. A vitória é justa, não merecendo qualquer contestação.
Não se dizer que a exibição portista tenha deslumbrado, longe disso. Sobressaiu, acima de tudo, a competência e o profissionalismo da equipa que era mais forte e tinha obrigação de carimbar o passaporte para a próxima ronda da Taça de Portugal. O ensaio serviu para a equipa ganhar alguma engrenagem após a paragem natalícia, e levantar a moral após o desaire na Capital do Império. Mas ainda não foi desta que Jesualdo aproveitou para testar um sistema de jogo alternativo.

Empurrado por Meireles e Belluschi, o FC Porto foi inclinando o terreno em direcção à baliza da equipa de Oliveira de Azeméis, com o médio Português fazendo boas triangulações e diagonais, e o médio Argentino incutindo uma agressividade positiva no miolo do terreno. Esta boa parelha obteve como resultado um volume enorme de recuperações de bola em zonas altas do terreno. Pena foi que a equipa nem sempre tenha sabido dar seguimento devido a estas situações.
Varela e Rodriguez foram também causando mossa e desgaste na defesa adversária, especialmente o internacional Uruguaio, que fez esta noite em Águeda a melhor exibição da época. Mas o Cebola ainda pode fazer mais. Em sentido inverso esteve Orlando Sá. A sua estreia foi para esquecer. Para além de ter passado longos períodos arredado do jogo, desperdiçou uma grande penalidade e consequente recarga. Assim, torna-se difícil ter direito a mais oportunidades num futuro próximo.

Cumprido que está este objectivo, os olhos voltam-se agora para a estreia na edição da Taça da Liga esta temporada. Um jogo onde certamente Jesualdo Ferreira deverá fazer grandes mexidas na equipa, dando minutos de competição aos menos utilizados. Para a Taça de Portugal, a próxima eliminatória é já no dia 20 de Janeiro, em Belém.
Não se dizer que a exibição portista tenha deslumbrado, longe disso. Sobressaiu, acima de tudo, a competência e o profissionalismo da equipa que era mais forte e tinha obrigação de carimbar o passaporte para a próxima ronda da Taça de Portugal. O ensaio serviu para a equipa ganhar alguma engrenagem após a paragem natalícia, e levantar a moral após o desaire na Capital do Império. Mas ainda não foi desta que Jesualdo aproveitou para testar um sistema de jogo alternativo.
Empurrado por Meireles e Belluschi, o FC Porto foi inclinando o terreno em direcção à baliza da equipa de Oliveira de Azeméis, com o médio Português fazendo boas triangulações e diagonais, e o médio Argentino incutindo uma agressividade positiva no miolo do terreno. Esta boa parelha obteve como resultado um volume enorme de recuperações de bola em zonas altas do terreno. Pena foi que a equipa nem sempre tenha sabido dar seguimento devido a estas situações.
Varela e Rodriguez foram também causando mossa e desgaste na defesa adversária, especialmente o internacional Uruguaio, que fez esta noite em Águeda a melhor exibição da época. Mas o Cebola ainda pode fazer mais. Em sentido inverso esteve Orlando Sá. A sua estreia foi para esquecer. Para além de ter passado longos períodos arredado do jogo, desperdiçou uma grande penalidade e consequente recarga. Assim, torna-se difícil ter direito a mais oportunidades num futuro próximo.
Cumprido que está este objectivo, os olhos voltam-se agora para a estreia na edição da Taça da Liga esta temporada. Um jogo onde certamente Jesualdo Ferreira deverá fazer grandes mexidas na equipa, dando minutos de competição aos menos utilizados. Para a Taça de Portugal, a próxima eliminatória é já no dia 20 de Janeiro, em Belém.
Fotos: Agência Lusa e Record


