Eficácia, tão somente. É o que aparentemente nos falta, apesar de, entre todas as oportunidades ontem esbanjadas, o único lance em que os nossos jogadores poderiam ter feito melhor seja, talvez, naquele chapéu demasiado alto de Marega. Em todos os outros casos, existiu mais mérito da defesa do que, propriamente, demérito nosso.
Supostamente o que nos falta em eficácia, tem o slb de sobra. Será mesmo assim? Basta recordar o golo deles em Guimarães há duas semanas. Aquilo não foi eficácia mas sim, e no mínimo, facilitismo dos defesas adversários. Idem para o jogo deles em Alvalade. Mas aquele scp de ontem tem alguma coisa a ver com o scp de há uma semana na Taça da Liga?
E em relação ao Braga? As equipas adversárias jogam com igual empenho como contra o FCP? Fica, também, a dúvida. O Braga não parece ter a qualidade individual para resolver, semana sim, semana sim, o tipo de dificuldades que todas as equipas sempre colocam ao FCP.
O FCP fez ontem a sua melhor exibição, no Afonso Henriques, desde pelo menos aqueles 5-0 do tempo do Mangala. Isto em termos de produção futebolística pura.
Em 2010/11, por exemplo, aquando da nossa última super-equipa, o FCP nem metade das oportunidades criou em relação às de ontem.
Desengane-se quem achar que se pode fazer muito mais e melhor do que aquilo que ontem produzimos. Dentro das nossas actuais possibilidades, temos vindo a apresentar uma louvável qualidade. Acima de qualquer adversário nacional. Sem factores estranhos, chegaria e sobraria.
Aliás, a pior coisa que agora nos poderia acontecer seria a equipa técnica e os jogadores começarem a desconfiar de si mesmos e acharem que há algo de errado. Não, o caminho é este mesmo. Tirando um ou outro pormenor possível de ser melhorado, as coisas estão certas, em termos gerais, na nossa forma de abordar os jogos.
Infelizmente, porém, este actual campeonato pode muito bem ser decidido por aspectos sobre as quais não temos qualquer controlo.
O que podemos nós fazer se um Boavista passa do 80 (contra o FCP) para o 8 (contra o slb)?
Certo que ninguém pode estar a 100% em todos os jogos e que existem muitas variáveis que ditam um resultado de uma partida de futebol, mas digam-me lá se aquele Renan, que defendia tudo na Taça da Liga (e em Alvalade para o campeonato), é o mesmo que, ontem, até no penalty conseguiu dar um frango?
Resta-nos, pois, esperar (sentados, certamente) que as outras equipas quando defrontam os nossos rivais mais directos, tenham um comportamento minimamente aproximado, em termos profissionais, daquele que em toda e qualquer semana exibem contra o FCP.
P.S.: E qual tal aquele fora-de-jogo “por centímetros” do Pepe no nosso golo anulado? Então a "jurisprudência" não tinha deliberado ser, desde as meias-finais de Taça da Liga, um escândalo nacional anular tais lances, independentemente das linhas desenhadas no ecrã pela SporTV? O que mudou em apenas semana e meia? Dois lances semelhantes. Um deles deu discussão para 5 dias, o outro (o de ontem) morreu ao fim de 5 segundos. Fora de jogo ao Pepe e não se fala mais no assunto.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Invasão Portista a Guimarães
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| Adeptos portistas "invadem" Guimarães (Fotos da Curva) |
«O Estádio D. Afonso Henriques registou a melhor assistência da época, com 27212 espectadores, ou seja, perto da lotação máxima. Desta forma, foi batida a afluência do jogo com o Benfica, presenciado por 26985 adeptos. A partida com o Sporting teve uma lotação de 23104. Os portistas encheram o topo norte, com cerca de cinco mil adeptos entre a bancada inferior e superior.»
in O JOGO, 12-02-2017
Durante anos, ouvi dizer que o Minho era vermelho.
E existe o mito, criado pela máquina de propaganda benfiquista, de que por esse país fora os estádios só enchem quando lá se desloca o SLB.
Pois parece que não é bem assim…
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