Mostrar mensagens com a etiqueta Helder Conduto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Helder Conduto. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Acabar com as condutas manhosas

«Em 35 anos, esta é a quinta vez que inicio funções na redação do Record. Em 1978, com Monteiro Poças, fui estagiário. Em 1986, com Rui Cartaxana, desenvolvi o primeiro espaço regular sobre futebol internacional. Em 1994, com João Marcelino, regressei para participar na grande transformação em jornal diário e integrei as direções até 2003, também com José Manuel Delgado. Em 2004, com Alexandre Pais, iniciei um ciclo como colunista que durou até há poucas semanas.»
João Querido Manha
in Record, 19-07-2013


O diretor do Record deixou de ser Alexandre Pais (um assumido adepto do Belenenses com uma certa simpatia pelo slb) e o lugar passou a ser ocupado por um homem da casa, que também era cronista do Correio da Manhã e comentador da CM TV.

Acho bem. Detesto fingimentos e, com “talibans encarnados”, como são os casos de Octávio Ribeiro e João Querido Manha, na direção do Correio da Manhã e Record respectivamente, a estratégia e politica comunicacional do grupo Cofina fica muito mais clara.

Esta clarificação no Record, junta-se à transferência do ano nos media portugueses, anunciada há umas semanas atrás: Hélder Conduto, coordenador do Desporto da RTP, vai sair da estação pública para passar a chefiar a redação da benfica TV.
É sempre positivo quando as pessoas deixam de ter vergonha e assumem aquilo que realmente são. Desse modo, pelo menos evitam ser criticadas por condutas manhosas

Neste período das trevas, em que grande parte da comunicação social portuguesa (lisboeta!) é “comandada no terreno” por fundamentalistas encarnados (José Manuel Delgado, Octávio Ribeiro, João Querido Manha, ...), com uma visão do futebol português toldada pelo ódio ao FC Porto, é reconfortante constatar que o Porto Canal é um projeto diferente, que caminha em sentido contrário, numa lógica de abrangência e que desperta simpatias em pessoas e zonas do país onde isso parecia pouco provável.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Baía e as mentiras de Scolari

Ontem à noite, logo a seguir ao telejornal, a RTP brindou o país com uma extensa entrevista efetuada a Luís Felipe Scolari, entrevista essa que no dia/horas anteriores andou a promover à custa do anti-portismo nacional. De facto, o chamariz desta entrevista foram as “revelações” de Scolari acerca das razões que o levaram a não convocar Vítor Baía para a Seleção Nacional.
E que explicações foram essas?
Bem, Scolari contou uma história que, segundo ele, se terá passado na véspera de um Belenenses x FC Porto, supostamente o primeiro jogo a que assistiu como selecionador de Portugal (no início de 2003):

No dia anterior [ao Belenenses x FC Porto], tive um encontro com as lideranças do Porto, técnico e presidente

Disseram-me que o Vítor Baía não estava mais nos planos do clube, não jogaria mais e que estava em conflito com o seu treinador [José Mourinho] e com a direção

Foi o presidente do Porto que me disse isto. A partir daí passei a olhar com outros olhos para o Vítor Baía

Quem jogou esse jogo [Belenenses x FC Porto] foi o Nuno Espirito Santo

Um mês ou dois depois [o Vítor Baía] voltou a jogar no Porto

O jornalista da RTP ouviu estas afirmações impávido e sereno, mas o comum dos adeptos não precisa de ter grande memória para se lembrar de outras explicações apresentadas por Scolari (para o afastamento de Vítor Baía da seleção nacional). Primeiro, e durante anos, foi a tese da opção técnica.

5 de Setembro de 2008. No fecho do Fórum de Treinadores de Elite da UEFA, em Nyon, na Suíça, Luiz Felipe Scolari (na altura treinador do Chelsea) afirmou:
As escolhas que fiz na época [em que era selecionador de Portugal] e as que faço agora são de acordo com as minhas convicções. Já falei 120 vezes a mesma coisa, que foi por opção técnica. Quem quiser que entenda, se não quiser que se dane.

No entanto, em Dezembro passado a razão principal deixou de ser técnica e passou a ser de balneário, com o ónus pelo afastamento de Baía a ser atirado para cima de Gilberto Madail.

30 de Dezembro de 2011. Em resposta a declarações de Gilberto Madail, acerca do afastamento de Vítor Baía da seleção nacional, Acaz Felleger, assessor de Luís Felipe Scolari, afirmou em entrevista à RTP:
Scolari perguntou a Madail sobre o Vítor Baía e foi-lhe dito pelo presidente que não era um bom atleta de balneário, que não criava bom ambiente

Uns dias depois, Madail refutou completamente estas declarações: “Surpreenderam-me essas declarações do senhor Scolari. Eu seria incapaz de me intrometer em algo que é da responsabilidade do selecionador. E ele sabe muito bem que nunca tive essa conversa com ele.

Finalmente, nove anos e meio após ter sido contratado pela FPF, Scolari chegou à mãe de todas as explicações e aquela que, indiscutivelmente, mais agrada ao país desportivo: o principal culpado pelo afastamento de Baía foi o maquiavélico Pinto da Costa!

Mas será esta explicação mais verosímil que as anteriores?
É fácil constatar que as afirmações de Scolari estão cheias de falsidades.

14 de Dezembro de 2002. O presidente da FPF, Gilberto Madaíl, completou 58 anos e Scolari veio a Lisboa para assinar contrato como selecionador de Portugal. No evento, que teve ampla cobertura mediática (e foi transmitido em direto no sítio da FPF na Internet), esteve presente Luís Filipe Vieira, na altura presidente da SAD do slb.

19 de Janeiro de 2003. Disputou-se, no Restelo, o Belenenses x FC Porto, da jornada 18, do campeonato 2002/03.

Será que nesse dia Scolari já estava em Lisboa a trabalhar como selecionador?
Será que na véspera (18/01/2003) se encontrou com o treinador e dirigentes do FC Porto? Onde?
Convido os jornalistas sérios a investigarem, mas uma coisa é facílima de apurar (eu demorei dois minutos): quem defendeu a baliza dos dragões nesse jogo não foi Nuno Espirito Santo, mas sim… Vítor Baía! (o tal que, segundo Scolari, lhe foi dito que não jogaria mais pelo FC Porto, porque estava em conflito com o seu treinador e com a direção)

É verdade que Vítor Baía teve um desentendimento com José Mourinho num treino à porta fechada, mas isso foi no dia 22 de Setembro de 2002 e, após ter sido colocado a treinar à parte, o conflito ficou sanado no dia 17 de Outubro de 2002 (três meses ANTES do Belenenses x FC Porto referido por Scolari).

Na realidade, Baía voltou à baliza do FC Porto, não quando o Scolari disse na entrevista à RTP (“um mês ou dois depois [do Belenenses x FC Porto] voltou a jogar no Porto”), mas muito antes do devoto de Nossa Senhora de Caravaggio ter posto os pés em Portugal. E, para desgosto do clube de fans do Ricardo, foi com o Vítor na baliza que o FC Porto venceu o campeonato, a final da Taça de Portugal e a Taça UEFA dessa época (2002/03), já para não falar na Liga dos Campeões no ano seguinte.

Pois é, querendo, apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo. O problema é que, neste caso, isso estragava os títulos e manchetes anti-Porto que esta entrevista a Scolari proporcionou.

P.S. Que Scolari, para ser popular e para agradar aos seus amigalhaços portugas, avance com explicações mirabolantes, desdizendo-se a si próprio, é algo que não me surpreende minimamente. Agora, que um jornalista cruze o Atlântico para ir a São Paulo entrevistar Scolari, ouça estas afirmações e nem sequer o confronte com as contradições evidentes e diferentes “explicações” anteriores, é algo que remete para outro tipo de considerações.
Em primeiro lugar, o que motivou a entrevista ao ex-ex-selecionador de Portugal nesta altura? O ex-selecionador (Carlos Queiroz) também vai ser entrevistado ou isso não convém?
Em segundo lugar, tendo a RTP um correspondente no Brasil, qual a necessidade de enviar propositadamente um jornalista de Lisboa, algo que implicou uma viagem de 16 mil quilómetros (ida e volta)? Pelos vistos, e apesar da Troika, na televisão pública continua a haver oceanos de dinheiro para esbanjar nestas “missões especiais”…
Em terceiro lugar, porque razão foi escolhido o jornalista Hélder Conduto? Por estar habituado a confraternizar com treinadores de futebol? Por ser amigo de Scolari desde os tempos em que o homem das bandeirinhas fazia campanhas de milhões para o BPN? Por, em entrevistas anteriores, já ter mostrado uma elevada capacidade para “conduzir eficazmente” entrevistas polémicas que envolvam insinuações ou acusações a elementos do FC Porto?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Caiu-lhes a máscara


«O que é que faz o treinador do Benfica no restaurante de um conhecido barbudo benfiquista, na companhia de dois... jornalistas da RTP? Almoça, naturalmente. E conversa. Mas sobre que temas? O Labaredas suspeita que Jorge Jesus não estará propriamente interessado no jornalismo ou em recordações de um defunto programa dominical, por isso o assunto que os une nesta altura é, indiscutivelmente, outro: o vermelho.
«Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és». Neste caso, o que és. Se Carlos Daniel e Hélder Conduto fossem «apanhados» a almoçar em grande cumplicidade com os técnicos do Paredes e de um clube do interior alentejano ou gritassem, alto e bom som, em pleno local de trabalho, que o clube da sua terra é o maior, não viria mal ao mundo.
Assim, porém, é mais grave e despudorado: Que tipo de imparcialidade pode esperar-se quando, amanhã, coordenarem ou comentarem trabalhos sobre o Benfica e, já agora, sobre algum dos rivais azuis e brancos e verde e brancos?»
in Labaredas, 18/09/2009


A "isenção" dos jornalistas Carlos Daniel e Hélder Conduto não é novidade. Já tínhamos falado dela em dois artigos:
Livre conduto para denegrir o FC Porto
Co(s)me e cala!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Livre conduto para denegrir o FC Porto

«Os Donos da Bola reflectem muito aquela curiosidade pacóvia que temos quando paramos a ouvir uma conversa de peixeiras ou quando se organiza uma enorme fila de carros que pára na estrada só para ver os mínimos estragos de um simples toque de dois veículos. (...)
Misturam-se também, neste programa semanal, outras coisas bem menos felizes: relembro a entrevista da semana passada, de José Manuel Mestre ao secretário-geral da UEFA, Gerhard Aigner, em que se tentava conduzir a entrevista conduzindo o entrevistado com perguntas canhestras como "Sabe que o Sr. Pinto da Costa insultou dois árbitros no ano passado?". Aigner é raposa velha e, com um indisfarçável ar de enfado, foi-lhe respondendo educadamente. Fazia lembrar François Mitterrand, que no primeiro septanato na Presidência da França, chamou um dia a Giscard d'Estaing "le petit telegraphiste", porque este andava pela Europa a fazer queixinhas do Presidente do seu país.»
Manuel Queiroz, PÚBLICO de 01/12/1996


Alguém na RTP lembrou-se de enviar um jornalista a Madrid para fazer uma entrevista ao ex-jogador do FC Porto Paulo Assunção a qual, pela forma insidiosa como foi conduzida e pelas perguntas canhestras que foram feitas, me fez recordar a entrevista de há 12 anos atrás de José Manuel Mestre (jornalista da SIC) a Gerhard Aigner.

Estranhamente (ou não) a entrevista, conduzida (e de que maneira!) pelo jornalista Hélder Conduto, não teve qualquer pergunta sobre o actual clube de Paulo Assunção, sobre a adaptação do jogador a uma nova realidade (cidade, país, clube ou campeonato), ou sequer sobre o desempenho do Atlético de Madrid e as perspectivas dos colchoneros para esta época.
Não, o interesse do jornalista da RTP era outro. Queria que o jogador dissesse porque razão não tinha renovado pelo FC Porto.

Ora, conforme é público, o processo da renovação do médio-defensivo brasileiro arrastou-se durante toda a época 2007/08, com o jogador a recusar as sucessivas propostas que a FCP SAD lhe fez. De forma resumida, relembremos o que aconteceu nos últimos meses da época passada.

Em 2 de Fevereiro de 2008, após a vitória (4-0) sobre o U. Leiria, Paulo Assunção foi confrontado com os rumores que havia na comunicação social, sobre a possibilidade de abandonar o FC Porto mediante o pagamento de uma indemnização equivalente ao valor dos seus salários até ao final do contrato. O jogador afastou liminarmente esse cenário afirmando:
Também vi isso nos jornais, que posso sair pagando os salários, mas o meu empresário está a falar com a direcção do FC Porto.
A minha vontade é ficar aqui, mas ainda não há acordo. Eles [FC Porto] estão a apresentar uma situação boa para eles, eu estou a apresentar uma situação que seria boa para mim.
Interesse de outros clubes? Só sei pelos jornais, tenho contrato até 2009 e quero ficar aqui.”

Em 23 de Fevereiro de 2008, após a vitória (3-0) sobre o Paços de Ferreira, Paulo Assunção voltou a negar a existência de contactos com outros clubes e afirmou:
Como está a minha renovação? Confirmo que o meu empresário está a falar com o FC Porto e que o processo está em marcha. Estamos na fase das negociações”.

Perante as sucessivas recusas do jogador às propostas de renovação que a SAD portista lhe ia apresentando e aos rumores, cada vez mais fortes, de que o jogador ia rescindir o contrato recorrendo à lei Webster, em 13/03/2008 o seu empresário – Ilson Visconti – veio a público reconhecer que o médio brasileiro estava a ser aliciado para rescindir contrato com o FC Porto no final da época.
É verdade que têm surgido muitos empresários a propor essa saída ao Paulo. Ele foi aliciado para rescindir com o clube no final da época, pedem-lhe para fazer isso, mas o jogador quer ficar”.

No dia 22 de Abril de 2008, O JOGO publicou uma notícia onde refere:
«Paulo Assunção tem contrato com o FC Porto até 2009 e os portistas pretendem prolongá-lo até 2012, intenção que tem encravado nas exigências do jogador, consideradas pouco razoáveis pela administração da SAD. Paulo Assunção é um dos elementos nucleares da equipa de Jesualdo Ferreira, mas não é internacional e já tem 28 anos de idade.»

Finalmente, e culminando aquilo que toda a gente já tinha percebido (o jogador não ia renovar porque tinha propostas de clubes estrangeiros que a FCP SAD não poderia cobrir), a 30/04/2008 a agência Lusa divulgou a seguinte notícia:
«Continuam as especulações da imprensa sobre o alegado assédio do Atlético de Madrid a jogadores portistas. Depois de Raúl Meireles e Lucho González, a imprensa desportiva fala em Paulo Assunção, atestando que os responsáveis do emblema madrileno perguntaram à SAD portista o preço do passe do jogador.
O processo de renovação de Assunção com o Porto prossegue sem acordo e diz-se que o brasileiro solicita um aumento desmesurado no salário para prolongar o actual vínculo que se prolonga até ao fim da próxima época.»

Há muito que se falava no Atlético de Madrid como estando por trás das sucessivas recusas do Paulo Assunção em renovar o contrato, mas esta noticia da Lusa, de finais de Abril, veio clarificar a situação.


Eu percebo muito bem que em vésperas de vir ao Estádio do Dragão, dê jeito ao jogador dizer que não renovou por causa do episodio das ameaças que lhe foram feitas à saída de um treino. Contudo, há um pequeno “pormenor” que desmente esta versão. Este incidente ocorreu em 15/05/2008, numa altura em que já era público que o jogador ia rescindir o contrato porque tinha quem lhe pagasse mais (até os nomes dos clubes interessados eram do domínio público).

Sendo isto mais que óbvio (há enumeras noticias da altura que o confirmam), porque razão a RTP enviou um jornalista a Madrid cujo único propósito pareceu ser reescrever a história, ignorando deliberadamente factos que tinha obrigação de conhecer?

Mais. No final da entrevista, o pivot do ‘Domingo Desportivo’, o mais famoso adepto do União Sport Clube Paredes - Carlos Daniel -, virando-se para António Tadeia comentou que as declarações de Paulo Assunção iam dar umas manchetes de jornais (sim, de manchetes anti-Porto percebem eles...).

Mas o que é que as declarações do médio brasileiro têm de novo para justificar manchetes?

Nada. A única coisa de novo é a contradição entre o que Paulo Assunção afirmou à RTP (“disseram-me que, se não renovasse até quarta-feira, levaria um tiro num joelho”) e o que tinha dito há um mês atrás, em entrevista a O JOGO (edição de 26/12/2008), em que disse que um grupo de adeptos que tinha assistido ao treino ameaçara partir-lhe uma perna.

De resto é uma notícia requentada, porque no próprio dia em que o incidente se verificou (há mais de oito meses!), a comunicação social deu conta do mesmo, tendo sido amplamente noticiado por televisões, rádios e jornais.

«Paulo Assunção, jogador do Futebol Clube do Porto, apresentou queixa na PSP, contra desconhecidos. O jogador contou à polícia que tinha sido ameaçado à saída do treino de terça-feira, por quatro indivíduos.
Os indivíduos aconselharam-no a assinar a renovação de contrato com o FC Porto nos próximos dois dias ou poderia sofrer consequências físicas.»
in SIC online, 15/05/2008 10:49

Por tudo isto volto a perguntar: o que pretende a RTP com este tipo de campanhas anti-FC Porto?
Competir neste "campeonato" com a TVI, 'Correio da Manhã', Record e 'A Bola', para ver quem conquista a maior fatia de simpatia entre os milhões de frustrados que odeiam os actuais Tri-campeões nacionais?

Relativamente ao jornalista Hélder Conduto, após ter trocado (em Maio de 2006) a TSF e a SIC pelo grupo RTP, tendo assumido a função de coordenador de desporto da estação pública, este benfiquista natural de Aljustrel mostra que tem ambição e que sabe qual é o caminho mais curto para chegar ao topo.

Parabéns Hélder, mais uma ou duas entrevistas destas e és promovido. Aliás, até já tenho uma sugestão para os anúncios da tua próxima entrevista:
«Exclusivo RTP. Saiba o verdadeiro motivo de Adriaanse se ter pirado do Porto».
Já imaginaram as manchetes bombásticas que uma entrevista com o holandês podia dar?
Até já estou com água na boca... É desta que vamos entalar o Pinto da Costa!


P.S. Algumas das perguntas que o jornalista da RTP se “esqueceu” de fazer ao Paulo Assunção:
- Em Junho de 2004 tinha um compromisso verbal com o Sporting mas acabou por assinar pelo FC Porto. Quanto é que o FC Porto lhe ofereceu a mais do que o Sporting?
- Quando assinou contrato com o FC Porto fê-lo até Junho de 2009. Assinou o contrato com o FC Porto coagido ou ameaçado por alguém?
- Alguma vez o FC Porto desrespeitou compromissos que tinha consigo, nomeadamente ao nível de salários ou prémios?
- Apesar de não ter chegado a um entendimento para a renovação do contrato com o FC Porto, alguma vez foi colocado de parte ou deixou de ser convocado por causa dessa situação?
- Acha bem que recorrendo à lei Webster os jogadores possam desrespeitar contratos que assinaram livremente, enquanto que os clubes são obrigados a cumprir os contratos até ao último dia?
- Foi apenas em 2007 que soube do interesse do Atlético de Madrid na sua contratação, ou antes disso já tinha havido contactos com o seu empresário?
- É coincidência que o Paulo Assunção tenha sido contratado pelo clube de que mais se falou durante os longos meses em que andou a negociar a renovação com o FC Porto?
- O Atlético de Madrid pagou ao Paulo Assunção, ou o seu empresário, algum prémio por assinatura do contrato?
- A proposta do Atlético de Madrid era superior à do FC Porto? Qual era a diferença anual (em centenas de milhares de euros)?