Com Ricardo Costa fora do lugar (ou melhor, na posição normal de um defesa central) e Simão a ver jogar, Eduardo ainda defendeu à primeira, mas na recarga já estava caído no relvado e não teve colegas de equipa que o ajudassem. A partir daí, em desvantagem no marcador, o destino dos "navegadores" estava traçado.
Nos quatro jogos que a selecção portuguesa fez na África do Sul, Eduardo defendeu tudo o que era possível e algumas bolas que pareciam impossíveis. Mais do que Coentrão, que fez meia dúzia de arrancadas que deixaram os comentadores benfiquistas extasiados, a verdadeira revelação esteve na baliza da selecção portuguesa.
Por ele, tínhamos discutido a passagem aos quartos-de-final nos penalties.
Por mim, seria ele o capitão da Selecção a partir do próximo jogo.