Amo o Futebol Clube do Porto. Com todas as minhas forças cresci celebrando cada triunfo, engolindo em seco cada tropeção, enraivecido com cada roubo em contra e com cada derrota. Não sei ser outra coisa que não portista. E cresci com uma cultura de vitórias. Sou muito novo para me lembrar de Viena com claridade mas tenho flashes na minha cabeça. Sei que vi o jogo em casa dos meus tios, com o meu pai e tio colados ao sofá e eu por ali, sem saber muito bem o que se passava. Sei que ouvi os gritos de golo e quando o Juary marcou o dele o meu tio não aguentou mais dos nervos e fechou-se no quarto de banho, não queria ver, não queria saber, enquanto o meu pai ia gritando o que se passava. Choraram. Eramos campeões europeus. Foi um 27 de Maio de 1987. No 26 de Maio de 2004 não só era consciente de tudo, era participe de tudo. Sócio cativo há mais de uma década, incapaz de perder um só jogo nas Antas - e desde há poucos meses no Dragão - mais algumas deslocações históricas, aquela era a minha geração. A minha gente, os meus jogadores, a minha equipa. Sofri mais com Sevilha, confesso, muito mais. Em Gelsenkirchen sempre soube que só um milagre nos ia custar uma Champions inesperada mas totalmente merecida. Festejamos até ás tantas nos Aliados, eu e os meus irmãos, e fomos receber a equipa como nos mereciamos todos. Já não tinha só memórias e flahses na cabeça, tinha o triunfo tatuado na pele. Os dragões eram reis da Europa outra vez. Vinte e quatro horas menos e dezassete anos depois.
Hoje e amanhã deviam ser dias de celebração.
No Reflexão Portista pensamos inclusive em fazer um especial de artigos e textos sobre os trinta anos de Viena - para quem queira, há um maravilhoso livro coordenado pelo João Nuno Coelho sobre os 25 anos dessa data histórica - para celebrar esse dia maravilhoso. Mas o clube não está agora mesmo para este tipo de celebrações nem de regressos ao passado nostálgicos. Nunca devemos esquecer quem somos, de onde viemos e o que conquistamos. Há clubes a celebrar um Tetra, convém recordar que disso temos dois, temos um Penta e não necessitamos setenta anos de história para os conseguir. Há clubes a celebrar duas Taças dos Campeões Europeus, a última conquistada em 1962, convém recordar sempre que disso temos duas, bem mais recentes, mas também duas Taça UEFA/Liga Europa e uma Supertaça Europeia e duas Intercontinentais, já agora, para que fique claro quem é o maior clube português em títulos internacionais. Taça Latina incluída. Isso nunca se esquece, isso está dentro de nós e recordar é viver. Mas ao ritmo que levamos corremos o sério risco de cair no poço em que outros viveram durante anos com o velho chavão do "antes é que era", do "naquela época é que eramos os maiores" e o "os meus títulos são melhores que os teus". Passar estes dois dias a celebrar Viena e Gelsenkirchen é uma tentação bonita porque são dois troféus maravilhosos e dois dias inesqueciveis. Mas fazê-lo, tal como estamos, é trair-nos a nós mesmos e à nossa memória. Sobretudo, é trair o que nos levou precisamente a ganhar esses dois troféus: viver o presente.
O FC Porto deixou de ser um clube gerido a pensar no presente e isso é um dos principais motivos pelo que estamos nesta etapa negra. Pelo menos no presente do clube. Os projecto não têm direcção, caem ao primeiro abanão, mudam de forma radical de ano para ano sempre a pensar em algo que tente recuperar o passado sem que ninguém se dê conta que o futebol mudou. Se algo sustentou o êxito dos anos 80 e 90 foi a capacidade do Porto se adaptar melhor que ninguém ao mundo que viviamos e ao futebol do seu tempo a distintos niveis. Essa realidade perdeu-se e cada vez mais nos entragamos à nostalgia, ao "jogador à Porto", ao "treinador à Porto", ao "Somos Porto", ao "no tempo de" e esquecemo-nos que cada semana há um jogo novo num mundo novo e que é aí onde nos temos de concentrar. O mercado não é o dos noventa, a formação não é a dos oitenta, os treinadores não são os dos 2000 e, sobretudo, a direcção há muito que não é a desse periodo em actitude, trabalho e entrega, já para não falar em idade. E não saimos desse circulo fechado e entregar-nos a esse ritual de celebração num ano triste onde perdemos tudo, outra vez, parece-me ser um erro e uma falta de respeito para com o que fomos e que deviamos ser.
O lodo onde estamos tem muitas explicações. O lodo onde estamos pode prolongar-se muito ou pouco tempo, depende de aquilo que quem gere o clube tem preparado para o futuro. O que sim é fácil de entender é que não é celebrando o passado que vamos estar mais preparados para o depois de amanhã. Se queremos voltar a ser grandes é precisamente isso que devemos fazer. Pensar no hoje, no amanhã e no depois, pensar no presente e no futuro, em como vamos reorganizar o clube, as contas, a parcela desportiva. Não pensemos no que já foi e já não volta. O que talvez nem sequer se volte a repetir porque o mundo mudou. Sonhar com outro título europeu é bonito mas cada vez mais redutor, pensemos em como conquistamos nós o nosso Penta antes que o celebrem outros. Primeiro ganhamos um título...depois pensamos em ganhar o Bi...depois pensamos em ganhar o Tri...e ganhamos. Depois demos o salto ao Tetra e foi nosso. Depois preparamos tudo para assaltar o Penta, e celebramos como loucos. Hoje temos de pensar como vamos ser campeões em Maio do próximo ano. Em nada mais. Nem títulos passados nem em equipas de outras eras. Pensem no hoje. Pensem no amanhã. Pensem em Maio. E passo a passo pensem em voltar a ser grandes como o escudo do Dragão merece.
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sexta-feira, 26 de maio de 2017
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Foi há 10 anos!
Cumpre-se hoje uma década sobre o segundo triunfo do FC Porto na maior prova de clubes a nível europeu: a Liga dos Campeões. O ano 2004 ficará para sempre na nossa memória (e no nosso Museu!).
Resumo dos golos:
terça-feira, 17 de setembro de 2013
As Noites Europeias de azul Viena
Viena.
Sempre teremos Viena.
Se o FC Porto nunca tivesse estado em Sevilha, Gelsenkirchen ou Dublin sempre teríamos Viena.
Não há cidade mais simbólica na história das competições europeias. E, para nós, é ouro sobre azul. Vamos a Viena amanhã começar mais um ano de aventuras europeias. Não é a primeira vez. Mas sabe sempre de forma especial. Porque havia um FC Porto antes e outro depois de Viena.
Não necessariamente pelo triunfo.
Antes já tinham ganho a Taça dos Campeões Europeus clubes de menor perfil e prestigio que nós. O Nottingham Forrest, o Steaua Bucareste e até o Celtic Glasgow e o Feyenoord, são bons exemplos de que o torneio não era um exclusivo das grandes equipas das grandes ligas da Europa. No ano seguinte o troféu foi ganho pelo PSV, dois anos depois pelo Estrela Vermelha e seis pelo Olympique Marseille. Se a história do futebol europeu fosse lida desde esse prisma, éramos mais um entre alguns. Mas somos mais do que isso. Somos um caso singular e único. Porque repetimos esse triunfo. E eles não.
Depois do Jamor o Celtic não ganhou um troféu europeu. O Feyenoord venceu duas Taças UEFA. O Nottingham Forest desapareceu do mapa do futebol inglês e há largos anos que vive na segunda divisão. O Steaua, alimentado pelo regime de Ceaucescu, desfez-se com o regime. Regressa este ano à Champions League depois de largos anos de ausência. O Marseille pagou o preço das ligações perigosas e o PSV não voltou a cheirar uma final. E o Estrela Vermelha acabou, de facto, com a própria Jugoslávia. Mas nós não. Nós crescemos. Nós ficamos mais fortes. Nós passamos a fazer parte dessa elite europeia.
Não em dinheiro, não na qualidade do plantel ano após ano. Mas em prestigio.
O FC Porto - graças ao trabalho de Pinto da Costa e de algumas das suas eleições mais acertadas para o banco - soube provar de novo o sabor do champanhe.
Somos únicos nesse feito entre as pequenas nações da Europa. E é algo do qual nos devemos sentir orgulhosos. Sempre que apareça Viena no horizonte, saber que foi aí que a gesta começou. Sim, Pedroto estabeleceu as bases. Para mim é a personalidade mais importante da história do clube porque foi ele quem marcou o antes e o depois. Mas partiu cedo, muito cedo, sob o fantasma de Basileia e aquele golo do Boniek, os gritos do Zé Beto e o medo de que aquela final não seria repetida. Mas em Viena, com o "rei Artur", com o calcanhar do Madjer, o sprint do Futre, a taça nas mãos do "capitão" e as lágrimas do presidente, soubemos que a festa estava a começar. Era algo dentro de nós que fervilhava por essa paixão das noites europeias.
O futebol europeu, continental claro, começou a desenhar-se em Viena.
As tardes europeias do início do século XX, os anos de ouro da Taça Mitropa, tudo sucedeu nessa cidade mágica, no campo do parque do Prater. Para o futebol europeu e para nós. Historicamente, o FC Porto era um clube a que se lhe dava mal as provas europeias.
Até meados dos anos setenta até o Vitória de Setúbal tinha um registo melhor que o nosso. Mas com Pedroto algo mudou. Para sempre. Hoje somos o melhor clube português na história das competições europeias. Somos uma das equipas com mais participações na Champions League. Nas quatro últimas vezes que disputamos a Taça UEFA/Europa League, vencemos duas. Ninguém tem estes números.
Estivemos no calor asfixiante de Sevilla. Desfrutamos da nossa superioridade evidente em Gelsenkirchen e tinhamos a certeza que Dublin era uma formalidade. São três noites europeias que ninguém esquecerá. Mas Viena, a nossa Viena, até para quem não a viveu como deve ser, é especial.
Amanhã, mais ou menos por esta hora, o mítico FK Austria - o tal das tardes europeias mágicas - vai ser o nosso rival em campo. Mas quando o escudo do dragão subir ao relvado, o Bayern, o Dinamo de Kiev, o Brondby, o Vitkovice e o Rabat também vão lá estar à nossa espera. Viena, o Prater, o Danúbio azul, a magia da história. O pontapé de saída para mais uma temporada europeia, difícil, exigente e que gera ilusão nos adeptos pelo local onde se disputa a final. Mas a cada jogo, a cada passe mal medido, a cada remate torto, a cada golo sofrido, convém não perder nunca a perspectiva. Podemos ir mais longe, devemos lutar por ir mais longe, queremos ir muito mais longe do que temos feito nos últimos anos. Mas o que o FC Porto conseguiu, isso, meus amigos, não conseguiu mais ninguém!
Disclaimer
O título do artigo não é inocente.
Noites Europeias é o nome do livro que vai ser colocado à venda nos próximos dias, escrito por mim e pelo João Nuno Coelho, representante do FC Porto no programa do canal Q Sacanas sem Lei e coordenador do livro "Porto 25". É um livro que viaja às origens das competições europeias de clubes e se prolonga até à última temporada em mais de 100 anos de histórias, jogos, personalidades, sistemas de jogo e memórias. Inevitavelmente o FC Porto é um dos protagonistas dessa Europa periférica fora das grandes ligas. Não é por acaso o único clube - com a excepção honrosa do Ajax, noutro contexto - fora desse circulo de grandes fortunas que tem quatro troféus das provas da UEFA. Um feito único e histórico entre os muitos que relatamos.
Oficialmente a apresentação do livro é na tarde do dia 29 de Setembro, no bar Casa do Livro na zona das Galerias de Paris com moderação do Luis Freitas-Lobo e de alguns convidados-surpresa ligados à história europeia do FC Porto. A todos os adeptos do clube, amantes das "noites europeias", aqui fica o meu convite pessoal e o desejo de uma boa leitura, se for o caso.
Sempre teremos Viena.
Se o FC Porto nunca tivesse estado em Sevilha, Gelsenkirchen ou Dublin sempre teríamos Viena.
Não há cidade mais simbólica na história das competições europeias. E, para nós, é ouro sobre azul. Vamos a Viena amanhã começar mais um ano de aventuras europeias. Não é a primeira vez. Mas sabe sempre de forma especial. Porque havia um FC Porto antes e outro depois de Viena.
Não necessariamente pelo triunfo.
Antes já tinham ganho a Taça dos Campeões Europeus clubes de menor perfil e prestigio que nós. O Nottingham Forrest, o Steaua Bucareste e até o Celtic Glasgow e o Feyenoord, são bons exemplos de que o torneio não era um exclusivo das grandes equipas das grandes ligas da Europa. No ano seguinte o troféu foi ganho pelo PSV, dois anos depois pelo Estrela Vermelha e seis pelo Olympique Marseille. Se a história do futebol europeu fosse lida desde esse prisma, éramos mais um entre alguns. Mas somos mais do que isso. Somos um caso singular e único. Porque repetimos esse triunfo. E eles não.
Depois do Jamor o Celtic não ganhou um troféu europeu. O Feyenoord venceu duas Taças UEFA. O Nottingham Forest desapareceu do mapa do futebol inglês e há largos anos que vive na segunda divisão. O Steaua, alimentado pelo regime de Ceaucescu, desfez-se com o regime. Regressa este ano à Champions League depois de largos anos de ausência. O Marseille pagou o preço das ligações perigosas e o PSV não voltou a cheirar uma final. E o Estrela Vermelha acabou, de facto, com a própria Jugoslávia. Mas nós não. Nós crescemos. Nós ficamos mais fortes. Nós passamos a fazer parte dessa elite europeia.
Não em dinheiro, não na qualidade do plantel ano após ano. Mas em prestigio.
O FC Porto - graças ao trabalho de Pinto da Costa e de algumas das suas eleições mais acertadas para o banco - soube provar de novo o sabor do champanhe.
Somos únicos nesse feito entre as pequenas nações da Europa. E é algo do qual nos devemos sentir orgulhosos. Sempre que apareça Viena no horizonte, saber que foi aí que a gesta começou. Sim, Pedroto estabeleceu as bases. Para mim é a personalidade mais importante da história do clube porque foi ele quem marcou o antes e o depois. Mas partiu cedo, muito cedo, sob o fantasma de Basileia e aquele golo do Boniek, os gritos do Zé Beto e o medo de que aquela final não seria repetida. Mas em Viena, com o "rei Artur", com o calcanhar do Madjer, o sprint do Futre, a taça nas mãos do "capitão" e as lágrimas do presidente, soubemos que a festa estava a começar. Era algo dentro de nós que fervilhava por essa paixão das noites europeias.
O futebol europeu, continental claro, começou a desenhar-se em Viena.
As tardes europeias do início do século XX, os anos de ouro da Taça Mitropa, tudo sucedeu nessa cidade mágica, no campo do parque do Prater. Para o futebol europeu e para nós. Historicamente, o FC Porto era um clube a que se lhe dava mal as provas europeias.
Até meados dos anos setenta até o Vitória de Setúbal tinha um registo melhor que o nosso. Mas com Pedroto algo mudou. Para sempre. Hoje somos o melhor clube português na história das competições europeias. Somos uma das equipas com mais participações na Champions League. Nas quatro últimas vezes que disputamos a Taça UEFA/Europa League, vencemos duas. Ninguém tem estes números.
Estivemos no calor asfixiante de Sevilla. Desfrutamos da nossa superioridade evidente em Gelsenkirchen e tinhamos a certeza que Dublin era uma formalidade. São três noites europeias que ninguém esquecerá. Mas Viena, a nossa Viena, até para quem não a viveu como deve ser, é especial.
Amanhã, mais ou menos por esta hora, o mítico FK Austria - o tal das tardes europeias mágicas - vai ser o nosso rival em campo. Mas quando o escudo do dragão subir ao relvado, o Bayern, o Dinamo de Kiev, o Brondby, o Vitkovice e o Rabat também vão lá estar à nossa espera. Viena, o Prater, o Danúbio azul, a magia da história. O pontapé de saída para mais uma temporada europeia, difícil, exigente e que gera ilusão nos adeptos pelo local onde se disputa a final. Mas a cada jogo, a cada passe mal medido, a cada remate torto, a cada golo sofrido, convém não perder nunca a perspectiva. Podemos ir mais longe, devemos lutar por ir mais longe, queremos ir muito mais longe do que temos feito nos últimos anos. Mas o que o FC Porto conseguiu, isso, meus amigos, não conseguiu mais ninguém!
Disclaimer
O título do artigo não é inocente.
Noites Europeias é o nome do livro que vai ser colocado à venda nos próximos dias, escrito por mim e pelo João Nuno Coelho, representante do FC Porto no programa do canal Q Sacanas sem Lei e coordenador do livro "Porto 25". É um livro que viaja às origens das competições europeias de clubes e se prolonga até à última temporada em mais de 100 anos de histórias, jogos, personalidades, sistemas de jogo e memórias. Inevitavelmente o FC Porto é um dos protagonistas dessa Europa periférica fora das grandes ligas. Não é por acaso o único clube - com a excepção honrosa do Ajax, noutro contexto - fora desse circulo de grandes fortunas que tem quatro troféus das provas da UEFA. Um feito único e histórico entre os muitos que relatamos.
Oficialmente a apresentação do livro é na tarde do dia 29 de Setembro, no bar Casa do Livro na zona das Galerias de Paris com moderação do Luis Freitas-Lobo e de alguns convidados-surpresa ligados à história europeia do FC Porto. A todos os adeptos do clube, amantes das "noites europeias", aqui fica o meu convite pessoal e o desejo de uma boa leitura, se for o caso.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Os meus dez jogos da década
Os directores dos três diários desportivos foram desafiados a eleger os dez jogos da década do futebol português. São estas as suas escolhas:
Os dez jogos da década para Manuel Tavares (director de O Jogo)
Os dez jogos da década para António Magalhães (director-adjunto do Record)
Os dez jogos da década para Vítor Serpa (director do jornal A Bola)
Naturalmente, como vejo o futebol com óculos azuis-e-brancos, a minha escolha é diferente e envolve 10 jogos dos dragões:
20/03/2003: Panathinaikos x FC Porto, 0-2, ap (Taça UEFA, Quartos-final, 2ª mão) (ficha)
10/04/2003: FC Porto x Lazio, 4-1 (Taça UEFA, Meias-finais, 1ª mão) (video) (ficha)
21/05/2003: FC Porto x Celtic, 3-2, ap (Taça UEFA, Final) (video) (ficha)
09/03/2004: Manchester United x FC Porto, 1-1 (Liga Campeões, Oitavos-final, 2ª mão) (ficha)
26/05/2004: FC Porto x AS Mónaco, 3-0 (Liga Campeões, Final) (ficha)
12/12/2004: FC Porto x Once Caldas 0-0 (8-7) g.p. (Taça Intercontinental) (ficha)
07/04/2009: Manchester United x FC Porto, 2-2 (Liga Campeões, Quartos-final, 1ª mão) (video) (ficha)
08/12/2009: Atletico Madrid x FC Porto, 0-3 (Liga Campeões, Fase de grupos) (ficha)
02/05/2010: FC Porto x Benfica, 3-1 (Campeonato, 29ª jornada) (video)
07/11/2010: FC Porto x Benfica, 5-0 (Campeonato, 10ª jornada) (ficha)
Não foi fácil escolher estes 10 jogos e deixar de fora vitórias sobre o Manchester United, Lyon, Corunha, Chelsea, Arsenal ou, fora de casa, vitórias europeias em Marselha, Moscovo, Kiev, Istambul, etc. Também deixei de fora finais que representaram conquistas de várias Taças de Portugal e Supertaças, que para outros poderiam ser grandes momentos, mas para os portistas são vistas (nesta altura) como competições menores. Provavelmente terei esquecido alguns, mas pronto, são estes os meus 10 jogos da década. E os seus?
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