
Para mim nada há de mais empolgante no futebol que um extremo (um "ala", como agora se diz) correndo, fintando, cruzando, e até marcando golos.
Nomes como Mané Garrincha ("a Alegria do Povo"), George Best, Jairzinho e Rob Rensenbrink, ou os nossos Seninho, Futre, Drulovic e Quaresma, proporcionaram-me alguns dos mais belos momentos futebolísticos de que me recordo.

O maior jogador nessa posição algum dia produzido pelo F.C. Porto foi, a meu ver, o genial António Oliveira, senhor de um fantástico drible curto e de um domínio de bola soberbo, além de ser um excelente rematador. Oliveira até tinha vindo dos juniores como defesa direito(!) e foi, salvo erro, Fernando Riera que o colocou a extremo-direito.
Mas Oliveira tinha um talento e uma visão de jogo que ultrapassavam os do extremo e, vai daí, José Maria Pedroto colocou-o naquilo a que agora se chama a posição de "número 10". Aí o seu futebol ainda mais prosperou, com benefício enorme da equipa. Oliveira transformara-se no cérebro da equipa.
Já tivemos ocasião de ver o nosso jovem extremo James Rodriguez a evoluir precisamente nessa posição 10, e eu, daquilo que vi, e pelas características do miúdo, sou de opinião que tanto Rodriguez como a equipa lucrariam com a sua definitiva passagem para aquela posição. Tal como Oliveira, Rodriguez possui um talento e uma capacidade superiores à do vulgar extremo.
Aguardemos pelo desenrolar dos acontecimentos.
Nomes como Mané Garrincha ("a Alegria do Povo"), George Best, Jairzinho e Rob Rensenbrink, ou os nossos Seninho, Futre, Drulovic e Quaresma, proporcionaram-me alguns dos mais belos momentos futebolísticos de que me recordo.

O maior jogador nessa posição algum dia produzido pelo F.C. Porto foi, a meu ver, o genial António Oliveira, senhor de um fantástico drible curto e de um domínio de bola soberbo, além de ser um excelente rematador. Oliveira até tinha vindo dos juniores como defesa direito(!) e foi, salvo erro, Fernando Riera que o colocou a extremo-direito.
Mas Oliveira tinha um talento e uma visão de jogo que ultrapassavam os do extremo e, vai daí, José Maria Pedroto colocou-o naquilo a que agora se chama a posição de "número 10". Aí o seu futebol ainda mais prosperou, com benefício enorme da equipa. Oliveira transformara-se no cérebro da equipa.
Já tivemos ocasião de ver o nosso jovem extremo James Rodriguez a evoluir precisamente nessa posição 10, e eu, daquilo que vi, e pelas características do miúdo, sou de opinião que tanto Rodriguez como a equipa lucrariam com a sua definitiva passagem para aquela posição. Tal como Oliveira, Rodriguez possui um talento e uma capacidade superiores à do vulgar extremo.
Aguardemos pelo desenrolar dos acontecimentos.
