
Na véspera do encontro na Trofa, Pinto da Costa na visita à casa do FC Porto na Afurada havia dado o mote; “Acabámos de vencer o tetra, um título que nos enche de alegria, mas que já pertence ao passado. Já foi no domingo. Queremos mais." E foi mesmo assim, compenetrados nesse espírito, com que os homens do Professor Jesualdo encararam a partida seguinte à grande consagração.
Com empenho, ambição, rigor e responsabilidade, os Dragões garantiram um triunfo folgado frente ao aflito Trofense, mesmo alinhando com um 11 algo descaracterizado, principalmente no seu meio campo. Em razão disso, não terá sido estranho um ligeiro ascendente dos comandados de Tulipa na fase inicial da contenda, que só assustou a partir de lances de bola parada. Mas, paulatinamente, os Dragões fizeram vir ao de cima o seu maior virtuosismo e eficácia, chegando à vantagem à passagem da meia hora por intermédio de Farias.
Com empenho, ambição, rigor e responsabilidade, os Dragões garantiram um triunfo folgado frente ao aflito Trofense, mesmo alinhando com um 11 algo descaracterizado, principalmente no seu meio campo. Em razão disso, não terá sido estranho um ligeiro ascendente dos comandados de Tulipa na fase inicial da contenda, que só assustou a partir de lances de bola parada. Mas, paulatinamente, os Dragões fizeram vir ao de cima o seu maior virtuosismo e eficácia, chegando à vantagem à passagem da meia hora por intermédio de Farias.

As coisas complicavam-se para os homens da casa, mas ao invés tudo ficava mais claro, mais azul, no fim de tarde cinzento da Trofa para o FC Porto. Especialmente quando Lisandro amplia a vantagem para 0-2, num lance com registo idêntico ao do 1º golo. A partida estava perto do intervalo, mas o seu vencedor já estava pré-anunciado.
Com a extrema necessidade de pontuar, o Trofense tinha de assumir o jogo nos segundos 45 minutos. Mas, o arraial continuou a dançar ao som do tango dos tetracampeões, que não só continuou a controlar as operações, como ainda teve engenho para repetir a dose da 1ª parte, com Farias e Lisandro a bisarem.

Por essa altura (do 4º golo portista), já Hulk havia assinalado o regresso à competição, após afastamento imposto pela “brigada do trauliteiro”, que tanta escola faz cá no burgo. Ventura teve também direito à sua faixa de campeão, e foi buscar uma lá dentro, após um grande pontapé de Hugo Leal.
A margem encurtou, mas resultado ainda patenteava as diferenças entre as 2 equipas. Fica também o belo registo de 11 vitórias consecutivas fora de casa, confirmando um dos melhores campeonatos dos Dragões na condição de visitante. Esta vitória já é passado, venham os próximos!
Fotos: Getty Images (Miguel Riopa)