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sexta-feira, 25 de maio de 2012

FC Porto, de Viena a Dublin em 35 histórias saídas da alma

No próximo domingo será apresentado, no mítico café Guarany, na Avenida dos Aliados, o livro "Porto 1987-2012, 25 anos no topo do Mundo!".

Trata-se de um projecto coordenado por João Nuno Coelho (autor dos livros "República, Desporto e Imprensa", "A Paixão do Povo", entre outros), um portista confesso que reuniu outros 34 "ilustres" azuis e brancos para contarem, em discurso directo, como viveram os jogos mais emblemáticos da história do nosso clube nos últimos 25 anos, desde a Final da Taça dos Campeões de Viena até hoje. 

Por lá andam textos deliciosos do Carlos Tê, Hélder Pacheco, Miguel Guedes, Rui Moreira, Jorge Bertocchini, Álvaro Costa e, sem que se entenda muito bem porquê, também um texto meu sobre o FC Porto vs SS Lazio, na minha humilde opinião o melhor jogo que vi fazer ao nosso FCP na vida.

O livro estará à venda a partir de segunda-feira nas livrarias, mas no domingo, como uma ocasião especial, será distribuído com o Jornal de Noticias ou O Jogo, ao preço de 8,50 euros (mais o preço do jornal).

Para aqueles que quiserem passar uma tarde diferente, conversando com os autores (por motivos pessoais eu não poderei estar presente) e relembrando em tertúlia, apresentada pelo Hernâni "Bitaites" Gonçalves, as muitas conquistas logradas por todos desde que Madjer se lembrou de inventar aquele calcanhar, são todos muito bem vindos!


quarta-feira, 31 de março de 2010

Será que o PGR vai ler este livro?

O livro "obscuro", com que Pinto da Costa presenteou Judite Sousa no final da entrevista de ontem, é um romance que, de acordo com a sinopse do livro, conta a história do senhor F, um reputado empresário e dirigente desportivo, que nunca se dá a conhecer em discurso directo para preservar as aparências, mas que manipula todos os acontecimentos, em prol do graveto, que é o que o move.

Na crítica ao romance existente no site do autor é dito: «Os criminosos continuam a operar livremente; a polícia e a justiça cumpriram o seu papel e justificaram a sua existência num dialéctico “faz de conta”; e a satisfação dos mercados continua em pleno a garantir a todos uma remuneração aliciante!»

Ainda não li o livro, mas dizem-me que o romance conta a ascensão de um tal "Ferreira" no comércio de pneus e de como ele conseguiu subir na vida.
Pela amostra, talvez dê um bom guião para um filme...
E o procurador-geral da república, já terá mandado comprar o ‘O Águia do graveto’?
Recordo que aquando do ‘Eu, Carolina’, Pinto Monteiro mostrou bastante interesse e assegurou que ia ler o livro.