Ao longo da sua história, o FC Porto sempre foi alvo de ataques vis da comunicação social maioritariamente lisboeta. Neste país, uma grande parte daqueles que possuem uma carteira de jornalista não tem a ética nem a coluna vertebral para informar com isenção, rigor e imparcialidade. E os sócios e adeptos do FC Porto apercebem-se disso desde muito novos.
Nos últimos anos, fruto talvez do crescente ressabiamento pelas conquistas aquém e além-fronteiras, o clube tem sido alvo de um verdadeiro comportamento de “bullying” por parte daqueles que se deveriam limitar a informar com rigor e objectividade.
Se a alguns meios informativos (se assim se podem chamar?!) já nenhuma “notícia” ou atitude nos espanta, como é o caso do ignóbil Correio da Manha, a outros, até pela sua natureza jurídica, se exigiria um tratamento respeitoso e com o devido distanciamento como são o caso a RTP, uma televisão pública, ou a SIC e a TVI, televisões privadas detidas pela Impresa e pela Mediacapital, respectivamente. Mas mesmo estas, com o caso vergonhoso da RTP, financiada pelos impostos de todos, não têm tido o respeito e a imparcialidade que o FC Porto, como qualquer outra instituição, merece.
Os “erros” ou os lapsos de linguagem com o nome do FC Porto têm sido muitos. De tal forma que o Clube se viu obrigado a apresentar uma exposição à ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) no passado mês de Setembro. Certamente que teremos de esperar sentados por consequências para os “jornalistas” responsáveis por esses “lapsos”, até porque a ERC costuma reagir tarde e mal.
“Moutinho já treinou com o “Porco”… com o Porto, no centro de estágios do Olival…”
“…esperar que o FC Porco perca…”
“Julen Lopetoqui” por Pedro Pinto
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Já muito se discutiu sobre qual seria a melhor forma de o Clube lidar e combater estes abusos de confiança e desrespeito grosseiro. A verdade é que se os tribunais e os reguladores, cuja existência serve a protecção dos cidadãos e das instituições de outros mal intencionados, nada fizerem, acordará muito provavelmente nos sócios o instinto natural de autodefesa às reiteradas agressões exteriores. "Quem semeia ventos, colhe tempestades".


